quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Viagem Astral - Comando da Madrugada (1996)



Goulart de Andrade entrevista o pesquisador Geraldo Medeiros Jr. no Programa "Comando da Madrugada", exibido na TV Manchete em 15/06/1996, acerca do fenômeno do desdobramento astral, ou projeção da consciência, com a participação de Marcia Espinossi Agostinho e Maria Tereza Rafaini. "Enquanto o seu corpo físico dorme, você, em espírito, alça voo para outros planos e realidades conscienciais. Ou seja, você dá uma volta em sua casa real, o plano extrafísico, seu lugar de origem antes desta vida atual. E aí, você encontra os seus afetos extrafísicos, amigos dessa e de outras jornadas, todos muito vivos, também em espírito. O resultado disso é uma profusão de abraços altamente energéticos, verdadeira festa da vida em outros planos de consciência. Essa é uma das riquezas das experiências fora do corpo: elas levam o espírito projetado para fora do corpo diretamente ao plano espiritual, sem intermediários, e lhe provam, cabalmente, a existência da consciência além da matéria. O resultado disso é óbvio: desaparece o medo da morte e seu terror, e fica no lugar uma grande alegria, por reconhecer-se como consciência imperecível e participante da existência cósmica", explica o prof. Wagner Borges, uma das maiores autoridades no assunto.



FONTE: Videoteca (Nelson Pintaúde).

Matéria mais fria do Universo dentro da Estação Espacial


O experimento CAL usará resfriamento a laser para gerar a matéria mais fria do Universo no interior da Estação Espacial Internacional.[Imagem: NASA]

Condensados de Bose-Einstein

A NASA acredita que poderá produzir a matéria mais fria do Universo no interior da Estação Espacial Internacional.

O feito poderá ser conseguido com um experimento chamado Laboratório de Átomos Frios (CAL - Cold Atom Laboratory), que acaba de passar pelos testes finais de certificação.

O instrumento usa um conjunto de raios laser para criar um Condensado de Bose-Einstein, um estado da matéria no qual um conjunto de átomos a temperaturas próximas do zero absoluto passa a se comportar como se fosse um único átomo gigante.

Esses condensados são criados rotineiramente em vários laboratórios ao redor do mundo, sendo utilizados, entre outros, em experimentos de computação quântica.

Mas o experimento CAL será o primeiro a testar esse fenômeno na ausência de gravidade.

A expectativa é que, no ambiente de microgravidade, a matéria poderá se manter na forma de um condensado de Bose-Einstein por tempos muito mais longos, dando aos pesquisadores mais tempo para estudá-los - um condensado de Bose-Einstein perde rapidamente suas características por influências do meio, um fenômeno chamado decoerência.


O comportamento do condensado de Bose-Einstein muda conforme a temperatura diminui (da esquerda para a direita). [Imagem: NASA/JPL-Caltech]

Matéria mais fria do Universo

Durante os testes de certificação, o experimento CAL atingiu 200 nano-Kelvin - 200 bilionésimos de 1 Kelvin.

No espaço, os cientistas esperam atingir 1 trilionésimo de Kelvin, mais frio do que qualquer coisa conhecida na natureza.

Isto permitiria criar a matéria mais fria do Universo, possibilitando observar novos fenômenos quânticos e testar as leis fundamentais da física com maior precisão.

Outra proposta da equipe é criar condensados não apenas com átomos de rubídio, que é a técnica mais comum, mas também com átomos de potássio. "O comportamento dos dois condensados se misturando será fascinante de se observar, especialmente no espaço," disse Anita Sengupta, líder do projeto.

O experimento CAL deverá começar a funcionar na Estação Espacial Internacional em 2016.

FONTE: SITE INOVAÇÃO TECNOLOGICA

Calor desobedece teorias em escala nano


Da microescala para baixo, o transporte do calor é feito balisticamente, e não por difusão.[Imagem: Richard Wilson/University of Illinois]

Que as coisas ficam diferentes quando nos aproximamos da escala atômica não é novidade para ninguém que já tenha ouvido falar em mecânica quântica.

Mas parece que até o bem-comportado calor assume outros ares em escalas menores.

Transporte balístico do calor

Richard Wilson e David Cahill, da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, descobriram que o calor não se dissipa em nanoescala como acontece em macroescala, e que as teorias tradicionais não conseguem explicar o que está acontecendo.

Os testes mostraram que a difusão do calor muda quando as dimensões do elemento a partir do qual o calor se dissipa têm um micrômetro (0,001 milímetro) ou menos.

Os experimentos com cristais semicondutores mostraram que, em escala submicrométrica, o calor não se espalha por difusão, mas balisticamente, de forma similar a partículas como fótons e elétrons.

Em outras palavras, as ondas vibracionais - os fônons - que viajam paralelamente à superfície do material não ajudam a esfriar as regiões quentes porque elas atravessam essas regiões sem interagir com elas.

"As interfaces entre os materiais complicam ainda mais o problema da transferência de calor ao adicionar resistências termais adicionais," acrescenta Wilson.

A descoberta, que agora exigirá a elaboração de novas teorias para compreensão precisa do fenômeno, tem impacto direto na microeletrônica, onde o calor é um problema crescente conforme os componentes se tornam menores.

Teoria de Fourier

"Descobrimos diferenças fundamentais na forma como o calor é transportado através de distâncias curtas ou longas. A teoria de Fourier, que assume que o calor é transportado por difusão, prevê que um cristal cúbico como o silício vai conduzir o calor igualmente bem em todas as direções. Demonstramos que em escalas muito curtas o calor não se dissipa igualmente bem em todas as direções," resume Wilson.

"Conforme o material se reduz, as leis que governam a transferência de calor também mudam," completa o professor David Cahill. "Nosso entendimento atual do transporte termal em nanoescala não tem as nuances suficientes para predizer quantitativamente quando a teoria padrão não irá funcionar."

Isto significa que, quando projetam componentes em nanoescala, os engenheiros não estão prevendo adequadamente como o calor irá se dissipar no interior dos processadores e demais circuitos integrados.

FONTE: SITE INOVAÇÃO TECNOLOGICA

Estudo observa que Titã brilha ao anoitecer e ao amanhecer


Bem alto na atmosfera de Titã, grandes zonas de dois gases brilham perto do pólo norte, no lado do anoitecer da lua, e perto do pólo sul, no lado do amanhecer. As cores mais brilhantes indicam sinais mais fortes dos dois gases, HNC (esquerda) e HC3N (direita); os tons avermelhados indicam sinais menos pronunciados.
Crédito: NRAO/AUI/NSF

Novos mapas da lua de Saturno, Titã, revelam grandes manchas de gases que brilham perto dos pólos norte e sul. Estas regiões estão curiosamente desviadas dos pólos, para Este ou Oeste, quando o amanhecer surge na região a Sul e enquanto a noite cai na região a Norte.

O par de manchas foi descoberto por uma equipa internacional de cientistas que investigavam a composição química da atmosfera de Titã.

"Esta é uma descoberta inesperada e potencialmente revolucionária," afirma Martin Cordiner, astroquímico que trabalha no Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado americano de Maryland, autor principal do estudo. "Estes tipos de variações de leste para oeste nunca foram antes vistos nos gases atmosféricos de Titã. A explicação da sua origem apresenta-nos um novo e fascinante problema."

O mapeamento vem de observações feitas pelo ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), uma rede de antenas de alta precisão no Chile. Nos comprimentos de onda utilizados por essas antenas, as áreas ricas em gás da atmosfera de Titã brilham intensamente. E graças à sensibilidade do ALMA, os investigadores foram capazes de obter mapas espaciais dos químicos na atmosfera de Titã a partir de uma observação "instantânea" que durou menos de 3 minutos.

Há muito que a atmosfera de Titã é de interesse, pois atua como uma fábrica química, usando a energia do Sol e do campo magnético de Saturno para produzir uma grande variedade de moléculas orgânicas, ou à base de carbono. O estudo desta química complexa pode fornecer mais dados sobre as propriedades da atmosfera primitiva da Terra, que pode ter partilhado muitas das características da atmosfera atual de Titã.

Neste estudo, os cientistas focaram-se em duas moléculas orgânicas, ácido isocianídrico (HNC) e cianoacetileno (HC3N), que são formadas na atmosfera de Titã. Em altitudes mais baixas, o HC3N aparece concentrado acima dos pólos norte e sul. Estes resultados são consistentes com observações feitas pela sonda Cassini, que encontrou uma zona nublada e altas concentrações de alguns gases sobre qualquer dos pólos que atravessa a estação de Inverno em Titã.

A surpresa surgiu quando os investigadores compararam as concentrações dos gases em diferentes níveis da atmosfera. Nas altitudes mais elevadas, as bolsas de gás pareciam desviar-se dos pólos. Estes locais desviados do pólo são inesperados porque os rápidos ventos na atmosfera média de Titã movem-se na direção Este-Oeste, formando zonas parecidas às bandas de Júpiter, embora muito menos pronunciadas. No interior de cada zona, os gases atmosféricos deviam, em grande parte, misturar-se completamente.

Os investigadores não têm ainda uma explicação óbvia para estas descobertas.

"Parece incrível que estes mecanismos químicos possam estar a operar em escalas de tempo rápidas o suficiente para provocar 'bolsas' reforçadas das moléculas observadas," comenta Conor Nixon, cientista planetário em Goddard e co-autor do estudo, publicado na edição online da revista The Astrophysical Journal Letters. "Seria de esperar que as moléculas fossem rapidamente misturadas em redor do globo pelos ventos de Titã."

De momento, os cientistas estão a considerar uma série de explicações possíveis, incluindo efeitos térmicos, padrões de circulação atmosférica até então desconhecidos, ou a influência do poderoso campo magnético de Saturno, grande o suficiente para englobar Titã.

Espera-se que mais observações melhorem a compreensão da atmosfera e dos processos em curso em Titã e em outros objetos do Sistema Solar.

FONTE: ASTRONOMIA ONLINE

Encontradas duas famílias de cometas em torno de estrela próxima


Esta impressão artística mostra exocometas a orbitar a estrela Beta Pictoris. Os astrónomos analisaram observações de quase 500 cometas individuais, obtidas com o instrumento HARPS, no Observatório de La Silla do ESO, e descobriram duas famílias distintas de exocometas em torno desta estrela jovem. A primeira consiste em exocometas velhos que fizeram já várias passagens próximo da estrela. A segunda família, que mostramos nesta ilustração, consiste em exocometas mais jovens que se deslocam na mesma órbita e que se formaram provavelmente da recente destruição de um ou mais objetos maiores.
Crédito: ESO/L. Calçada

O instrumento HARPS em operação no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, foi utilizado no censo mais completo feito até à data de cometas em torno de outra estrela. Uma equipa de astrônomos franceses estudou quase 500 cometas individuais que orbitam a estrela Beta Pictoris e descobriram que estes objetos pertencem a duas famílias distintas de exocometas: exocometas velhos que fizeram já várias passagens próximo da estrela e exocometas mais jovens que se formaram provavelmente da recente destruição de um ou mais objetos maiores. Os novos resultados foram publicados na revista Nature do dia 23 de outubro de 2014.

Beta Pictoris é uma estrela jovem situada a cerca de 63 anos-luz de distância do Sol. Tem apenas 20 milhões de anos de idade e encontra-se rodeada por um disco de material enorme - um sistema planetário jovem muito ativo onde o gás e a poeira são produzidos tanto pela evaporação de cometas como pela colisão de asteroides.

Flavien Kiefer (IAP/CNRS/UPMC), autor principal do novo estudo explica: "Beta Pictorias é um alvo muito interessante! Observações detalhadas dos seus exocometas fornecem pistas que nos ajudam a compreender que processos ocorrem neste tipo de sistemas planetários jovens."

Durante quase 30 anos os astrônomos observaram variações subtis na radiação emitida por Beta Pictoris, que se pensava serem causadas pela passagem de cometas em frente da própria estrela. Os cometas são corpos pequenos - com alguns quilômetros de tamanho - ricos em gelos que se evaporam quando o corpo se aproxima da estrela, produzindo enormes caudas de gás e poeira, que podem absorver alguma da radiação que passa através delas. A fraca luz emitida pelos exocometas é ofuscada pela radiação da estrela brilhante e por isso não se conseguem obter imagens diretas destes objetos a partir da Terra.

Para estudar os exocometas de Beta Pictoris, a equipa analisou mais de 1000 observações obtidas entre 2003 e 2011 com o instrumento HARPS, montado no telescópio de 3,6 metros do ESO, no Observatório de La Silla, no Chile.

Os investigadores selecionaram uma amostra de 493 exocometas diferentes. Alguns exocometas foram observados por diversas vezes e durante algumas horas. Uma análise detalhada permitiu obter medições da velocidade e tamanho das nuvens de gás. Foram também deduzidas algumas das propriedades orbitais de cada um dos cometas, como a forma e orientação da órbita e a distância à estrela.

Este tipo de análise efetuada em várias centenas de exocometas pertencentes a um único sistema exoplanetário é única. O trabalho revelou a presença de dois tipos distintos de famílias de exocometas: uma família de exocometas cujas órbitas são controladas por um planeta de grande massa e outra família, provavelmente originada pela destruição recente de um ou mais objetos maiores. Diferentes famílias de cometas existem igualmente no Sistema Solar.

Os exocometas da primeira família apresentam uma variedade de órbitas e mostram atividade relativamente fraca com baixas taxas de produção de gás e poeira, o que sugere que estes cometas gastaram já o seu conteúdo em gelo durante múltiplas passagens perto de Beta Pictoris.

Os exocometas da segunda família encontram-se muito mais ativos e deslocam-se em órbitas quase idênticas, o que sugere que os membros desta família têm todos a mesma origem: provavelmente a destruição de um objecto maior cujos fragmentos se encontram numa órbita rasante da estrela Beta Pictoris.

Flavien Kiefer conclui: "Esta é a primeira vez que um estudo estatístico determina a física e órbitas de um grande número de exocometas. Este trabalho dá-nos um olhar fantástico sobre os mecanismos que estavam presentes no Sistema Solar logo após a sua formação, há cerca de 4,5 mil milhões de anos atrás."

FONTE: ASTRONOMIA ONLINE

Encontram estranhas marcas em uma plantação de Córdoba, Argentina


Os donos de um campo de trigo que se encontra na localidade de Villa María, em Córdoba, encontraram na manhã do sábado estranhas marcas no local que não puderam ser explicadas. Descartaram algum tipo de fenômeno meteorológico e asseguram que o cachorro não latiu, o alarme não acionou e não houve no local sinal de trigo queimado.

"Temos trigo de um metro de altura, verde, já que o colhemos em dezembro. Estava muito saudável, perfeito, mas na madrugada de sábado ocorreu isso sem encontrarmos nenhuma explicação", disse Susana Montero, que também é radialista.
Segundo comentou, as marcas não tem uma forma regular, sendo de diferentes tamanhos. "Não há sinal de que algo houvesse chegado por terra até o local", disse.
Depois de haver encontrado as marcas, chamaram um engenheiro agrônomo que disse não entender o que havia passado e não pode explicar o fenômeno. "Em seguida foram duas pessoas que também não encontraram nenhuma explicação, o senhor que pulveriza o trigal disse ter visto nada parecido", comentou ao diário.

FONTE: http://www.minutouno.com/ via Pablo Alvarez

Olho biônico faz com que homem volte a enxergar depois de 33 anos



Larry Hester é um senhor de 66 anos que estava completamente cego há 33 anos por conta de uma retinite pigmentosa. Graças a um significante avanço nas próteses biônicas, ele voltou a perceber, novamente, a enxergar.
LARRY É UM DOS PRIMEIROS PACIENTES NOS ESTADOS UNIDOS A RECEBER O ARGUS II, COMO É CONHECIDO ESTE OLHO BIÔNICO, JÁ APROVADO PARA COMERCIALIZAÇÃO O resultado do implante do olho biônico representou uma grande revolução da vida de Hester, que era totalmente cego. Agora, ele consegue diferenciar o claro do escuro e . No vídeo no final do texto, você pode conferir a euforia dele no momento em que o implante foi ligado, no começo deste mês, quando voltou a “ver” pela primeira vez após três décadas. Apesar do avanço, Hester, legalmente, ainda é considerado cego.
Larry é um dos primeiros pacientes nos Estados Unidos a receber o Argus II, como é conhecido este olho biônico, já aprovado para comercialização. A prótese foi desenvolvida pelo Centro do Olho da Universidade Duke (EUA) e pela empresa Second Sight Medical Products.
O implante é colocado na retina com 60 eletrodos que apontam para o nervo óptico. Uma câmera detecta a luz, que é transformada em um sinal elétrico transmitido ao cérebro. O uso da prótese biônica é recomendado para pessoas que sofrem de degeneração da retina.



FONTE: http://seuhistory.com/