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Marte está se aproximando da Terra e brilhará muito no céu

Entre junho e julho de 2018, o Planeta Vermelho cruzará com a Terra na menor distância dos últimos 15 anos; no dia 31 de julho, ele estará o mais visível (e luminoso possível) no céu

Entre os meses de junho e julho deste ano, o céu noturno ganhará um ponto alaranjado muito forte. Esse sinal de luz é apenas uma exibição do planeta Marte, que está se aproximando da Terra a cada dia mais e tornando-se mais visível para nós.

O encontro dos dois planetas é resultado do movimento de translação, ou seja, a órbita que cada um deles realiza para completar uma volta completa em torno do Sol.

Enquanto a Terra demora aproximadamente 365 dias e 6 horas para completar esse trajeto, Marte realiza o percurso em cerca de 26 meses em uma órbita um tanto quanto achatada, particularidade que faz com que ele se aproxime de nós de dois em dois anos.

Durante essa aproximação, as distâncias entre os dois planetas vai diminuindo e permitindo que nós, terráqueos, consigamos ver um brilho alaranjando passando…
Postagens recentes

O clima extremo de Vênus pode mudar a duração dos dias no planeta, segundo simulação

Por: Ryan F. Mandelbaum

Vênus pode se parecer com a Terra, com seu tamanho parecido e a presença de uma atmosfera grossa, cheia de dióxido de carbono. Mas quanto mais os cientistas o observam, maiores são as surpresas vindas do segundo planeta mais próximo do Sol.

Novos resultados de uma simulação seguem ilustrando uma estranha imagem de nosso vizinho nocivo. Parece que uma interação entre as montanhas do planeta e sua atmosfera poderiam criar ondas fortes o bastante para mudar a duração do dia em Vênus em até dois minutos.

Vamos entender este estranho planeta com que estamos lidando. Um rotação completa de Vênus leva 243 dias terráqueos, enquanto uma única órbita em torno do Sol leva 225 dias. Entretanto, o planeta rotaciona na direção oposta à da Terra, portanto, se consideramos um “dia” a virada completa por um planeta, então o Sol na verdade nasce duas vezes em um só dia em Vênus. Enquanto isso, seus topos de nuvem orbitam o planeta a cada quatro dias terráqueos, e a atmosfera em…

Vídeo feito a partir de dados de sonda da NASA mostra como seria sobrevoar a superfície de Marte

Por: Ryan F. Mandelbaum

Existem várias coisas incríveis que você pode fazer com dados. Como, por exemplo, esta animação da superfície de Marte.

Este é o trabalho mais recente do artista visual Seán Doran, usando dados reais coletados pela câmera HiRISE, no Orbitador de Reconhecimento de Marte (MRO, na sigla em inglês), da NASA. Claro, não são imagens reais, e elas exigiram muito processamento para se chegar a esse efeito realista. Mas a produção traz uma impressão empolgante de como seria sobrevoar a superfície marciana.

“A qualidade e fidelidade dos dados que a HiRISE oferece a possibilidade de que uma fotografia virtual da superfície marciana seja tirada”, Doran contou ao Gizmodo, por meio de mensagem no Twitter. “Não é tão bom quanto estar lá, mas é a segunda melhor coisa!”

O conjunto de dados atualizado retrata o Gorgonum Chaos — um terreno acidentado e cheio de fendas supostamente moldado pela água no hemisfério sul de Marte. A câmera HiRISE registra luz visível em altíssima res…

Como começou essa história de transmitir informações sem fio

Por: Adam Clark Estes

A meio caminho entre o Brooklyn e Montauk, uma cúpula de aço apoiada em pernas de madeira uma vez olhou por cima do estuário de Long Island e para além do horizonte. Construída nos primeiros anos do século 20, a Wardenclyffe Tower serviu como peça central de um laboratório de cientistas loucos da vida real. Puxando alavancas, rindo maniacamente –era onde esse tipo de coisa deveria acontecer. E quase aconteceu.

O nome desse cientista louco era Nikola Tesla, cuja missão era criar uma maneira de enviar eletricidade sem fio até Londres. Graças ao financiamento de grandes nomes de Wall Street, como JP Morgan, o laboratório poderia ter sido o berço do nosso futuro sem fio. O único problema? A cúpula e suas ambições foram destruídas devido a más decisões de negócio e muito azar, bem antes de Tesla conseguir realizar seus sonhos.

Os primórdios da tecnologia sem fio foram marcados por luta e confusão, mas também por exemplos gloriosos de realizações científicas. A tecnol…

Buracos de minhoca podem já ter sido detectados, propõem físicos

Instantâneo de uma simulação na qual dois buracos negros se fundem. A colisão de dois buracos de minhoca rotativos desencadearia uma deformação similar do espaço-tempo, mas deixaria "ecos" no sinal que podem ser detectados. [Imagem: LIGO LabCaltech/MIT]

Túneis no espaço-tempo

Ainda é uma ideia especulativa - uma hipótese -, mas uma daquelas que pode revolucionar a astrofísica e trazer um novo nível de interesse para a ciência e para as viagens espaciais.

Pablo Bueno e seus colegas da Universidade de Leuven, na Bélgica, afirmam que a humanidade já pode ter detectado buracos de minhoca.

Os buracos de minhoca - ou Pontes de Einstein-Rosen - são, teoricamente, túneis no espaço-tempo. Atravessando-os seria possível "saltar" de um ponto no espaço para outro, muito distante, sem precisar percorrer as longas distâncias que os separam.

Esses túneis espaço-temporais ganharam popularidade por meio dos filmes de ficção científica, mas têm sido foco de atenção dos físicos há d…

Bits viram piscadas de luz para acelerar computadores

Visualização artística de um circuito integrado comunicando-se por luz, em vez de elétrons, para permitir uma comunicação mais rápida e eficiente em termos energéticos. A chave é o novo interruptor eletro-óptico. Uma fibra óptica (a partir da esquerda) serve de referência de tamanho.[Imagem: ETH Zurich]

Bits fotônicos

Pesquisadores da área de fotônica criaram um microcomponente que traduz os bits 0 e 1 da linguagem digital, que são tipicamente sinais elétricos nos processadores e memórias, em bits de luz, ou fotônicos, que têm velocidades dez vezes maiores do que as tecnologias atuais.

O componente é um modulador eletro-óptico, que converte sinais elétricos em pulsos de luz prontos para viajar pelos cabos de fibras ópticas. Além disso, o processamento de dados com luz promete ser muito mais veloz e consumir uma fração da energia usada pelos processadores atuais, o que significa que eles virtualmente não vão esquentar, permitindo ganhos adicionais de velocidade.

"Tal como acontec…

Nervos artificiais dão sentido de toque a próteses e robôs

A funcionalidade dos nervos biológicos sensoriais foi reproduzida com a ajuda da eletrônica orgânica. [Imagem: Yeongin Kim et al. - 10.1126/science.aao0098]

Nervos mecanossensoriais artificiais

Pesquisadores dos EUA e da Coreia do Sul se juntaram para desenvolver nervos mecanossensoriais artificiais que emulam os nervos sensoriais biológicos aferentes.

Nervos aferentes são aqueles que recebem os estímulos do ambiente, por isso são conhecidos também como neurônios sensoriais.

A equipe usou os nervos mecanossensoriais artificiais para controlar a perna de um inseto com deficiência, distinguir caracteres em braille e detectar uma série de texturas diferentes, mostrando que o material, construído com compostos orgânicos flexíveis, pode funcionar como uma pele artificial de alto desempenho.

Dispositivos que imitam o processamento de sinais e a funcionalidade dos sistemas biológicos podem simplificar o projeto de sistema bioinspirados e reduzir o consumo de energia.

"Os mecanismos de …