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Espécie de formiga explode suas tripas sobre insetos inimigos

FORMIGA OPERÁRIA DA ESPÉCIE C. EXPLODENS (FOTO: LACINY ET AL., ZOOKEYS, 2018)

Depois de 83 anos sem novidades, entomologistas anunciaram a descoberta de uma nova espécie de formiga capaz de se explodir para proteger a sua comunidade — a última espécie do tipo foi descrita em 1935.

Trata-se da Colobopsis explodens, presente nas florestas de Bornéu, ilhas do sudeste asiático. Quando está sob ataque de outros insetos, ela é capaz de explodir suas “tripas” sobre os inimigos. Acontece que, para proteger a colônia, elas não só mordem o invasor como também são capazes de flexionar suas partes traseiras até que seu abdômen exploda. Assim, elas liberam uma secreção amarela e gosmenta — e com cheiro de curry — sobre os outros insetos que pode retardar o avanço dos invasores ou até mesmo matá-los.

Mas há um preço a se pagar pelo violento contra-ataque: assim como acontece com as abelhas quando picam, elas morrem no final da batalha.

Esse é um mecanismo de defesa raro no reino animal, mas geralm…
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Ciência De Tudo Com Stephen Hawking

Stephen Hawking desafia voluntários e os telespectadores a pensar como os maiores gênios do passado e a responder algumas das mais difíceis e duradouras questões da humanidade.








FONTE: Canal Youtube Documentários incríveis!




Para comemorar seu 28º aniversário, Hubble registra Nebulosa Laguna

LAGUNA NEBULOSA (FOTO: DIVULGAÇÃO/NASA)

Localizada na Constelação de Sagitário, nuvem interestelar de dimensões colossais foi vasculhada pelo telescópio espacial

Desde que foi lançado, em 24 de abril de 1990, o telescópio espacial Hubble contribuiu com descobertas incríveis para a comunidade científica internacional. Para comemorar seu 28º aniversário, a NASA e a Agência Espacial Europeia (ESA) divulgaram uma imagem que mais parece saída do filmeGuardiões da Galáxia: repleta de cores, a nuvem interestelar Nebulosa Laguna foi captada pelas lentes do Hubble.

Com 55 anos-luz de largura e 20 anos-luz de altura, a Nebulosa Laguna está localizada a mais de 4 mil anos-luz da Terra. Suas dimensões são tão grandiosas que essa nuvem interestelar é possível de ser visualizada a olho nu. Formada principalmente por hidrogênio, a formação é repleta de cores por conta dos gases presentes.

Quando o Hubble mira seu foco sobre regiões muito distantes, é como se fotografasse o passado: sua câmera capt…

China plantará flores na Lua para estudar plano de colonização

Sonda espacial Chang'e 4 será lançada em 2018 e analisará o lado oculto da Lua

Com previsão de lançamento para 2018, a missão chinesaChang'e levará sementes de mostarda (além de amostras de batata) para estudar as possibilidades de plantio na Lua. O veículo de exploração que acompanhará a sonda também carregará terra e água para realizar o experimento em solo lunar.

Essa seria a primeira vez que um estudo desse tipo será realizado no satélite da Terra: as sementes ficarão em um compartimento de alumínio e seu desenvolvimento será avaliado pelos pesquisadores que lideram a missão.

O objetivo dos cientistas chineses é de obter mais informações para que a colonização da Lua seja uma possibilidade real no futuro.

Além disso, a Chang'e explorará o lado oculto da Lua: a área recebeu este nome porque não pode ser vista da Terra, já que os dois corpos estão em movimento sincronizado. Apesar de ter sido fotografado, a região nunca foi observada de perto por humanos.

O programa …

Isso poderá ficar pior! Ministério Público alerta para risco de ecocídio na foz do rio Amazonas

NAVIO ESPERANZA DO GREENPEACE USADO POR PESQUISADORES BRASILEIROS PARA INVESTIGAR OS CORAIS DA AMAZÔNIA (FOTO: DIVULGAÇÃO/GREENPEACE)

MPF recomenda que Ibama negue o pedido de licenciamento ambiental sobre a região dos Corais da Amazônia, onde ocorreria extração de petróleo

A quarta-feira (18) foi de comemoração a bordo do navio Esperanza, do Greenpeace. Conforme a expedição adentra a área em que a empresa francesa Total pretende realizar exploração de petróleo, novos sistemas recifais nunca antes mapeados – com predominância de bancos de algas calcárias conhecidas como rodolitos - são encontrados em profundidades que beiram os 200 metros abaixo do nível do mar.

Mas não foi só isso. A notícia que deixou todo mundo animado veio a cerca de 500 quilômetros dali, de Macapá. O Ministério Público Federal, por meio do procurador Joaquim Cabral da Costa Neto, emitiu um parecer no qual recomenda ao Ibama que o pedido de licenciamento ambiental da área seja negado.

Na recomendação, o MPF afirm…

Tardígrados: os seres “indestrutíveis” que um dia podem mudar a exploração espacial

Por: Leo Escudeiro

Muito depois da extinção dos humanos, estas criaturas instigantes ainda estarão vivas. Capazes de sobreviver no espaço e talvez uma das chaves para aprofundar a exploração espacial, os tardígrados frequentemente ganham as manchetes, ainda que não tenham entrado de vez no imaginário coletivo. Sua resistência em condições extremas intriga muita gente, e pesquisadores têm se debruçado sobre o microanimal em busca de respostas para várias questões, sejam elas evolutivas ou de como aperfeiçoar a empreitada humana no espaço.

Os tardígrados são animais minúsculos encontrados em ambientes marinhos ou de água doce. A maioria deles não chega a sequer 1 milímetro de comprimento, e eles têm um filo próprio por causa de suas características: o corpo é dividido em cabeça e mais quatro segmentos, dos quais partem quatro pares de patas. Essas patas, por sua vez, podem terminar em garras ou dedos.

Também conhecidos como ursos-d’água, podem viver por até 60 anos, sobrevivendo metade…

Diamantes encontrados dentro de meteorito raro oferecem pistas de um planeta extinto

Por: George Dvorsky

Em 2008, um meteoro de 80 toneladas explodiu sobre o Deserto da Núbia no Sudão, cobrindo a região de centenas de rochas minúsculas. Uma nova pesquisa sugere que diamantes acumulados dentro desses meteoritos só podem ter sido formados dentro de um corpo planetário do tamanho de Mercúrio ou Marte — dentro de um planeta que já não existe mais.

O meteorito é chamado de Almahata Sitta e está fornecendo a primeira evidência tangível que um corpo protoplanetário existiu durante os estágios iniciais de nosso Sistema Solar, de acordo com uma nova pesquisa publicada nesta semana na Nature Communications. Esse planeta nascente, com tamanho próximo daquele de Mercúrio e Marte, colidiu com outro corpo planetário — não sabemos qual —, criando um enorme campo de detritos que semearam o Sistema Solar com pedaços para construir outros planetas grandes e rochosos. Como a Terra.

A evidência para essa hipótese vem de um tipo raro de meteorito chamado de ureilito. Essas rochas represe…