segunda-feira, 25 de maio de 2015

Noite dos Óvnis? Ela se repete todos os dias, juram os ufólogos


A região, possui clima e geografia propícios para o avistamento de óvnis. Foto: Divulgação

Segundo especialistas, a região do Vale do Paraíba possui clima e geografia propícios para o avistamento de óvnis

João Paulo Sardinha
São José dos Campos

O balé aéreo termina com o pouso certeiro na Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí.
À primeira vista, parece um voo de asa-delta no cenário marcante da Serra da Mantiqueira. A hipótese, entretanto, é descartada imediatamente. Afinal, o que se vê é um show de luzes piscantes, em cores intensas entre as montanhas.
Do que se trata? Essa é a resposta que centenas de pessoas esperam encontrar. O Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores recebe, mensalmente, 150 relatos como o descrito acima.
Histórias vindas dos quatro cantos do país. Mas boa parte delas ocorrida em locais como a Serra da Mantiqueira ou o Litoral Norte.
O motivo é simples. A região possui clima e geografia propícios para o avistamento de óvnis --sigla para objeto voador não identificado. Quem garante são astrônomos, ufólogos e estudiosos em geral do assunto.
Todos os meses, luzes misteriosas aparecem nos céus da RMVale. Quem as enxerga, por vezes, evita o assunto. Afinal, quem vai acreditar?

Estudos. Em São José, um grupo de estudiosos no assunto não só acredita, como se aprofunda no tema em encontros mensais.
“Há muito relato de aparição de óvnis na região. É considerado um dos lugares de maior incidência de aparição, ao lado da região de Limeira, Sul de Minas Gerais e Amazônia”, diz o funcionário público Mauro Baère, 51 anos, um dos fundadores do Grupo de Estudos Ufológicos 19 de maio.
O nome do grupo faz menção à Noite Oficial dos Óvnis, episódio que completou 29 anos esta semana. Em 19 de maio de 1986, centenas de pessoas disseram avistar objetos voadores nos céus de São José. Um desses espectadores era o então presidente da Petrobras, Ozires Silva.

Frequência. O fato ficou conhecido no mundo inteiro. O que pouca gente imagina é que noites como aquela, embora menos intensas, seriam frequentes na região. Em janeiro, relatos semelhantes foram registrados em São José, São Bento do Sapucaí e Taubaté.
“Nunca houve na região outro caso da magnitude da Noite Oficial, mas os relatos são frequentes. Em janeiro deste ano, várias pessoas de diferentes cidades, incluindo eu, viram um par de luzes brilhantes como se fossem planetas”, conta o astrônomo Eduardo Oliveira, de Taubaté.
Um desses avistamentos foi na Pedra do Baú. Seria um voo de asa-delta ou óvni? Que tal olhar para o céu hoje?

FONTE: http://www.ovale.com.br/

Senador norte-americano observou UFOs na Rússia em 1955


Documentos liberados revelam o avistamento de um senador norte-americano em 1955

Richard B. Russell, acompanhado de dois auxiliares, observou dois UFOs em território soviético em plena Guerra Fria, e a CIA e o FBI se envolveram no caso

Richard B. Russell foi um dos mais infuentes senadores dos Estados Unidos durante a Guerra Fria, e até seu falecimento em 1971 cumpriu 38 de serviços, chegando a ser líder do Comitê de Serviços Armados. Em 04 de outubro de 1955, acompanhado por auxiliares, viajava por uma estrada de ferro na região Transcaucasiana, na então União Soviética, quando observou dois UFOs que aparentemente haviam decolado de um local próximo aquele por onde o trem passava.

Russell rapidamente chamou seus acompanhantes, o tenente-coronel Hathaway e o intérprete Ruben Efron, e pela janela observaram dois objetos com formato discóide. Os UFOs decolaram um após o outro, desaparecendo nos céus. O senador e seus ajudantes apresentaram um relato de seu avistamento para a Força Aérea norte-americana (USAF) e agências de segurança quando chegaram à embaixada dos Estados Unidos em Praga. O tenente-coronel Thomas Ryan, adido na embaixada, preencheu um informe ultrassecreto da Inteligência da Força Aérea após encontrar-se com o trio, em 14 de outubro de 1955.

Ryan então escreveu que seu informe era "baseado na descrição das testemunhas a respeito da ascenção e voo de aeronaves não convencionais, por três observadores dos Estados Unidos altamente confiáveis". A documentação foi obtida graças à Lei de Liberdade de Informações por parte do Fundo para Pesquisa de UFO (Fufor). O documento descreve como Hathaway descreveu para Ryan que Russell foi o primeiro a ver os UFOs, e que embora se dissesse na época que essas coisas não existiam, todos puderam observá-los. Também descreve como um dos discos voadores subiu devagar e verticalmente, e a uma altitude de cerca de 1.800 m disparou em alta velocidade no rumo norte. O outro UFO fez o mesmo dentro de um minuto, e a área de onde decolaram aparentava estar de 1,6 a 3,2 km da linha do trem.

CIA E FBI ENVOLVIDOS

Uma quarta testemunha não identificada foi entrrevistada sobre o avistamento por agentes da Agência Central de Inteligência (CIA), descrevendo que os UFOs pareciam flutuar sem fazer ruído ou deixar rastros de propulsão ou outros. Em 18 de outubro de 1955 o secretário de estado John Foster Dulles foi informado a respeito do incidente, e em 04 de novembro o Bureau Federal de Investigação (FBI), elaborou um memorando afirmando que o testemunho do tenente-coronel Hathaway evidenciava a existência de discos voadores. Detalhes sobre o caso vazaram, e o jornalista Tom Towers do Los Angeles Examiner procurou o senador Russel.

Richard B. Russel respondeu: "Eu discuti essa questão com as agências do governo envolvidas, e eles foram de opinião de que não é sábio tratar publicamente desse assunto neste momento. Lamento muito não poder ajudá-lo". O veterano pesquisador Bruce Maccabee, consultado a respeito do caso, afirmou: "Esses documentos mantidos por tanto tempo em segredo são de tremenda importância, porque mostram pela primeira vez que um dos mais poderosos senadores dos Estados Unidos observou um UFO e relatou seu avistamento. Os documentos também provam que os UFOs existem, e como a CIA tratou do assunto seriamente".

FONTE: REVISTA UFO

A astronauta Sally Ride é homenageada pelo Google com uma série de doodles em seu 64º aniversário



Em comemoração do 64o aniversário de Sally Ride a gigante Google lançou uma série de cinco doodles animados em comemaração ao 64º aniversário da astronauta norte-americana que capturou a imaginação da nação como um símbolo da capacidade das mulheres para romper barreiras. Mas seu vôo histórico representou apenas um aspecto de uma vida notável e multifacetada. Ela também foi uma física, e uma escritora que deixou as crianças cada vez mais interessadas em aprender ciência e inspirou inúmeros jovens.


Sally Ride teve a capacidade de inspirar os jovens.

Sally disse:

“Em todo lugar que eu vou eu conheço garotas e rapazes que querem ser astronautas e explorar o espaço, ou que amam o mar e querem ser oceanógrafos, ou eles amam os animais e querem ser zoólogos, ou eles adoram projetar coisas e querem ser engenheiros. Eu quero ver essas mesmas estrelas em seus olhos em 10 anos e sei que eles estão a caminho!”

Formada em Física e Inglês pela Universidade de Stanford, Ride foi uma das 8 mil mulheres que responderam a um anúncio da NASA, para selecionar o primeiro grupo de astronautas femininas do programa espacial norte-americano em 1978.1 Selecionada, com mais cinco mulheres – Anna Fisher, Judith Resnik, Kathryn Sullivan, Shannon Lucid e Rhea Seddon -, ela completou o curso de qualificação em 1979. Como parte de seu aprendizado ou aprendizagem, atuou como CAPCOM (o comunicador com a nave e a tripulação em voo direto de Houston) das segunda e terceira missões do ônibus espacial (“nave espacial” em português de portugal) e ajudou a desenvolver o braço robótico canadense acoplado ao espaço de carga do ônibus espacial.

Em 18 de junho de 1983, Ride entrou para a história como a primeira americana a subir ao espaço, como integrante da tripulação da Challenger, na missão STS-7, que colocou em órbita dois satélites de comunicação, realizou experimentos farmacêuticos e foram os primeiros tanto a colocar um satélite em sua órbita no espaço, quanto em recolher outro avariado para dentro do ônibus espacial.

Ao final de seu segundo vôo espacial no ano seguinte, missão STS-41-G também como tripulante da Challenger, Sally passou a acumular 343 horas de permanência no espaço. Ela treinava para uma terceira missão quando ocorreu o acidente que destruiu a Challenger, matou sua colega de turma pioneira Judith Resnik, paralisou o programa espacial americano por quase três anos e a impediu de voar mais uma vez.

Em 1987, após ter se tornado uma líder e exemplo para todas as mulheres americanas que desejavam ser astronautas e ser uma das investigadoras oficiais das causas do acidente, ela deixou a NASA para trabalhar em sua alma-mater, a Universidade de Stanford, lecionar física na Universidade da Califórnia. – UCLA, e dirigir o Instituto Espacial da Califórnia. Em 2003, ela foi convidada pela agência a fazer parte da equipe de investigação das causas da tragédia com a Columbia, tornando-se a única astronauta a participar das duas investigações.

Sally morreu em 23 de julho de 2012, por problemas decorridos de um câncer no pâncreas. Foi casada com o também astronauta Steven Hawley. De 1985 até seu falecimento, viveu com a Dra. Tam E. O’Shaughnessy, relacionamento revelado somente em seu obtuário e confirmado pela sua irmã.



FONTE: www.google.com.br

Dicas de leitura ufológica

Grande parte dos livros abaixo podem ser encontrados em sebos físicos ou virtuais, alguns já foram lidos por mim como o "LIVRO VERMELHO DOS DISCOS VOADORES", do professor Flávio Pereira falecido em 2013, livro este usado como fonte de informação por militares da FAB (Força Aerea Brasileira), quando deparados com casos ufológicos. Fica aqui a dica para quem não conhecia e para nova geração.


















Boa leitura!

Podemos estar vivendo dentro de uma Matrix — e quem diz isso é um diretor da Nasa



Toda uma espécie vivendo dentro de um simulador controlado por uma espécie de programador. Lembra e muito a trilogia Matrix, sucesso de bilheteria no final dos anos 2000, mas pode ser a situação da raça humana. E quem faz tal proposição, de que vivemos em um universo simulado, é simplesmente um dos cientistas mais renomados da Nasa, Rich Terrile.

Diretor do Centro de Computação Evolucionária e Design Automotivo no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, Terrile acredita que podemos viver em uma simulação na qual o responsável pelo controle seria uma espécie que vive no futuro — e, inclusive, pode ser a própria raça humana.

A teoria é complexa e cita a Lei de Moore, na qual se acredita que a evolução no processamento das máquinas permite que, em algum momento da história, seja capaz de se criar um simulador desse tipo.

“Encontro uma grande inspiração nessa teoria e vou contar o porquê: ela me diz que estamos a beira de construir um universo simulado e que ele pode se tornar algo vivo dentro de uma simulação. E nossas simulações podem criar simulações. O intrigante é que, se existe um criador para nosso mundo no futuro e ele será nós, significa que ha um criador para nosso mundo e ele também é composto por nós. Isso significa que somos tanto Deus quanto servos de Deus”, afirma o cientista em entrevista ao site VICE.

Para Terrile, a consciência é algo tão bem arquitetado e “mágico” que só pode ser fruto de uma simulação de computador. De acordo com ele, a consciência inclusive pode ser passada para uma máquina em até 30 anos através de engenharia reversa em nosso cérebro ou fazendo com que circuitos sejam evoluídos a ponto de chegarem em nossa velocidade de sinapse.

Caso essas teorias se confirmem, segundo ele, a “Matrix” real é uma possibilidade que cresce.

Apesar de parecer totalmente maluca, a teoria da “Matrix” real é corroborada por gente importante dentro do mundo acadêmico. Nick Bostrom, chefe do Oxford University Future of Humanity Institute, no Reino Unido, é um dos que levantam a bandeira proposta por Terrile.

Para o cientista da Nasa, o simulador em questão cria a nossa realidade e simula o curso da humanidade por diversos motivos, “desde pura diversão até mesmo para recriar momentos históricos”. A máquina seria tão evoluída que é capaz de controlar todas as bilhões de pessoas que vivem no mundo sem que elas percebam.

FONTE: br.noticias.yahoo.com

Carl Sagan


Carl Sagan

Descoberta galáxia mais quente que se conhece


Mais de 99% da radiação emitida pela galáxia superquente é calor. [Imagem: NASA/JPL-Caltech]

Galáxia mais quente

O telescópio espacial WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer), que observa o Universo no infravermelho, descobriu a galáxia mais quente que se conhece.

A galáxia revela o calor em seu interior com um brilho na faixa do infravermelho equivalente a 300 trilhões de sóis.

"Nós estamos olhando para uma fase muito intensa da evolução galáctica," disse Chao-Wei Tsai, do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, líder da equipe. "Essa luz deslumbrante pode vir do maior surto de crescimento no tamanho do buraco negro da galáxia."

A galáxia quente por enquanto atende pelo complicado nome de WISE J224607.57-052635.0.

Buracos negros supermassivos crescem capturando gás e matéria em um disco ao seu redor. Conforme esse material é sugado pelo buraco negro, esse material aquece a temperaturas de milhões de graus, liberando radiação na faixa do visível, ultravioleta e raios X.

Essa radiação incide sobre a poeira interestelar ao redor e, à medida que a poeira se aquece, ela irradia luz em comprimentos de onda maiores, a luz infravermelha, indicando o calor escaldante no núcleo galáctico.

Buraco negro precoce

Esta explicação, porém, traz seus próprios problemas, uma vez que não se imaginava ter sido possível a existência de um buraco negro deste tamanho apenas 1,3 bilhão de anos após o Big Bang - a galáxia está a 12,5 bilhões de anos-luz de nós, enquanto se calcula o Big Bang há 13,8 bilhões de anos.

O observatório WISE já encontrou cerca de 20 dessas galáxias superquentes, que os astrônomos estão chamando de ELIRGs, sigla em inglês para extremely luminous infrared galaxies, ou galáxias extremamente luminosas no infravermelho.

Na verdade, 99% da luz emitida pela galáxia superquente é infravermelho, o que explica porque outros telescópios não haviam conseguido detectá-la - o WISE varre o céu inteiro observando em infravermelho com alta sensibilidade.

FONTE: http://www.inovacaotecnologica.com.br/