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Mostrando postagens de 2017

NSA libera novos documentos sobre o comportamento humano diante de fenômenos estranhos

Arquivos detalham como militares e outros agentes governamentais atuam diante de acontecimentos que não conseguem explicar

Diante de solicitações feitas via Lei de Liberdade de Informações (FOIA) a Agência Nacional de Segurança (NSA) liberou um documento que analisa como os seres humanos reagem diante de acontecimentos surpreendentes que não podem ser explicados. O documento foi anteriormente liberado de forma censurada, e agora divulgado na íntegra, e a agência explicou que isso se deveu ao processo de revisão obrigatório antes da liberação.

O documento foi escrito em 1979 por um funcionário não identificado, e descreve como a resposta humana a fenômenos incomuns pode comprometer, conforme uma perspectiva militar, uma análise realista dos acontecimentos. Um exemplo mencionado no arquivo é de um técnico da Força Aérea Norte-Americana que observava tráfego aéreo sobre o bloco dos países satélites da União Soviética. Um dos países informou a presença de um alvo incomum no radar, descri…

Este novo método pode ajudar cientistas a catalogar cada célula humana

Células são todas bem diferentes. Até mesmo duas parecidas, que devem trabalhar em conjunto no mesmo tecido, podem ter características e produzir proteínas diferentes. Então como saber qual é qual?

Saber classificar diversas células de forma rápida e eficiente é uma tarefa difícil, e métodos criados anteriormente exigem a necessidade de avaliar uma célula por vez, de acordo com um comunicado da Universidade de Washington. Mas uma equipe de pesquisadores da universidade desenvolveu um método para determinar de forma rápida e barata diferenças sutis entre diferentes tipos de célula em um organismo. Eles apenas testaram o método em minhocas, mas um dia ele pode vir a ser usado em amostras maiores.

Os pesquisadores acreditam, por exemplo, que cientistas poderão usar este método para criar um atlas “para definir o estado molecular de cada célula durante o ciclo de vida do C. elegans,” de acordo com a pesquisa publicada hoje na Science. Mas, dimensionando o processo, outros organismos – c…

Cientistas demonstram a capacidade do nosso cérebro de aprender enquanto dormimos

Durante a fase de sono REM, cérebro é capaz de assimular novas informações, diz pesquisa (GETTY IMAGES)

O sono é uma importante forma de repor nossas energias, mas qual papel ele tem em incorporar novas informações ao nosso cérebro?

Segundo um estudo publicado nesta semana pelo periódico científico Nature Communications, o cérebro é capaz de aprender novos dados, mas apenas durante a fase de sono REM (movimento rápido dos olhos, na sigla em inglês).

Para avaliar essa habilidade, o pesquisador Thomas Andrillon, da universidade parisiense PSL, monitorou o sono de 20 pessoas, que escutaram uma série de padrões de sons mesclados com ruídos brancos (sinal sonoro que contém todas as frequências na mesma potência, como o som do ar-condicionado ou da TV fora do ar) enquanto estavam acordados e, depois, enquanto dormiam.

Na manhã seguinte ao experimento, Andrillon e sua equipe pediram aos participantes que identificassem os padrões de sons a que haviam sido submetidos. Os que memorizaram melh…

Astrobiologia: estudando a vida no Universo

Tema: Astrobiologia: estudando a vida no Universo

Data: 21/03/2017
Palestrante: Prof. Dr. Douglas Galante
Instituição: Laboratório Nacional de Luz Síncroton (LNLS)

Resumo:
Uma das perguntas mais antigas que a humanidade se faz é "Estamos sozinhos no Universo?". Na tentativa de responder a essa e outras questões extremamente complexas da natureza, como a origem da vida, foi criado um novo campo de pesquisa, a Astrobiologia, a qual reúne pesquisadores de diferentes áreas, trabalhando em colaboração.
Os cientistas, atuando como exploradores modernos, vasculham a vida em nosso planeta, desde as profundezas oceânicas até o alto das montanhas, procurando entender como ela surgiu, evoluiu e, em muitos casos, extinguiu-se, com o passar dos bilhões de anos de história da Terra. E hoje, esse esforço se estende para além da Terra, para os planetas e luas do Sistema Solar e mesmo para planetas muito distantes, orbitando outras estrelas de nossa Galáxia. Talvez consigamos encontrar indí…

Sapiens compartilhou a Terra com outras espécies humanas no passado recente, diz antropólogo

POR SALVADOR NOGUEIRA

Apenas 30 mil anos atrás — um piscar de olhos do ponto de vista evolutivo –, falar em espécie humana imediatamente traria uma outra pergunta: qual das espécies humanas? De acordo com o antropólogo evolutivo Walter Neves, da Universidade de São Paulo, a situação atual, em que só há um tipo de humano no planeta inteiro, o Homo sapiens, é um ponto completamente fora da curva na nossa linhagem evolutiva.

“Esse negócio de ter só uma espécie [humana] no planeta — nós, infelizmente — é de 30 mil anos para cá”, disse Neves ao Mensageiro Sideral. “É uma exceção absoluta à evolução da linhagem humana. Há 30 mil anos — só 30 mil, não é nada — nós tínhamos no planeta: Homo sapiens, Homo neanderthalensis, Homo erectus, denisovanos, Homo floresiensis e talvez algum resquício de Homo heidelbergensis. Então, essa coisa de ter só uma espécie humana no planeta no mesmo momento é uma exceção.”

Todas essas espécies humanas do passado tiveram grande sucesso evolutivo, e algumas dela…

LHC detecta luz desviando luz

Diagrama ilustrando a interação luz pela luz e a equivalente aproximação dos fótons. [Imagem: ATLAS Collaboration]

Luz que desvia luz

A Colaboração ATLAS, uma equipe internacional responsável por um dos quatro grandes detectores do LHC, anunciou ter detectado pela primeira vez uma interferência na luz gerada pela própria luz.

O fenômeno consiste em um fóton, que não tem massa detectável, chocando-se com outro, ocasionando um desvio na trajetória de ambos.

Embora prevista pela teoria quântica, a dispersão da luz pela luz nunca havia sido observada.

"Este resultado é um marco: é a primeira evidência direta da luz interagindo consigo mesma em altas energias. Este fenômeno é impossível nas teorias clássicas do eletromagnetismo; consequentemente, esse resultado fornece um teste sensível para a nossa compreensão da teoria quântica do eletromagnetismo," disse o físico Dan Tovey.

Dispersão luz-luz

O fenômeno foi visto conforme "pacotes" de íons de chumbo são acelerados ao…

Por que a NASA lançará grandes balões com bactérias durante o eclipse

O eclipse solar que acontecerá na próxima segunda-feira vai oferecer para muita gente uma belíssima vista. Quando a Lua bloquear completamente a visão do Sol, o fenômeno será visível por até 160 segundos de qualquer localidade na América do Norte (o eclipse parcial poderá ser visto em locais da África, Europa e ao norte da América do Sul, incluindo trechos do Brasil, segundo a BBC). E para tornar as coisas ainda mais legais, a NASA – em colaboração com pesquisadores da Universidade Estadual de Montana – vai aproveitar a oportunidade para lançar alguns balões gigantes durante o evento.

Os cientistas não estão enviando esses balões porque eles estão muito entusiasmados com o eclipse, embora eles também estejam (provavelmente). Os enormes balões são parte de um projeto chamado “Eclipse Ballooning Project“, e será utilizado para realizar diversos experimentos, um deles que pode ajudar os pesquisadores no preparo para a missão para Marte.

Da frota total de praticamente 75 balões, mais de …

Comissão da força Aérea Argentina resolveu 40 casos ufológicos em 2016

Atual diretor do órgão é ex-piloto interessado na problemática ufológica há vários anos

A Força Aérea Argentina tem uma ativa comissão oficial de estudo de casos ufológicos

Em 2016 a Comissão de Estudo de Fenômenos Aeroespaciais (Cefae) da Força Aérea Argentina (FAA) recebeu 40 relatos de avistamentos de UFOs, e todos foram resolvidos como tendo causas naturais ou produzidas pelo homem. quem está à frente do órgão atualmente é Rubén Lianza, experiente piloto de provas e reformado da FAA, tendo entre outros ocupado o cargo de chefe da Base Marambio. Lianza é interessado pelo Fenômeno UFO há quatro décadas, além de ser astrônomo.

Ele afirma que a Cefae recebeu ao longo de 2016 40 denúncias de avistamento de objetos voadores não identificados, e conseguiu resolver satisfatoriamente todos eles. Lianza diz: "Analisamos as imagens com softwares especiais, avaliamos os testemunhos, buscamos dados e aplicamos técnicas de astronomia, meteorologia e óptica. A maioria são testemunhos e fot…

Série OVNI: avistamento de OVNI

Na imagem, a primeira página do relato. Documento anexo ao Encaminhamento n° 20/CIH/72 da Divisão de Informação e Segurança do Centro de Instrução de Helicópteros. Ministério da Aeronáutica, 6 de setembro de 1972. Fundo Objeto Voador Não Identificado. BR_DFANBSB_ARX_142

Em julho de 1972, um militar, seus familiares e outras pessoas observaram um Objeto Voador Não Identificado em uma rodovia no estado de Minas Gerais, durante uma viagem de ônibus do Rio de Janeiro para a Bahia. O militar enviou um relato ao Ministério da Aeronáutica, informando o avistamento, inclusive com detalhes sobre o objeto. O militar disse que já havia observado um objeto similar anteriormente, mas como se encontrava sozinho, pouco comentou sobre o ocorrido. Porém, desta vez, diversas pessoas testemunharam o fenômeno e ele julgava ter o dever de relatar o que viu.





Para consultar o acervo do Arquivo Nacional, acesse: http://www.arquivonacional.gov.br/…/sian-sistema-de-informa…

FONTE: ARQUIVO NACIONAL

O misterioso sinal espacial detectado há 40 anos que até hoje intriga astrônomos

Os cientistas não conseguiram determinar de onde veio o sinal "Uau" (GETTY IMAGES)

Era cerca de meia-noite de 15 de agosto de 1977 quando um telescópio conhecido como "The Big Ear" (A grande orelha") captou um sinal espacial misterioso.

Foi uma onda que durou 72 segundos e que marcou seu pico de intensidade 30 vezes mais forte que os sons normalmente emitidos pelo Universo.

Na manhã seguinte, o astrônomo Jerry Ehman detectou esse sinal ao revisar os relatórios emitidos pelo computador do telescópio, operado pela Universidade de Ohio, nos Estados Unidos.

Tratava-se de uma onda eletromagnética ou de rádio representada pelo código 6EQUJ5.

O computador do telescópio usava os números de 0 a 9 para representar as ondas de frequência baixas e as letras de A a Z para as mais altas, todas medidas em megahertz.

Isso signigica dizer, basicamente, que a presença da letra U no código significava que o sinal havia alcançado uma das frequências mais altas na escala de medid…

O 'dinossauro Frankenstein' que pode ser elo perdido entre herbívoros e carnívoros

Do tamanho de um cachorro grande: o chilesaurus foi descoberto na América do Sul (GETTY IMAGES)

Pallab Ghosh
BBC News

Cientistas dizem ter resolvido o mistério sobre o chamado "dinossauro Frankenstein", um esqueleto encontrado no Chile em 2015 que parecia ser composto de partes de espécies diferentes.

Um novo estudo sugere que ele é, na verdade, o elo perdido entre dinossauros herbívoros, tais como o estegossauro, e dinossauros carnívoros, como o tiranossauro. A descoberta lança luz sobre a evolução do grupo de dinossauros conhecidos como ornitísquios.

O estudo foi publicado no periódico Royal Society Journal Biology Letters.

Matthew Baron, estudante de doutorado da Universidade de Cambridge, explicou à BBC que sua pesquisa indica que o "dinossauro Frankenstein" foi um dos primeiros ornitísquios, um grupo que inclui animais mais conhecidos, como o chifrudo tricerátops e o estegossauro, que tem placas ósseas nas costas.

"Não temos ideia nenhuma de como o corpo…

Cientistas descobrem cerca de cem vulcões escondidos sob a camada de gelo antártico

Os cientistas identificaram quase 100 vulcões previamente desconhecidos na Antártica Ocidental, que, além dos 47 já conhecidos que existem na região, fazem da região uma das maiores concentrações de vulcões do mundo.

Uma nova pesquisa lançada em uma série especial da Geological Society identifica 91 novos vulcões em uma região conhecida como Sistema de Fendas Antártico Oeste, uma área de 3.500 km de extensão que se estende desde a plataforma de gelo de Ross até a Península Antártica. Todos esses vulcões estão enterrados sob a camada de gelo da Antártica, alguns enterrados a até três quilômetros de profundidade. Eles variam em tamanho de 100 a 3.850 metros, sendo o maior tão alto quanto a montanha Eiger na Suíça.

Os cientistas que conduziram o estudo, Max Van Wyk de Vries e Robert Bingham, da Escola de Geociências da Universidade de Edimburgo, dizem que essa concentração é maior do que o Rifte Africano Oriental, o que a tornaria a mais densa concentração de vulcões no mundo – Embora a…

Indicações de efeitos relativistas em estrelas que orbitam o buraco negro supermassivo situado no Centro da Galáxia

Esta ilustração mostra as órbitas de 3 das estrelas que se encontram muito próximo do buraco negro supermassivo situado no centro da Via Láctea. A análise de dados obtidos com o VLT do ESO e outros telescópios sugere que as órbitas destas estrelas mostram os efeitos subtis previstos pela teoria da relatividade geral de Einstein. A órbita da estrela S2 parece desviar-se ligeiramente do percurso calculado pela física clássica.
A posição do buraco negro está assinalada com um círculo branco num halo azul.
Crédito: ESO/M. Parsa/L. Calçada


Uma nova análise de dados obtidos com o VLT (Very Large Telescope) do ESO e outros telescópios sugere que as órbitas das estrelas em torno do buraco negro supermassivo situado no centro da Via Láctea mostram os efeitos subtis previstos pela teoria da relatividade geral de Einstein. A órbita da estrela S2 parece desviar-se ligeiramente do percurso calculado pela física clássica. Este resultado é um prelúdio a medições muito mais precisas e testes de relat…

TRAPPIST-1 é mais antiga que o nosso Sistema Solar

Esta ilustração mostra o possível aspeto do sistema TRAPPIST-1 a partir de um ponto de vista próximo do planeta TRAPPIST-1f (direita).
Crédito: NASA/JPL-Caltech

Se quisermos saber mais sobre se a vida poderá sobreviver num planeta para lá do nosso Sistema Solar, é importante saber a idade da sua estrela. As estrelas jovens libertam frequentemente radiação altamente energética sob a forma de erupções que podem atingir as superfícies dos seus planetas. Se os planetas são recém-formados, as suas órbitas também podem ser instáveis. Por outro lado, os planetas que orbitam estrelas mais velhas sobreviveram a estes episódios flamejantes e juvenis, mas também foram expostos aos estragos da radiação estelar durante um maior período de tempo.

Os cientistas têm agora uma boa estimativa da idade de um dos sistemas planetários mais intrigantes descobertos até à data - TRAPPIST-1, um sistema com sete mundos do tamanho da Terra em órbita de uma anã ultra fria a cerca de 40 anos-luz de distância. Os…

Estrelas artificiais criadas por laser melhoram imagem de telescópios

Os quatro raios laser de 22 Watts fazem com que os átomos de sódio existentes na atmosfera brilhem, criando pontos de luz no céu que imitam estrelas.[Imagem: Roland Bacon]

Óptica adaptativa

O VLT (Very Large Telescope), o maior telescópio terrestre na atualidade, instalado no Chile, acaba de ser transformado em um telescópio completamente adaptativo.

Os primeiros testes mostraram o sucesso do sistema a laser, que permitiu a captura de imagens extraordinariamente nítidas de nebulosas planetárias e galáxias, algo há pouco tempo só possível com telescópios espaciais.

Após mais de uma década de planejamento, construção e testes, este é o primeiro resultado da nova Infraestrutura de Óptica Adaptativa, um projeto de longo prazo para o VLT, que pretende fornecer um sistema adaptativo para os instrumentos montados no Telescópio Principal 4, sendo que o instrumento MUSE (Multi Unit Spectroscopic Explorer) foi o primeiro deles a receber o melhoramento.

A óptica adaptativa trabalha para compens…

Quasipartícula é fotografada pela primeira vez

Esta ilustração é mais clara do que a imagem propriamente dita: Um laser vindo da parte superior esquerda acerta a ponta afiada de um semicondutor plano. Os círculos vermelhos dentro do semicondutor são as ondas associadas com as quasipartículas - elas são as próprias quasipartículas. [Imagem: Zhe Fei Group/Iowa State University]

Foto de quasipartícula

A imagem da estrutura quântica não surge na tela como um objeto como os que estamos acostumados a ver em escala macro, como uma bola, um cubo ou qualquer outro formato.

Em vez disso, o que se vê são linhas verticais brancas e escuras alternadas. Mas estas linhas dão informações suficientes para os físicos para que eles apontem o dedo e digam com segurança: estas são quasipartículas chamadas excitons-polaritons, vistas pela primeira vez.

"Estas ondas são como ondas na água. É como jogar uma pedra na superfície da água e ver as ondas. Mas estas ondas são exciton-polaritons," garante o professor Zhe Fei, da Universidade do Estad…

Gasolina sem petróleo: Primeiros 200 l feitos de CO2 e energia solar

Sol + CO2 = gasolina, diesel ou querosene. [Imagem: VTT]

Gasolina sem petróleo: Primeiros 200 l feitos de CO2 e energia solar

Combustível limpo

Um projeto tocado por engenheiros e pesquisadores da Alemanha e da Finlândia produziu os primeiros 200 litros de combustível sintético extraído do dióxido de carbono (CO2) atmosférico e usando energia solar.

O combustível limpo foi produzido em uma planta-piloto móvel, que pode ser usada de forma descentralizada para produzir gasolina, diesel ou querosene. Para facilitar sua mobilidade, a planta química supercompacta foi acondicionada em um contêiner.

"O sucesso da transição energética exige inovações geradas por pesquisas se estendendo dos fundamentos até as aplicações," disse o professor Thomas Hirth, do Instituto de Tecnologia Karlsruhe. "O sucesso do [projeto] Soletair reflete a importância das redes de pesquisa internacionais que lidam com os desafios globais e desenvolvem soluções aplicáveis."

Do CO2 à gasolina

A usi…

Discos voadores: E a nave vem

Pelo menos na imaginação da muita gente, os objetos voadores não-identificados são naves de outros planetas. A ciência não leva isso a sério, mas algumas aparições nunca foram bem explicadas

Publicado em 31 dez 1987

Das 21 horas da segunda-feira, 19 de maio de 1986, aos dez minutos do dia seguinte, os radares da Aeronáutica registraram a presença de um objeto luminoso não-identificado nos céus do eixo Rio — São Paulo. O objeto se deslocava a velocidade supersônica e fazia manobras absolutamente impossíveis para um avião. Tão logo foi percebido, seis caças da FAB levantaram vôo para observar o estranho fenômeno.

Os pilotos disseram depois ter visto focos de luz irradiados nas cores verde e vermelha. Eles não fizeram contato com o objeto nem conseguiram explicá-lo. De uma coisa tiveram certeza: não se tratava de qualquer tipo de aeronave conhecida. Mais tarde surgiram as costumeiras hipóteses: era o planeta Vênus, era um satélite reentrando na atmosfera, era uma sonda. E, como sempre, …