Pular para o conteúdo principal

Antimatéria fria vai responder enigmas do Universo


Esta confusão de equipamentos é o Experimento Alpha, que estuda a antimatéria junto ao LHC.[Imagem: Maximilien Brice/Julien Ordan/CERN]

Resfriando a antimatéria

Pela primeira vez, físicos do CERN, a entidade que coordena o LHC, observaram uma transição de energia atômica no anti-hidrogênio, um passo importante em direção ao resfriamento e manipulação da forma mais básica de antimatéria.

"A transição Lyman-alfa é a transição mais básica e mais importante nos átomos de hidrogênio comuns, e capturar o mesmo fenômeno no anti-hidrogênio abre uma nova era na ciência da antimatéria," disse Takamasa Momose, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, que liderou o desenvolvimento do sistema de laser usado para manipular o anti-hidrogênio.

"Essa abordagem é uma porta de entrada para o resfriamento do anti-hidrogênio, que melhorará muito a precisão de nossas medições e nos permitirá testar como a antimatéria e a gravidade interagem, o que ainda é um mistério," acrescentou Momose.

O resfriamento é a técnica padrão para estudar a matéria porque, próximo ao zero absoluto, cessa a maior parte dos movimentos atômicos. A expectativa é que essa mesma técnica permita estudar os anti-átomos.


O próximo passo será resfriar a antimatéria até próximo do zero absoluto, usando as mais recentes técnicas de resfriamento a laser. [Imagem: Vanderbilt University]

Estudos sobre a antimatéria

Um átomo de anti-hidrogênio - constituído por um antipróton e um pósitron (anti-elétron) - é a contraparte da antimatéria de um átomo de hidrogênio, constituído de um único próton com um elétron em órbita.

A transição Lyman-alfa, vista pela primeira vez no hidrogênio há mais de 100 anos, é medida como uma série de emissões ultravioleta quando o elétron de um átomo de hidrogênio é forçado a mudar de um orbital baixo para um orbital alto.

Usando pulsos de laser com duração de nanossegundos, a colaboração internacional ALPHA conseguiu induzir a mesma transição em centenas de átomos de anti-hidrogênio magneticamente presos no vácuo.

"Nas últimas décadas, os cientistas conseguiram revolucionar a física atômica usando manipulação óptica e resfriamento a laser, e com este resultado podemos começar a aplicar as mesmas ferramentas para investigar os mistérios da antimatéria," disse Makoto Fujiwara, porta-voz da colaboração ALPHA, que estuda a antimatéria.

Essas investigações poderão resolver um dos grandes mistérios do Universo: Por que a antimatéria, que deveria existir em quantidades iguais à matéria na época do Big Bang, praticamente desapareceu.

Quanto à interação da antimatéria com a gravidade, as principais questões são: A antimatéria cai para cima ou para baixo? e será que a antimatéria pesa mais ou menos do que a matéria?.

Bibliografia:

Observation of the 1S-2P Lyman-α transition in antihydrogen
M. Ahmadi et al.
Nature
DOI: 10.1038/s41586-018-0435-1

FONTE: SITE INOVAÇÃO TECNOLOGICA

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mémorias da Ufologia: Caso SANTA ISABEL

FOTOS DO LAUDO

Na localidade de Santa Izabel(SP) em junho de 1999, a Sra. Alzira Maria de Jesus foi encontrada morta na sua cama, e por volta das 8 hs da manhã sua nora percebe o fato e sai imediatamente para ir ao orelhão e ligar para o seu marido e espera à ajuda e , ao chegar de volta em casa quase 40 min.depois a nora vê o corpo da sra. com o rosto totalmente desfigurado e praticamente sem carne; foi feito o boletim de ocorrência na delegacia da cidade sob n°145/99 em 24 de Junho. Posteriormente confirmou-se que à causa da morte foi a parada respiratória, mas o que aconteceu realmente como rosto desta sra. num espaço menor de uma hora?O laudo é cita sobre as configurações do mesmo, inclusive nas cavidades oculares, mas o que teria causado à perda do rosto ficou indeterminada. Mais estranho ainda é que na noite anterior aos fatos foram vistas bolas de luz voando nessa região rural e no início da madrugada os animais,como cachorros,gansos,e outros começaram à fazer um intenso barulh…

O caso Artur Berlet, O homem que foi para o Planeta Acart

O "Caso Berlet" ocorreu em 25 de maio de 1958 (faleceu em 1995), quando o gaúcho Artur Berlet, da cidade de Sarandí – RS, desapareceu por 11 dias.
Segundo Berlet teria sido abduzido e levado para um planeta chamado Acart aproximadamente 65,000,000 km da terra, demorou cerca de 38horas para chegar, onde ficou 11 dias em uma cidade com quase 90 milhões de habitantes. O curioso do fato que conseguiu comunicação com extraterrestres através do idioma Alemão.

Durante esse tempo, Berlet teve a chance de ver a Terra a partir do espaço. conhecer objetos e tecnologias que só teríamos posteriormente no decorrer do avanço dos humanos.
Após décadas, a fantástica história do gaúcho ainda surpreende a todos. Quem reconstituiu a história desse caso para a RBS foi a professora Ana Berlet, filha de Artur.

Vejam o nível da informação:

O Artur Berlet através de uma aparelho de Acart o qual olhou a terra, disse;
“a terra era AZUL.”



Ok ! parece nada demais, mas o fato é que ele disse anos ant…

Filme "Intruders" (Intrusos) 1992

Ao pesquisar problemas de duas de suas pacientes, proeminente psiquiatra de um importante hospital de Los Angeles (Interpretado pelo falecido ator Richard Crenna na vida real John Mack, psiquiatra formado em Harvard Medical School, 1955.) acaba penetrando em um universo de estranhas ocorrências relacionadas com OVNIs, que modificarão sua própria vida.

"Intruders" foi baseado no best-seller de Budd Hopkins e em casos verídicos que hoje compõem um vasto arquivo de histórias vividas por muitas pessoas que passaram por experiências com seres extraterrestres, e que neste filme colaboraram com renomados pesquisadores do assunto na reconstituição dos episódios.

Best Seller "Intruders" (Intrusos)

Algumas cenas do filme:








Filme legendado em português:




Inspiração do filme Intruders (Intrusos), mulher relata contato com ETs



A americana Debbie Jordan, que relata um contato com extraterrestres há 34 anos, comentou que ficaria chocada se houvesse uma nova aproximação, mas não enc…