terça-feira, 19 de agosto de 2014

Mais dois interessantes relatos de nossa amiga Eliane S Moraes de Oliveira


Santo Antonio da Platina PR

Eliane S moraes de oliveira
cidade : Santo Antonio da platina PR
ano: 2008

Estavamos pronto de mudança para a Cidade de Jaú SP...e na ultima noite em Santo Antonio da Platina
presenciamos algo inesperado ...
estava eu e minhas duas filhas e uma vizinha que passava a noite com a gente em casa( pois meu marido já estava em Jaú)
Quando por volta das 00:00Hs... ouvimos barulhos no quintal e então levantamos pois achávamos que podia ser um ladrão...
para nossa surpresa havia aparecido uma luz atrás do vidro da porta da sala...como uma grande lanterna..ai ouvimos como
um animal muito bravo, pois rosnava alto..minha vizinha pediu que abrisse o vidro da porta...eu com todo aquele medo discordei dela e não deixei abrir..
porém minha filha abriu um pouco da janela quando e foi ai que ficamos pasmos com aquela visão..o que estava la fora era grande, do tamanho de um ser humano adulto, porém andava de quatro no chão..não tinha pelos, era só pele e com garras enormes..batia com cabeça no muro da frente.. como em um desespero...fechamos a porta correndo apavoradas..e assim que os cachorros da vizinhança começaram a latir ele parou com os barulhos, ouve um silencio e então voltamos de ponta de pé para a cama.
No outro dia saímos no quintal e encontramos rastros de unhas no chão do quintal todo..ate no cimento da área que tínhamos enfrente da casa..o quintal estava forrado de folhas de um pé de goiaba que tínhamos como se tivesse passado um vendo forte.
experiência aterrorizante.



Sonho Real


Na noite de sábado para o Domingo, 16/17 agosto
Eu acabara de me deitar..em um estado de quase sono..ouvi um barulho nos fundos
de minha casa, momento em que minha cachorra começou a latir.. de repente me vejo no fundo de casa, de pijama do lado de uma nave pequena, cinza e sem luz... eu em um estado de alegria me pego sorrindo para ela...e então se passa um vazio em mim..ate o amanhecer do outro dia quando uma amiga vem até minha casa e ao lado da minha cama me chama... então eu me vejo outra vez como em um túnel
sendo puxada de volta e a imagem que fica são muitas estrelas.. novamente rindo para aquilo que estou deixando... acordo com minha amiga me chacoalhando na cama.
obs:. tenho um amigo muito intimo que é Místico..ele veio à minha na manha neste mesmo domingo e me disse: "SONHEI COM VC..SONHEI QUE TINHA UMA NAVE CINZA E PEQUENA NA SUA CASA...", isso me deu a certeza que algo de fato ocorreu me deixando maravilhada.


Agradeço mais uma vez a colaboração da minha amiga irmã, Eliane S Moraes de Oliveira, por tão gentilmente colaborar com suas incríveis experiências.

FONTE: Eliane S Moraes de Oliveira/Jaú SP

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Como alimentar o mundo e ainda produzir biocombustíveis

Turbinando as plantas

Um organismo fotossintetizante utiliza a luz solar e o dióxido de carbono para produzir açúcares que alimentam o organismo, liberando oxigênio para a atmosfera.

Mas a fotossíntese é um processo relativamente ineficaz, geralmente capturando apenas cerca de 5% da energia disponível, dependendo de como a eficiência é medida.

No entanto, algumas espécies de plantas, algas e bactérias evoluíram para se tornar mais eficientes, otimizando mecanismos que reduzem as perdas de energia ou melhorando a disponibilização do dióxido de carbono para as células durante a fotossíntese.

Existem inúmeros projetos de pesquisas tentando dar uma mãozinha à evolução, desenvolvendo técnicas para otimizar ainda mais a fotossíntese - sem contar as tentativas reproduzi-la sinteticamente por meio da fotossíntese artificial.

Três dessas equipes acabam de ganhar a confiança - e o dinheiro - da Fundação Nacional de Ciências dos Estados Unidos (NSF) e do Conselho de Pesquisas em Ciências Biológicas e Biotecnológicas do Reino Unido (BBSRC) para prosseguirem em suas abordagens para aumentar a eficiência da fotossíntese.

O objetivo de longo prazo é desenvolver métodos para aumentar a produtividade de culturas importantes, plantadas para a produção de alimentos e biocombustíveis sustentáveis.

Fotossíntese plug-and-play

Diagrama do conceito da fotossíntese plug-and-play. [Imagem: Zina Deretsky/NSF]

Alguns micróbios unicelulares captam a energia solar e a convertem em combustível para sua autorreplicação.

O conceito de fotossíntese plug-and-play (conectar e funcionar, em tradução livre) visa distribuir a captura e a conversão de energia para dois ambientes diferentes, de modo que cada ambiente possa ser otimizado para máxima eficiência em seu respectivo papel.

O objetivo da equipe da Dra. Anne Jones, da Universidade Estadual do Arizona, é captar a energia não utilizada, que é dissipada, usando para isso uma célula fotossintética, que transferirá a energia gerada para uma segunda célula para a produção de combustível.

Para fazer essa transferência de energia, a equipe pretende dar um novo uso aos nanofios bacterianos, pequenos fios condutores de eletricidade encontrados em algumas bactérias, com funções que não são ainda completamente compreendidas.

Esses fios serão manipulados por bioengenharia para formar uma ponte elétrica entre as células solares e as células produtoras de combustível - os fios vão conduzir a energia de uma para a outra.

MAGIC - Abordagem Multi-Nível para Geração de Dióxido de Carbono

O projeto Magic está criando uma bomba de dióxido de carbono alimentada por luz. [Imagem: John H. Golbeck/Universidade da Pensilvânia]

O objetivo é projetar uma bomba de dióxido de carbono alimentada por luz que irá aumentar a disponibilidade de dióxido de carbono para a enzima que promove a fotossíntese e, assim, aumentar a eficiência fotossintética.

Através da engenharia genética, a equipe já reprojetou uma proteína sensível à luz, chamada halorodopsina, encontrada em um micróbio unicelular chamado Natronomonas pharaonis, que ajuda o micróbio a manter o equilíbrio químico correto bombeando cloreto.

A forma geneticamente modificada da proteína, em vez de bombear cloreto, bombeia dióxido de carbono, que está presente como bicarbonato nas células.

Para avaliar a eficácia da sua bomba alimentada por luz, a equipe implantou-a em uma vesícula artificial. Essa vesícula contém um corante cujo brilho é proporcional aos níveis de dióxido de carbono no interior da vesícula.

A equipe pretende usar o novo financiamento para incorporar a bomba em células de plantas para determinar se o aumento na disponibilidade de dióxido de carbono irá aumentar o crescimento das plantas.

O projeto MAGIC (Multi-Level Approaches for Generating Carbon Dioxide) é coordenado pelo professor John Golbeck, da Universidade do Estado da Pensilvânia.

CAPP - Combinando Algas e Fotossíntese Vegetal

O projeto CAPP quer transplantar componentes das algas para as plantas. [Imagem: Moritz Meyer/Howard Griffiths]

A Chlamydomonas, uma alga unicelular, tem seu próprio pirenoide, uma estrutura esférica que ajuda a alga a assimilar carbono para melhorar sua eficiência fotossintética.

O objetivo da equipe é transplantar o pirenoide e seus componentes associados da alga para plantas superiores, com a esperança de melhorar a eficiência fotossintética dessas plantas e, assim, sua produtividade.

Até agora, a equipe identificou novos componentes do pirenoide e fez progressos no desenvolvimento de um sensor à base de proteínas que será usado para comparar os níveis de bicarbonato em vários compartimentos celulares nas algas.

Esse sensor será usado para ajudar a explicar o mecanismo de concentração de carbono da alga e ajudar a avaliar a eficácia do pirenoide depois de ele ter sido transplantado para as plantas.

O projeto CAPP (Combining Algal and Plant Photosynthesis) é coordenado pelo professor Martin Jonikas, da Universidade de Stanford.

FONTE: SITE INOVAÇÃO TECNOLOGICA

domingo, 17 de agosto de 2014

Brasil e Argentina se aproximam juntos das estrelas



Brasil e Argentina estarão em breve mais perto das estrelas quando instalarem na província argentina de Salta uma antena paraboloide de 12 metros de diâmetro que melhorará a qualidade das pesquisas na área da astronomia.
Trata-se do projeto Llama (sigla de Long Latin American Millimetre Array), que implica um investimento de US$ 18 milhões financiado em conjunto por Brasil e Argentina, segundo disse à Agência Efe o ministro da Educação, Ciência e Tecnologia da província de Salta, Roberto Dib Ashur.
O novo radiotelescópio, que será instalado cerca de 4.825 metros sobre o nível do mar perto da cidade de San Antonio de Los Cobres (1.634 quilômetros ao noroeste de Buenos Aires) e que começará a funcionar dentro de três anos, impulsionará o desenvolvimento de pesquisas sobre física solar, buracos negros, formações estelares e galáxias.
Este ponto da Puna saltenha, aonde chega o famoso Trem às Nuvens, é uma "parte privilegiada do hemisfério sul do planeta para olhar o Universo" graças à altura, à qualidade dos céus e ao pouco movimento do solo, segundo destacou Dib Ashur.
O projeto Llama é desenvolvido a partir de um convênio entre o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva da Argentina e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
A parte brasileira se comprometeu a comprar o telescópio, enquanto o Estado argentino se encarregará de desenvolver toda a infraestrutura e logística necessária para a instalação do gigantesco aparelho de observação.
Um dos elementos que comprova a importância do projeto é porque sua localização estratégica permitirá realizar pesquisas de forma complementar com o denominado projeto Alma (Atacama Long Millimeter Array).
Alma é uma rede de 60 antenas instalada no Deserto do Atacama, no Chile, por Estados Unidos, Canadá, Japão, Taiwan e países europeus.
"Quando o projeto Llama operar em conjunto à rede que está do outro lado da cordilheira dos Andes será como ter uma antena de 240 quilômetros de diâmetro", afirmou o ministro Dib Ashur.
O trabalho em conjunto entre o projeto argentino-brasileiro e a rede de antenas Alma abrirá uma gama muito ampla de possibilidades para o estudo de diversos fenômenos do Universo, com um avanço na precisão das imagens obtidas.
Para os impulsores de Llama um dado "chamativo" é que a rede montada no Chile teve um custo altíssimo, calculado em US$ 1,4 bilhão, enquanto a única antena financiada por Brasil e Argentina permitirá elevar até dez vezes sua resolução angular, ou seja, a capacidade de detalhe dos estudos, com um investimento muitíssimo menor.
A instalação de Llama terá um impacto significativo na Puna saltenha, que é considerado o lugar por excelência para o desenvolvimento da astronomia observacional na Argentina, por sua altitude e suas condições atmosféricas.
Dib Ashur comentou que um projeto de tal magnitude abre mais possibilidades de levar adiante desenvolvimentos deste tipo e confirmou que há outros projetos pensados em colaboração bilateral junto a Estados Unidos e Rússia.
Para o ministro, o projeto Llama não só chamará a atenção da comunidade científica internacional, mas também afetará o desenvolvimento da indústria turística.
Em paralelo ao projeto Llama será instalado no Cerro Macón, a 360 quilômetros da cidade capital de Salta, um telescópio que custará US$ 600 mil e se estabelecerá ali o Centro Argentino-Brasileiro de Astronomia (ABRAS), que levará adiante ações de parceria internacional com o Instituto Keldysh da Rússia, e observará lixo espacial e objetos que orbitam a terra.

FONTE: YAHOO NOTÍCIAS

FAB libera documentos sobre aparição de óvnis em São José dos Campos


Parecer concluiu que aparição de objetos voadores não identificados nos céus da cidade em 1986 foi um ‘fenômeno sólido’

Xandu Alves
São José dos Campos

Era uma segunda-feira como outra qualquer em São José dos Campos. Chegada a noite, a torre de controle do aeroporto da cidade via os voos rarearem. Mas algo inacreditável marcaria aquela noite na história do país.
Às 20h15, os radares da torre detectam um objeto desconhecido pairando sobre a cidade, com comportamento estranho e inusitado.
No mesmo instante, o avião Xingu prefixo PT-MBZ, que trazia o coronel Ozires Silva, então presidente da Petrobras, também detectou as luzes. Mais do que isso: o piloto e Ozires as viram no céu, reluzentes e multicoloridas.
“As luzes tinham presenças reais, eram alvos primários no radar, alvos positivos, uma coisa concreta”, lembra o ex-presidente da Embraer e atual reitor da Unimonte (Centro Universitário Monte Serrat).
Do chão, dezenas de pessoas também viram os objetos. “Recebemos mais de 60 ligações naquela noite”, diz o fotógrafo Adenir Britto, que trabalhava no jornal Valeparaibano na época.
Os radares em São Paulo e Brasília detectaram as luzes e acionaram jatos nas bases aéreas de Santa Cruz (RJ) e Anápolis (GO) para perseguir aquelas 21 luzes de forma esférica, que chegaram a 100 metros de diâmetro e se deslocavam a velocidades acima de 1.000 quilômetros por hora.
“Tentamos nos aproximar das luzes, mas desistimos. As luzes apagavam e acendiam em lugares diferentes. Observamos variações muito rápidas de velocidade”, diz Ozires.
Após oito horas de aparições inexplicáveis, as luzes sumiram tão repentinamente como haviam aparecido. Elas deixaram o céu para entrar para a história.
O episódio, que ficou conhecido como a “Noite Oficial dos Óvnis no Brasil”, ganhou um capítulo de ouro na semana passada: a liberação de documentos secretos das Forças Armadas com nada menos do que 50 anos de registros de óvnis no país, entre eles o caso de São José.
Trata-se do terceiro e mais importante lote de documentos confidenciais sobre óvnis liberados pelo governo federal, para alegria da comunidade ufológica.
“Considero esta mais uma medida extremamente positiva e transparente por parte de nossas Forças Armadas”, afirmou Ademar José Gevaerd, editor da revista UFO. “Como ela, o Brasil assume papel de vanguarda no mundo no que diz respeito à confirmação da presença alienígena na Terra”.

São José. Organizador da sexta edição do Fórum Mundial de Ufologia, em Foz de Iguaçu (PR), que ocorrerá em novembro deste ano, Gevaerd considera o caso de São José um dos mais emblemáticos da ufologia nacional.
Nos documentos secretos, o brigadeiro-do-ar José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, comandante interino de defesa aérea do então Ministério da Aeronáutica, conclui que “os fenômenos são sólidos e refletem de certa forma inteligência, pela capacidade de acompanhar e manter distância dos observadores como também de voar em formação, não forçosamente tripulados”.
Para Britto, que fotografou as luzes, o episódio ainda é um mistério. Ainda mais depois que os negativos das suas fotos foram confiscados pela Nasa, a agência espacial norte-americana.

Ufólogos do Vale criam expedição para ‘caçar’ ETs
São José dos Campos

Para muitos, eles foram considerados loucos. Para outros tantos, eram desbravadores do misterioso universo espacial. Na região, um grupo de ufólogos profissionais e amadores montou um expedição para “caçar óvnis”.
Por ao menos duas décadas, eles colecionaram relatos de aparições de óvnis na região, além de realizarem diversas “buscas ativas” para flagrar algum episódio.
Um deles foi Walter Oliveira da Silva, ufólogo conhecido em toda a região. Ele relata uma marca circular de oito metros de diâmetro encontrada numa área da Aeronáutica em Guaratinguetá, em 1996, que intrigou os militares.
“O capim estava amassado no sentido horário e sem clorofila, havia vestígios de queimado no centro da marca e em quatro pontos ao redor da mesma. Toda a vegetação fora da marca encontrava-se intacta”.
Em São José, Mário Couto perdeu a conta de quantas madrugadas passou em áreas rurais na região buscando óvnis.
“Foram incontáveis madrugadas na busca de seres extraterrestres. Admito que ainda não tive a experiência que sonhara ter com eles”, diz.

Fotos da época foram confiscadas
O fotógrafo Adenir Britto, de São José, ainda se pergunta o que foi feito das 36 fotos que ele fez dos óvnis que apareceram no céu em São José, em 1986. Na época, um mês após o episódio, o cientista J.J Hurtak, acompanhado de militares brasileiros, foi ao jornal onde Britto trabalhava e confiscou os negativos, que nunca foram devolvidos.

FONTE: http://www.ovale.com.br/

sábado, 16 de agosto de 2014

Biochip, você ainda vai usar um


Implantado no organismo, o dispositivo eletrônico do tamanho de um grão de arroz promete ajudar em diagnósticos e tratamentos sofisticados. Por ora, ganha usos curiosos

Os wearables — gadgets usados como acessórios pessoais, como óculos, relógio e pulseira inteligentes — vêm ganhando terreno no planejamento das gigantes de tecnologia e também no coração dos usuários. Itens de fabricantes como LG, Motorola e Samsung (Apple também deve entrar no mercado em breve) já vêm equipados com sensores para coletar dados sobre a frequência cardíaca, consumo calórico e hábitos de sono. A ideia é cruzar informações e ajudar o usuário a levar uma vida mais saudável, além, é claro, de reunir detalhes sobre rotinas e preferências (de consumo, inclusive), o que pode render muito dinheiro. A oferta é, sem dúvida, atraente. Mas é pouco se comparado ao que vem por aí com os chamados biochips: este são, em certo sentido, a evolução dos wearables.

Com as dimensões de um grão de arroz, esses gadgets — na prática, pequenos circuitos eletrônicos envoltos em uma cápsulo de vidro cirúrgico — já podem ser implantados em seres humanos, mas, por ora, com funções limitadas. Nos próximos dez anos, contudo, eles poderão fornecer dados sobre o organismo que o abriga. Informações como níveis de glicose, ureia, oxigênio, hormônios e colesterol devem ser as primeiras a serem obtidas a partir de fluidos corporais, como o sangue. Essas substâncias serão analisadas ao passar pelos microcanais presentes na cápsula de vidro: microssensores eletrônicos vão identificar a presença de biomarcadores, parâmetros biológicos que sinalizam se a pessoa está doente ou saudável. Isso permitirá, por exemplo, detectar o trânsito de células cancerígenas ou identificar sinais de um infarto iminente. "Os biochips vão acelerar o diagnóstico das doenças, porque são ultrasensíveis. Isso vai permitir exames de análises clínicas mais rápidos e baratos", diz Idagene Cestari, diretora de bioengenharia do Instituto do Coração (Incor).

Para ter acesso às informações coletadas e analisadas pelo biochip, o médico precisará aproximar um gadget, como smartphone, do paciente: os dados serão transmitidos a partir do biochip por meio de ondas de radiofrequência e exibidos na tela do dispositivo externo. Além de tornar o diagnóstico mais eficiente, os biochips podem ajudar no tratamento de doenças crônicas, como diabetes. Os dispositivos diminutos poderão ser implantados no organismo com um "estoque" de insulina, que será liberada todos os dias, de forma automática. O mesmo pode ocorrer no caso de outras doenças, como pressão alta. "Poderemos fazer uma medicina personalizada", diz Idagene.

O projeto desenvolvido por uma startup ligada ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) é o que existe de mais palpável nesse setor. Um biochip implantado sob a pele ou no abdômen da mulher libera diariamente uma pequena dose do hormônio contraceptivo levonorgestrel. A administração do remédio, que pode se estender por até 16 anos, é programada pela paciente ou seu médico através de controle remoto. Caso a mulher decida engravidar, o chip pode ser desativado.

Segundo Ricardo Ferreira Bento, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), especialidades como otorrinolaringologia são pioneiras na exploração de recursos dos biochips. Bento é um dos primeiros responsáveis do Brasil pelo implante coclear, pelo qual o dispositivo é introduzido no ouvido de pacientes surdos — quando não é possível fixar o aparelho no fundo do ouvido, o implante é realizado no tronco cerebral. Esse chip libera impulsos elétricos, normalmente produzidos pela estrutura de um ouvido sadio, que estimulam diretamente o nervo auditivo: o cérebro então interpreta essa informação, e o usuário restaura a capacidade de perceber sons — ainda que eles sejam "robóticos". O paciente dificilmente consegue distinguir as vozes de pessoas diferentes, mas pode falar ao telefone ou acompanhar aulas normalmente. Estima-se que mais de 300.000 pessoas usem esse biochip no mundo.

Ulisses Melo, diretor do Laboratório de Pesquisas da IBM Brasil, afirma que a tecnologia por trás dos biochips já está muito evoluída, mas ainda demanda pesquisas médicas. "É preciso que médicos e cientistas avaliem como conectar esses pequenos implantes ao corpo sem causar reações adversas", diz o especialista. De acordo com Melo, os estudos mais avançadas de biochips estão sendo realizados na Universidade Stanford.

Nos Estados Unidos, a fabricante de biochips Veriteq Corp já tem aval da Food and Drug Administration (FDA), órgão do governo responsável por regulamentar remédios, produtos farmacêuticos, alimentos e cigarro, para vender três modelos de circuitos. O primeiro é o Unique Device Identification (UDI), que possui apenas um número de indentificação que pode ser "lido" por um gadget externo: esse código dá acesso a um banco de dados onde está armazenado o procotolo médico do usuário. O segundo modelo é um chip implantado junto a próteses mamárias, cateteres vasculares e articulações artificiais. O equipamento armazena o número de série e lote dos implantes, dados importantíssimos em caso de recall ou quando a FDA identifica alguma falha nos produtos. Por fim, entre os projetos mais avançados da empresa, está um biochip que monitora a dosagem de radiação recebida por uma pessoa durante tratamentos de radioterapia. Ele evita que pacientes sofram overdose de radiação durante o tratamento de câncer de mama e de próstata.

O número de pedidos de registros de biochips cresce no mercado americano, segundo confirmação do FDA. No Brasil, a competência é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que ainda não registrou nenhum biochip para uso humano. Entre os médicos, o tema ainda causa controvérsia, embora eles reconheçam o potencial da tecnologia. Para Mauro Aranha, vice-presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), os médicos podem implantar dispositivos, desde que sua eficácia esteja demonstrada pela literatura médica. "Antes de fazer o implante, é preciso consultar a comissão de ética do hospital ou o Conselho Regional de Medicina", diz Aranha.


Raio-x do americano Amal Graafstra: biochips de controle de acesso nas duas mãos

Enquanto as pesquisas seguem, usos mais simples do biochip se popularizam. Alguns fabricantes, por exemplo, investem na criação de biochips para automatizar tarefas do dia a dia. E vêm encontrando mercado. O americano Amal Graafstra, de 38 anos, implantou em sua mão um chip de identificação por rádio-frequência (RFID, na sigla em inglês) para substituir as chaves do carro e de casa. "Eu queria algo que fosse conveniente como a biometria e mais fácil e barato", diz o consultor de TI. O microchip só funciona a alguns centímetros do leitor. Como o chip de controle de acesso não tem serventia sem um receptor, Graafstra teve que adaptar a casa, o escritório, o carro e até seu PC para "conversar" com o biochip. Depois, ele implantou um novo chip compatível com NFC, tecnologia presente nos gadgets mais avançados. Agora, ele é capaz de transferir seu cartão de visitas ao aproximar o celular de sua mão.

Hoje, Graafstra mantém uma loja virtual para vender biochips. Chamado de Dangerous Things, o site oferece dispositivos, seringas especiais e bisturis. Até o momento, cerca de 4.000 pessoas de países como Austrália, China e Rússia já adquiriram o produto. O kit básico contém o microchip e instrumentos necessários para o implante e custa 99 dólares. "A loja ainda é um hobby e rende pouco dinheiro. Estou interessando em explorar as possibilidades, não em ganhar uma fortuna", diz Graafstra.

A moda já chegou ao Brasil. Um dos clientes da Dangerous Things é Raphael Bastos, de 28 anos, morador de Belo Horizonte, Minas Gerais. Depois de buscar, sem sucesso, médicos dispostos a implantar o biochip, ele realizou o desejo em um estúdio de piercing. Hoje, destrava computadores, passa por catracas, destranca portas e liga o carro apenas encostando sua mão esquerda em um leitor. "O procedimento dura 20 minutos. No primeiro dia senti dor, mas no segundo já não sentia mais nada", conta Bastos. Neste ano, ele vai abrir a Biotek, primeira revenda brasileira de biochips de controle de acesso.

Por aqui, já existe até uma profissional de piercing treinada por Graasftra para implantar os biochips para controle de acesso. Há um ano, Mary Jo, de São Paulo, foi procurada pelo americano para receber orientações sobre o procedimento. "A técnica é similar à aplicação de piercing. Cobro entre 1.000 e 1.200 reais pelo implante, além do custo do chip", diz Mary. Desde que aprendeu a colocar o chip, a profissional fez apenas um procedimento, mas foi procurada por diversos interessados. "Os geeks e fãs de tecnologia são os que vão ao estúdio em busca do implante de biochip."

A área de segurança também está de olho nos usos dos biochips. A empresa RCI First Security and Intelligence Advising, responsável pela segurança de 58 entre as cem famílias mais ricas do Brasil, trabalha há quase uma década no desenvolvimento de um modelo usado para rastreamento de usuários. "Implantamos o chip em 258 pessoas, sendo cerca de 48 brasileiros", diz Ricardo Chilelli, diretor-presidente da companhia. Os implantes foram feitos na região próxima à clavícula para impedir a retirada por meio de amputação de membros. Em 2007, porém, os testes foram suspensos: era necessário aumentar a potência do sinal de localização dos usuários, o que aqueceria excessivamente a pele, causando rejeição. Todos os biochips foram retirados. Recentemente, a dimensão dos biochips foi aumentada, permitindo a colocação de uma bateria maior. "Até o início do ano que vem, queremos encontrar a forma de aumentar a intensidade do sinal sem causar rejeição", diz Chilelli.

FONTE: REVISTA VEJA

Um modelo esquecido de Einstein descreve o Big Crunch



Lá em 1931, Albert Einstein visitou os EUA por três meses. Inspirado por encontros com Edwin Hubble, ele começou a pensar sobre o Universo de uma maneira diferente, escrevendo um artigo em quatro dias para fixar seus pensamentos — e agora, estes manuscritos foram traduzidos para o inglês pela primeira vez.

“Sobre o problema cosmológico da teoria geral da relatividade” explica um modelo de universo que primeiro se expande e depois contrai, com uma singularidade no começo e no fim. Em outras palavras, um Big Bang seguido de um Big Crunch.

Um precursor do trabalho publicado por Einstein e pelo matemático Willem de Sitter em 1932, este artigo é uma peça vital no pensamento. O blog arXiv explica que ele dá uma boa visão do trabalho de um físico feito às pressas:

Ele presume um universo no qual o tecido do espaço-tempo tem uma curvatura positiva. Isso foi necessário no modelo estacionário do universo de Einstein. Mas depois ele descobriu que isso era desnecessário num modelo em expansão, que podia ter uma curvatura positiva, negativa ou ser plano. De fato, a possibilidade de o universo ser plano era uma das coisas que estavam no modelo Einstein-de Sitter publicado um ano depois.

Um dos aspectos mais interessantes é que Einstein usa este modelo para calcular o tamanho do universo, que ele coloca em cerca de 10^8 anos-luz ou 9,5×10^25 centímetros de raio (muitas ordens de grandeza menor do que as estimativas de hoje).

Para fazer este cálculo, ele estima que a idade do universo é cerca de 10 bilhões de anos. (O consenso atual é que o universo tem cerca de 14 bilhões de anos de idade).

FONTE: GIZMODO.COM

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Interessantes relatos da amiga de Ufos Wilson, Eliane S Moraes de Oliveira

Os relatos a seguir foi nos enviado pela nossa grande amiga Eliane S Moraes de Oliveira, que reside com sua família na cidade do interior paulista de Jaú.

Eliane S Moraes de Oliveira
Cidade: Santo Antonio da Platina PR
Ano: 1994


Experiência 1....Avistamento
Eu tinha 12 anos, era acostumada a brincar em uma aldeia indígena que tem ao redor da cidade de Santo Antonio da Platina.
Voltava para casa a tardinha pelas 17 hs, andava por uma estrada de chão eu e um amigo...
Quando algo no céu nos chamou a atenção..era algo fora do normal, era lindo..
Era como um prato fundo em cima de outro prato fundo, tinha varias janelas, cada uma de uma cor
Paramos e ficamos olhando ela atravessar o céu na nossa frente, ate a mesma passar atrás do monte e não sair do outro lado..sumir..
Ficamos ali uns instante para tentar vê-la novamente, porém não a vimos mais..
Sei que era criança na época.. jamais vamos esquecer oque vimos..
Quando chegamos em casa contamos aos nossos pais, por sermos criança não deram muita atenção.

imagem gravada na minha mente.



Cidade: Santo Antonio da Platina PR
Ano:2006


Experiência 2 -Contato

Eu acabara de dar a luz a minha filha caçula, tinha mais ou menos 25 anos..
Dormíamos sempre com a janela do quarto aberta pois tinha grades e não oferecia nenhum perigo.
Atras da minha casa não haviam outras..apenas um terreno baldio fechado
Minha filha dormia comigo na minha cama..
e em uma das noites dormi amamentando... quando acordei, meus olhos foram chamados a janela, vi um ser estranho..Não tinha cabelo, orelhas, tinha olhos grandes, puxados e pretos, o nariz era bem pequeno, a boca somente um sinal..tinha a pele cinza claro quase pálido. Senti que ele não me faria mal..apenas curioso no ato da amamentação ... o olhei por uns instantes..ate cair em pânico e começar a gritar... foi ai que ele se abaixou na janela..
quando meu marido se levantou assustado com meus gritos..disse que tinha um " homem" feio na janela..porque não sabia que definição dava para aquilo.
Meu marido saiu deu a volta na casa e não encontrou ninguém...
Então no outro dia ao contar o que tinha visto, as pessoas assimilaram a um demônio, mas dentro de mim nunca dei-me por satisfeita com aquela explicação.
hoje com tudo que aprendi e conheci, tenho plena certeza que foi um viajante do céu..

desenho gravado na minha mente.



Cidade: Jaú SP
Ano:2012
agora com 30 anos..


Experiência 3- Avistamento

Minha mãe estava a passeio em minha casa..
Quando por volta das 10 da noite resolvi recolher umas roupas que estavam no varal, ela ( minha mãe) foi me ajudar..
Recolhendo a roupa ela me disse: "olha Eliane"..apontando o céu..
quando olho vejo duas "estrelas" que sobressaia das outras ( brilhava mais)
e de repente as duas trocaram de lugar..e ela me disse: "vc viu isso"?
eu disse " sim mãe"..
não soubemos explicar o porque as " estrelas" trocaram de lugar..Ficamos ali olhando para ver se trocavam de novo..
mas nada aconteceu! e acabamos deixando de lado e voltando para dentro... sempre que estamos juntas relembramos o acontecido.
na minha opinião hoje, era duas esferas..

desenho gravado na minha mente.



Cidade: Jaú
Ano:2014 ( Janeiro)
Agora com 32 anos


Experiência 4- Avistamento

Minha filha mais velha e meu sobrinho estavam na rua em frente a nossa casa.
Era mais ou menos umas 8 da noite, quando ele veio para dentro de casa gritando que tinha uma nave em cima de nossa casa!
eu e meu marido não demos muita atenção ate perceber que ela estava chorando...e dizia "Pai acredita em .."
ai saímos... foi ai que vimos..eu, meu marido, meu sobrinho e minhas duas filhas..a nave já não estava em cima de nossa casa, estando umas casas à frente... estava tão baixa que deu para ver a cor prata do assoalho dela...ela era triangular, contendo 4 luzes sendo três menores e um grande no centro... não fazia barulho... simplesmente planava no ar..
Minha filha saiu correndo para pegar o celular que estava no carregador... mas foi o tempo para a nave simplesmente desaparecer..como se desliga uma lâmpada..ela apagou as luzes e sumiu..
o mais interessante é que dessa vez todos que estavam em casa viram...meu marido me olhava e dizia: "Eu não acreditava..mas agora eu vi"

Desenho gravado na minha mente.


Experiências de sonhos após os contato:

Depois de janeiro...Da ultimo avistamento ando tendo sonhos quase reais para mim..
Primeiro sonho real
Tenho a lembrança de chegar em uma caverna..de chegar pelo alto..pq vejo ela de cima..
uma caverna no meio do nada,não tem flora e nem fauna..so pedra e terra..
Me vejo com três seres pequenos cinzas escuro..com dedos cumpridos e me dizem que ali é a " Caverna do diabo"
então um deles faz um movimento com as mãos e a entrada da caverna se fecha..e fica tudo escuro..acordo exatamente no mesmo ponto todas vezes..obs..já sonhei esse mesmo sonho 5 vezes e todas as vezes acordo com dores fortes na cabeça.

segundo sonho real

Estou em uma casa que parece que esta caindo aos pedaços..lá tem eu e um outro ser ..alto, loiro, com cabelos ralos e quase branco por nome Airon..tem mais ou menos 2 metros de altura..tem algumas saliências no rosto( como que os ossos da face fossem mais grossos do que os nossos) mas no geral é muito parecido com nós humanos..tem a esquerda da onde eu to.uma porta caída..e por ela vejo um ser tipo lagarto andando na parede..nao tem olhos..e é muito feio..me da medo só de lembrar dele... e quando ele tenta passar pela porta em minha direção " Airon" entra na frente e faz um sinal de pare! com uma das mãos..e volta pra mim e me abraça..e então eu acordo vomitando..

terceiro sonho real

Estou com o Airon em um pomar..tem varias arvores cheias de frutos..
ele me da uma das frutas e me faz gestos para come-la ..ela é grande mal cabe na minha mão e é macia como pera por fora
mas quando mordo, por dentro parece ser como laranja..nunca tinha visto uma fruta como aquela..
é como uma nova espécie de fruto..como a junção da pera com a laranja..
e andamos no meio do pomar..Airon veste roupas brancas que toca no chão..e me trás muita sensações boas.. ( esse é o melhor sonho que tive)

quarto sonho real

Esse ainda não entendi muito..
mas lembro me perfeitamente que não foi sonho por inteiro
pois estava meio dormindo ,meio acordada..
deitada senti quando pegaram na minha cabeça e seguraram..e senti uma lamina passar pela minha nuca
não senti dor..e nem medo..só lembro do meu corpo muito pesado..e me lembro de mentalmente perguntar ," como eles estavam na minha cama? e onde estava meu marido?"
de repente durmo ..e quando acordo lembro do corte e passo a mão depressa pra ver se tinha sangue ou coisa assim..mas não tinha nem corte e nem sangue..
ao amanhecer pedi para minha filha olhar na minha nuca pra ver se tinha algo estranho..e ela disse : Mãe tem duas manchas brancas..
essas manchas foram sumindo ao longo do dia...desaparecendo por completo a noite.


Gostaria de deixar meu profundo agradecimento a minha irmã de alma Eliane S Moraes de Oliveira, por nos ter gentilmente cedido seus relatos que nos deixa claro a interação destes seres com determinadas pessoas por algum motivo.

FONTE: Eliane S Moraes de Oliveira/Jaú SP