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Mostrando postagens de Junho 12, 2016

A Noite Oficial dos OVNIs - Audios (Atualizados)

FONTE: BURN - Brazilian UFO Research Network

Esta foto incrível mostra um exoplaneta orbitando a sua estrela hospedeira

Está vendo aquele pequeno ponto um pouco à esquerda da bola azulada? É um planeta. Esta é uma das melhores imagens diretas de um exoplaneta que já vimos, e o que torna ela ainda mais impressionante é que isso está a 1.200 anos-luz de distância da Terra.

Apesar de não dar para ver direito, tem dois planetas diferentes neste sistema estelar remoto chamado CVSO 30. Há quatro anos, astrônomos usaram o método de trânsito (quando um planeta orbitante dá um mergulho no brilho da estrela hospedeira) para detectar o primeiro planeta, que estacionou bem próximo à estrela principal.

Este planeta interno precisa de apenas 11 horas para completar sua órbita e está localizado a meros 0.008 au da estrela T-Tauri (uma pequena e jovem estrela brilhante que ainda não entrou na sua sequência principal).



Astrônomos agora detectaram um segundo planeta (o que aparece na foto), e eles fizeram isso usando imagem direta. Para isso, eles combinaram dados do Very Large Telescope (ESO) no Chile, do Observatório…

Céu da Semana - De 13 a 19 de Junho de 2016 - Hubble - Parte 6

FONTE: UNIVESP TV

Cientistas conseguiram armazenar dados dentro de células vivas

Usando a ferramenta de edição genética CRISPR, cientistas da Universidade de Harvard, nos EUA, desenvolveram uma técnica que grava permanentemente dados em células vivas. O mais incrível é que a informação impressa nesses microrganismos pode ser passada para as próximas gerações.

A técnica CRISPR está se tornando uma ferramenta bastante versátil. O sistema de edição genética barato e fácil de usar que surgiu na cena biotecnológica há alguns anos está sendo usada para diversas aplicações, incluindo engenharia genética, edição de RNA, modelagem de doenças e até na luta contra retrovírus como o HIV. E agora, como descrito em um artigo científico na Science, ela também pode ser usada para transformar microrganismos humildes em discos rígidos.

Cientistas já fizeram isso antes, mas de uma maneira que era completamente artificial do começo ao fim. Nesses experimentos antigos, a informação era codificada em uma sequência de DNA, o DNA era sintetizado, e pronto – todas as informações permanec…

Ondas gravitacionais foram detectadas pela segunda vez

Pela segunda vez no ano, físicos do Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser (LIGO) estão bastante empolgados. Eles acabaram de confirmar a segunda detecção das ondas gravitacionais, ondulações no tecido do espaço-tempo propostas por Albert Einstein há um século. Parece que estamos oficialmente na era da astronomia de ondas gravitacionais.

Em fevereiro, físicos do LIGO entraram para a história ao anunciar que uma grande ondulação no espaço-tempo havia sido detectada em dois lugares diferentes dos EUA no dia 14 de setembro de 2015. As ondulações emanaram do estágio final da fusão de dois buracos negros localizados há 1,3 bilhões de anos-luz de distância e que pesavam 29 e 36 massas solares, respectivamente.

O segundo sinal de onda gravitacional do LIGO chegou apenas três meses após o primeiro, no dia 26 de dezembro. Novamente, é o resultado da dança de um par binário de buracos negros que estavam se fundindo, apesar de que a nova dupla pesava apenas 8 e 14 massas …

Moléculas orgânicas prebióticas são encontradas no espaço

O metanol, uma das maiores moléculas orgânicas detectadas no espaço até hoje, foi encontrado em um disco a partir do qual deverão se formar planetas. [Imagem: ESO/M. Kornmesser]

Metanol no espaço

Duas observações astronômicas independentes trouxeram informações inéditas sobre a presença no espaço de compostos químicos associados com a vida.

O radiotelescópio ALMA, no Chile, identificou pela primeira vez o álcool metílico gasoso, ou metanol (CH3OH), em um disco protoplanetário.

O metanol, um derivado do metano, é uma das maiores moléculas orgânicas complexas detectadas no espaço até hoje. Identificar a sua presença em objetos preplanetários representa um marco importante na astroquímica, ajudando a compreender como é que as moléculas orgânicas são incorporadas nos planetas em nascimento.

Além disso, o metanol é ele próprio um bloco constituinte de espécies mais complexas de importância prebiótica fundamental, como os compostos dos aminoácidos. Por tudo isto, o metanol desempenha um pa…

Dias nublados em exoplanetas podem esconder água atmosférica

Os Júpiteres quentes, exoplanetas com tamanhos parecidos com o de Júpiter mas que orbitam muito perto das suas estrelas, têm normalmente camadas de nuvens ou neblinas nas suas atmosferas. De acordo com um estudo publicado na The Astrophyiscal Journal, Isto pode impedir com que os telescópios espaciais detetem água atmosférica abaixo das nuvens.
Crédito: NASA/JPL-Caltech

A água é um tema quente no estudo de exoplanetas, incluindo "Júpiteres quentes", cujas massas são semelhantes à de Júpiter, mas que estão muito mais perto da sua estrela-mãe do que Júpiter está do Sol. Podem alcançar uns escaldantes 1100 graus Celsius, ou seja, qualquer água que possuam assumiria a forma de vapor.

Os astrônomos já descobriram muitos Júpiteres quentes com água nas suas atmosferas, mas outros parecem não ter nenhuma. Os cientistas do JPL (Jet Propulsion Laboratory) da NASA em Pasadena, no estado americano da Califórnia, quiseram descobrir o que as atmosferas destes mundos gigantes têm em comum…

Provável novo planeta poderá estar em lenta espiral da morte

Representação artística de um exoplaneta cujas camadas superiores da atmosfera são arrancadas.
Crédito: Wikimedia

Astrônomos que procuravam os planetas mais jovens da Galáxia descobriram evidências convincentes da existência de um planeta diferente de qualquer outro, um recém-nascido "Júpiter quente" cujas camadas exteriores estão sendo arrancadas pela estrela que orbita a cada 11 horas.

"Um punhado de planetas conhecidos estão em semelhantes órbitas pequenas mas, dado que esta estrela tem apenas 2 milhões de anos, é um dos exemplos mais extremos," afirma Christopher Johns-Krull, astrónomo da Universidade Rice e autor principal de um novo estudo que divulga o caso de um gigante gasoso em redor da estrela PTFO8-8695 na constelação de Orion. O estudo revisto por pares será publicado na revista The Astrophysical Journal e já está disponível online.

"Nós ainda não temos provas absolutas de que é um planeta porque ainda não temos um valor firme da massa, mas as no…

Satélites da NASA revelam padrões sazonais nas tempestades marcianas de areia

Este gráfico mostra dados atmosféricos de temperatura como "cortinas" sobre uma imagem de Marte captada durante uma tempestade regional de poeira. Os perfis de temperatura prolongam-se desde a superfície até cerca de 80 km de altitude. As temperaturas variam em função da cor, desde -153º C (púrpura) até -23º C (vermelho).
Crédito: NASA/JPL-Caltech/MSSS

Após décadas de investigação para discernir padrões sazonais nas tempestades de poeira marcianas com recurso a imagens, só o padrão mais claro foi captado através da medição da temperatura na atmosfera do Planeta Vermelho.

Para seis anos marcianos, os registos de temperatura de satélites da NASA revelam um padrão de três tipos de grandes tempestades regionais de poeira que ocorrem em sequência às mesmas épocas a cada ano durante a primavera e o verão no hemisfério sul. Cada ano marciano dura cerca de dois anos terrestres.

"Quando olhamos para a estrutura da temperatura em vez da poeira visível, nós finalmente vemos algum…

Lançado documentário sobre os foguetes fantasmas da Escandinávia

Documentário analisa os foguetes fantasmas, um dos casos ocorridos antes do início oficial da Ufologia em 1947

Milhares de documentos foram analisados, e boa parte dos casos, explicada; contudo, existem vários que permanecem inexplicáveis

O início oficial da pesquisa ufológica mundial aconteceu em 24 de junho de 1947, quando o piloto norte-americano Kenneth Arnold observou, voando sobre o estado norte-americano de Washington, nove objetos se deslocando a uma velocidade impossível a qualquer avião da época. Um jornalista, diante da descrição do piloto, terminou por cunhar a expressão disco voador. Contudo, objetos voadores desconhecidos eram observados nos céus muito antes disso, e um dos casos mais famosos envolveu os chamados foguetes fantasmas, principalmente na Suécia e Noruega entre os anos 30 e 40.

Há relatos desses objetos surgindo em meio à Segunda Guerra Mundial, por volta de 1944, mas eram então considerados testes de armas dos nazistas. Contudo, a partir de meados de 1946 p…

Um terço do planeta não pode ver a Via Láctea devido à poluição luminosa

Via Láctea registrada por astrofotógrafo em Santa
Rita de Caldas, MG (Foto: Régis Júnior / VC no G1)

Mapa permitirá estudo sobre efeito da luz sobre a saúde e o meio ambiente.
Níveis de poluição luminosa quase não são medidos, dizem cientistas.

Mais de 80% da humanidade vive sob céus repletos de luz artificial, e um terço da população mundial não consegue ver a Via Láctea, segundo um novo atlas mundial da poluição luminosa.
O mapa, publicado na sexta-feira (11) pela revista americana ScienceAdvances, permitirá estudar a iluminação artificial como um poluidor com impacto potencial sobre a saúde e o meio ambiente, explica a equipe internacional de pesquisa que elaborou o estudo.

"Este novo atlas fornece uma documentação essencial do meio ambiente noturno no momento em que a tecnologia de diodos emissores de luz (LED) se impõe cada vez mais no mundo", explica o chefe da equipe, Falbio Falci, pesquisador do Instituto Italiano da Tecnologia e da Ciência da Poluição Luminosa.
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Em um sistema planetário distante, astros já encenam a futura destruição da Terra

POR SALVADOR NOGUEIRA
Convido-o agora a fazer uma visita ao futuro distante do Sistema Solar, daqui a 6 bilhões de anos. O interior do Sol, a essa altura transformado numa inchada e imensa estrela gigante vermelha que ficou apenas um pouco menor do que a órbita da Terra, quase engolfando-a, já não terá mais combustível nuclear para seguir produzindo energia.

Estrelas modestas, como ele, terminam sua vida não numa explosão cataclísmica como uma supernova, mas num suave apagar das luzes. Enquanto sua atmosfera exterior é soprada para fora, o núcleo passa a ser comprimido pela força da gravidade até se condensar num objeto bem compacto, com tamanho não muito maior que o da própria Terra — mas ainda boa parte de sua massa original. A esse cadáver estelar se dá o nome de anã branca.

Embora esse processo seja tranquilo, se comparado à morte de estrelas maiores, ele ainda assim causou um tremendo rebuliço ao Sistema Solar. Mercúrio e Vênus foram engolidos pelo Sol enquanto ele se tornava um…

Astrônomos acham planeta gigante com dois sóis na zona habitável de seu sistema

POR SALVADOR NOGUEIRA

Já estamos fartos de saber que há planetas que orbitam em torno de duas estrelas simultaneamente. Também cansamos de ver planetas gigantes, e conhecemos um bocado de planetas na zona habitável. Mas agora encontramos tudo isso num único pacote: um planeta do tamanho de Júpiter girando em torno de uma estrela binária na região ideal para o surgimento da vida.

O planeta em si, como um inóspito gigante gasoso, não seria um propício ao surgimento de formas biológicas. Mas ele provavelmente tem luas, e esses satélites naturais, se fossem grandes o suficiente, poderiam ser capazes de abrigar vida. Agora sinta um frio na espinha ao pensar na visão do céu que teríamos numa lua-oceano orbitando um gigante gasoso que por sua vez gira em torno de dois sóis. Uau.

O anúncio da descoberta foi feito nesta segunda-feira (13), durante a 228a Reunião da AAS (Sociedade Astronômica Americana), que está rolando a todo vapor na cidade de San Diego, na Califórnia, e terá ainda outras n…

Formação celeste misteriosa aparece em novas cores

A Bolha Loop I certamente está lá, embora ninguém saiba a distância desse "lá". [Imagem: ESA/Planck Collaboration]

Mistério celeste

Cinquenta anos atrás, os astrônomos se depararam com um mistério, um mistério gigantesco, ocupando quase o céu inteiro. Eles o chamaram de Bolha Loop I.

Ainda hoje o mistério não está elucidado e ninguém sabe bem como esta estrutura cósmica colossal se formou.

Mas, se serve de consolo, agora temos a melhor imagem dela, graças ao telescópio Planck.

A Bolha Loop I é mais visível no hemisfério norte do céu.

Nesta imagem ela aparece na forma de um arco amarelo, que esmaece até o roxo, chegando ao hemisfério sul, completando o círculo da bolha. A banda azul que atravessa a imagem na horizontal é o plano galáctico.

Bolha Loop I

A Bolha Loop I é uma formação quase circular que cobre um terço do céu. Ela provavelmente é uma bolha esférica, que se estende por mais de 100º, o que a torna mais larga do que 200 luas cheias.

Mas ninguém sabe seu tamanho abs…

Eric Schmidt, do Google, está bem tranquilo em relação ao futuro da inteligência artificial

O Google está trabalhando em um botão para destruir robôs, mas apesar disso Eric Schmidt acha que não há nada com o que se preocupar porque “o estado da Terra” não permite esses cenários em que inteligências artificiais assassinas ganham força. Em outras palavras, ele pede para colocarmos os pés no chão.

Falando na conferência Brilliant Minds em Estocolmo, na Suécia, Schmidt reconheceu os temores de uma superinteligência artificial que pessoas como Stephen Hawking e Elon Musk já admitiram ter. Musk até chegou a dizer que o Google é a única empresa que mexe com AI e que amedronta ele.

A resposta de Schmidt foi bem direta. Stephen Hawking? Um cara brilhante! Mas não é um cientista da computação. Elon Musk? Também é brilhante, e também não é um cientista da computação.

Ele disse:

O cenário que você está descrevendo é um em que os computadores ficam tão espertos que vão querer nos destruir em algum momento com a sua inteligência artificial devido a algum bug. Minha questão é: você acha q…

As novidades sobre o computador mais antigo do mundo

O avançado Mecanismo de Anticítera foi descoberto em 1901 num navio naufragado perto de Creta, maior ilha da Grécia. Ele é considerado o primeiro computador do mundo.

Uma investigação de décadas sobre o dispositivo de 2.000 anos de idade está revelando novos detalhes sobre este misterioso dispositivo – por exemplo, ele pode ter sido usado para algo além da astronomia.

O Mecanismo de Anticítera é uma das descobertas arqueológicas mais fascinantes e importantes já feitas, e revela as notáveis ​​capacidades tecnológicas e de engenharia dos gregos antigos, bem como seu excelente entendimento da astronomia.

Semelhante a um relógio, este conjunto de engrenagens de bronze e mostradores foi utilizado para prever eclipses lunares e solares, assim como a posição do sol, da lua e dos planetas.

Ele não era programável no sentido moderno, mas é considerado o primeiro computador analógico do mundo. Datado de cerca de 60 a.C., nada como ele iria aparecer no milênio seguinte.



Uma análise de perto
Os…