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Cientistas criam novo estado da matéria, o supercristal, usando lasers

REPRESENTAÇÃO DO SUPERCRISTAL (FOTO: PENN STATE MRI/DIVULGAÇÃO)

Estudo revela que, à temperatura ambiente, o supercristal fica estável

Um supercristal foi criado por pesquisadores da Pennsylvania State University e do Argonne National Laboratory, representando um novo estado da matéria capaz de ficar estável por um longo período de tempo. O objetivo da equipe de pesquisa é descobrir estados de matéria com propriedades incomuns que não existem em equilíbrio na natureza.

"Estamos procurando por estados ocultos da matéria, retirando a matéria do seu estado confortável, que chamamos de estado fundamental", explica Venkatraman Gopalan, professor de ciência dos materiais na Pennsylvania State University.

"Fazemos isso excitando os elétrons em um estado mais alto usando um fóton, e então observando enquanto o material retorna ao seu estado normal. A ideia é que, no estado excitado, ou em um estado que ele passa em um piscar de olhos no caminho para o estado fundamental, encon…
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Neurônios eletrônicos integram-se ao tecido cerebral

Os neurônios naturais (verde) mesclaram-se com os neurônios artificiais (vermelho). [Imagem: Xiao Yang et al. - 10.1038/s41563-019-0292-9]

Neurônios artificiais

Uma equipe da Universidade de Harvard, nos EUA, projetou uma sonda neural que funciona e se parece tanto com um neurônio real que o cérebro não consegue identificar os impostores implantados.

O cérebro mantém uma guarda estrita contra invasores, o que significa que qualquer corpo estranho é imediatamente atacado e neutralizado.

Infelizmente, isso inclui as sondas e chips neurais, que estão sendo desenvolvidos para tratamentos médicos, como epilepsia, depressão e outras doenças neurológicas, além de estudos mais aprofundados do próprio cérebro.

"Este avanço literalmente tira a nitidez das diferenças sempre presentes e claras nas propriedades de sistemas criados pelo homem e sistemas vivos," disse o professor Charles Lieber, cuja equipe vem trabalhando há alguns anos em tecidos ciborgues, que misturam biológico e elet…

Livros vermelhos: sugestão de leitura (01)

Novo programa que aborda a apresentação de 2 livros de capa vermelha, importantes para a compreensão da Ufologia Brasileira e mundial.

O livro intitulado "O LIVRO VERMELHO DOS DISCOS VOADORES", do professor Flávio Augusto Pereira, foi editado em 1966 pelas Edições Florença Ltda e é composto de mais de 400 páginas e aborda casos, estatísticas e outras informações ufológicas.



O livro intitulado "VAMPIROS EXTRATERRESTRES NA AMAZÔNIA", do professor Daniel Rebisso Giese, foi editado em 1991 pela Falangola Editora e aborda o conteúdo da Operação Prato ou Fenômeno Chupa-Chupa ocorrido na década de 70, na região norte do Brasil. Recheado de informações e fotografias tiradas, inclusive, por militares do I COMAR (Força Aérea Brasileira).





FONTE: Enigmas e Mistérios

Matéria de Capa | Engenharia de nuvens | 17/03/2019

Nesta edição do Matéria de Capa, teriam os cientistas descoberto o caminho para reverter o aquecimento global e neutralizar as ameaças ao planeta? Será que a solução está na geoengenharia? Há quem acredite que sim e mais: uma intervenção em grande escala no clima da Terra poderia não apenas reduzir as temperaturas, mas até controlar furacões e outros fenômenos climáticos.



FONTE: Matéria de Capa

Estudo indica potencial de vida extraterrestre na Via Láctea

Pesquisa do Inpe sugere a existência de outros planetas rochosos e com alta probabilidade de tectonismo — o que aumenta a chance de serem habitáveis (Imagem: NASA)

Uma das condições que permitiram o surgimento e a manutenção da vida na Terra é o fato de o planeta ser geologicamente ativo, com terremotos e vulcões.

A atividade vulcânica, gerada pela movimentação das placas tectônicas sobre o manto terrestre (tectonismo) possibilita reciclar gases, como o dióxido de carbono, através do manto, da crosta, da atmosfera e dos oceanos. Dessa forma, contribui para tornar a Terra habitável ao manter a temperatura do planeta em condições ideais para a sobrevivência dos seres vivos, explicam os cientistas.

Um estudo feito por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) sugere a existência de outros planetas rochosos na galáxia em que se encontra a Terra – a Via Láctea – com altas probabilidades de apresentarem tectonismo, o que aumenta a chance de também serem habitáveis.

Ainda não é telepatia, mas estamos chegando lá

Interface neural dá os primeiros passos para formar uma rede de cérebros, interconectando pessoas. [Imagem: UPM]

Hardware para telepatia

Interfaces neurais, ou interfaces cérebro-computador, permitem controlar dispositivos externos pelo "pensamento" - tipicamente são usadas intenções de movimento de um membro, e não exatamente uma ideia abstrata do tipo "Eu quero isto", ou "Eu quero aquilo".

Assim, é natural pensar que um próximo estágio no desenvolvimento dessas neurointerfaces possa permitir a transferência direta de informações entre pessoas, do cérebro de uma para o cérebro de outra.

Embora se imagine que isto possa estar muito distante no futuro, uma equipe internacional de pesquisadores acaba de publicar um artigo alegando terem dado um passo importante nesse rumo. Eles desenvolveram uma interface neural que permite distribuir uma tarefa cognitiva entre diversas pessoas.

Em seus testes, a equipe usou a interface cérebro-cérebro para estimar os esta…

Astrônomos descobrem 83 buracos negros supermassivos no Universo inicial

Luz de um dos mais distantes quasares conhecidos, alimentado por um buraco negro supermassivo situado a 13,05 bilhões de anos-luz da Terra. A imagem foi obtida com o instrumento HSC (Hyper Suprime-Cam) acoplado ao Telescópio Subaru. Os outros objetos no campo são na maioria estrelas da nossa Via Láctea ou galáxias no campo de visão.
Crédito: NAOJ

Astrônomos do Japão, de Taiwan e dos EUA (Universidade de Princeton) descobriram 83 quasares alimentados por buracos negros supermassivos no universo distante, numa época em que o Universo tinha menos de 10% da sua idade atual.

"É notável que tais objetos massivos e densos pudessem formar-se logo após o Big Bang," disse Michael Strauss, professor de ciências astrofísicas da Universidade de Princeton e um dos co-autores do estudo. "A compreensão de como os buracos negros se podem formar no início do Universo, e de quão comuns são, é um desafio para os nossos modelos cosmológicos."

Este achado aumenta consideravelmente o nú…