terça-feira, 22 de julho de 2014

Cientistas criam mapa detalhado da superfície de Marte


Imagens recolhidas pela sonda Odisseia 2001, que orbita ao redor do planeta, viabilizaram o novo registro ( NASA/JPL-Caltech/Arizona State University)

Cerca de 20 000 imagens foram usadas para compor o mapa de mais alta resolução já criado do planeta

O Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) elaborou o mapa mais completo de Marte já realizado até o momento, com dados sobre topografia, temperatura e composição do solo marciano. As imagens captadas pela sonda Odisseia 2001, que orbita o planeta vermelho, viabilizaram o novo mapa, que aprimora e complementa versões elaboradas entre os anos 1970 e 1980.

A carta geográfica utiliza dados do Sistema de Imagens de Emissão Termal (Themis, na sigla em inglês), um mecanismo de captação de imagens de emissão térmica, baseado no espectro da radiação infravermelha instalado na sonda Odisseia. Robin Fergason, do Centro Científico de Astrogeologia do USGS no Arizona, liderou o projeto em parceria com pesquisadores do Centro Espacial de Marte da Universidade Estadual do Arizona. "Utilizamos mais de 20 000 imagens para gerar o mapa de mais alta resolução da superfície de Marte criado até o momento", afirmou Robin em um comunicado. O documento está disponível neste link.

"As áreas escuras no mapa são mais frias à noite e, provavelmente, contêm partículas finas, como pó, lodo ou areia fina", disse Robin. Já as regiões brilhantes são mais calorosas, com superfícies provavelmente compostas de areia mais grossa, fragmentos de rochas ou a combinação de ambos os materiais.

FONTE: REVISTA VEJA

Seria um Ovni na superfície marciana?


A comunidade internacional de ufólogos está analisando mais um objeto voador não identificado. Desta vez, a tarefa se complica. É no céu. Mas no céu de Marte.

A fonte das especulações é esta foto que vocês podem ver abaixo da página. Foi tirada pelo famoso rover Curiosity em 14 de julho. Um objeto que até pareceria um avião, na frente de um monte marciano. O ufólogo que usa pseudônimo Streetcap1 no YouTube (veja vídeo abaixo) comenta: “Por pouco não derramei meu café ao ver isto”.
E segundo Scott Waring, do site Ufo Sightings Daily, o objeto é um OVNI tipo TR3B (aeronave de reconhecimento tático, suposta invenção secreta dos EUA).
“A esfera no centro e a sua parte mais curta... apontam que isto pode ser um triângulo com dois pontos visíveis”, afirma o ufólogo, frisando que “a NASA deve explicar muita coisa”.



FONTE: VOZ DA RUSSIA


UFOS WILSON: QUEM SABE UM OVNI BEM TERRESTRE!!!

Partículas sólidas caminham no interior de um metal


A descoberta esclarece o princípio de funcionamento dos memristores, que prometem viabilizar os computadores neuromórficos.[Imagem: Yuchao Yang et al. - 10.1038/ncomms5232]

Memresistência

Depois de décadas de busca, em 2008 pesquisadores finalmente comprovaram a existência do memristor, o quarto componente eletrônico fundamental.

O memristor era considerado o elo perdido da eletrônica porque é capaz de "lembrar seu passado", funcionando como uma memória não-volátil, lembrando da corrente que o atravessou antes.

Isso permite construir computadores que aprendem, imitando as redes neurais do cérebro humano, porque os memristores imitam muito bem as sinapses.

Mas, até agora, os cientistas não entendiam como é que emerge a memória dos memristores - um fenômeno que eles batizaram de memresistência, ou resistência com memória.

Sólido caminha no interior de sólido

Agora, Yuchao Yang e Wei Lu, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, acreditam ter desvendado esse mistério - ainda que o "desvendamento" pareça mais misterioso do que o próprio mistério.

Para espanto geral, os pesquisadores verificaram que os átomos no interior do material sólido que forma o memristor se aglomeram como se fossem partículas, e então se movimentam como se estivessem soltas em um fluido viscoso.

Em outras palavras, "partículas" metálicas sólidas - são aglomerados de átomos do próprio material - caminham no interior de um material sólido.

"A maioria das pessoas acreditava que não era possível mover partículas de metal em um material sólido," comentou o professor Wei Lu, sem apontar quais pessoas acreditavam que isso seria possível. "Em um líquido ou gás, elas são móveis, e as pessoas entendem isso, mas em um sólido não esperamos esse comportamento. Esta é a primeira vez que isso foi demonstrado."


Átomos carregados unem-se para formar "nanopartículas" no interior do material sólido, e então movimentam-se no interior do metal como se ele fosse um fluido. [Imagem: Ilia Valov/Wei D. Lu/Nature Communications]

Ponte condutora

Usando um microscópio eletrônico de transmissão, Yuchao Yang gravou o que acontece com os átomos na camada metálica do memristor quando ele é exposto à corrente elétrica.

As imagens mostram que os átomos do metal tornam-se íons - átomos carregados eletricamente - que se aglomeram em conjuntos de milhares, formando verdadeiras nanopartículas no interior do metal.

E, em seguida, essas partículas movimentam-se, formando uma ponte entre os eletrodos em lados opostos do material dielétrico que compõe o memristor.

Dependendo dos materiais envolvidos e da corrente elétrica, a ponte se forma de maneiras diferentes - o grupo demonstrou o estranho processo com vários metais, incluindo prata e platina.

A ponte, chamada por eles de filamento condutor, permanece estendida depois que a energia elétrica é desligada. Então, quando a energia é religada, a ponte está lá como um caminho aberto para a corrente - é assim que o memristor se lembra da corrente anterior que o atravessou.

Circuitos reconfiguráveis

Fazendo mais testes, a equipe descobriu ainda que o campo elétrico pode ser utilizado para alterar a forma e o tamanho do filamento condutor, ou quebrá-lo inteiramente, o que permite controlar a memresistência com grande precisão.

Assim, segundo a equipe, além das já bem conhecidas promessas dos computadores neurais, esta possibilidade de controle abre caminho para usar os memristores para criar uma nova arquitetura onde os circuitos integrados podem ser reconfigurados depois de terem sido fabricados.

FONTE: SITE INOVAÇÃO TECNOLOGICA

Descoberto exoplaneta de trânsito com o ano mais longo conhecido




Astrônomos descobriram um exoplaneta em trânsito com o ano mais longo conhecido. Kepler-421b orbita a sua estrela a cada 704 dias. Em comparação, Marte orbita o nosso Sol a cada 780 dias. A maioria dos mais de 1800 planetas extra-solares descobertos até à data estão muito mais perto das suas estrelas e têm períodos orbitais muito mais curtos.

"A descoberta de Kepler-421b foi um golpe de sorte," afirma David Kipping, do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica (CfA), autor principal do artigo que relata o achado. "Quanto mais longe um planeta está da sua estrela, menor a probabilidade de passar à sua frente a partir do ponto de vista da Terra. Tem que estar precisamente alinhado."

Kepler-421b orbita uma estrela laranja da classe K, mais fria e ténue que o nosso Sol, a uma distância de aproximadamente 177 milhões de quilômetros. Como resultado, este planeta com o tamanho de Úrano tem uma temperatura gelada de -93 graus Celsius.

Como o nome implica, Kepler-421b foi descoberto usando dados do telescópio Kepler da NASA. O Kepler foi especialmente desenhado para fazer descobertas deste gênero. Estudou a mesma área do céu durante 4 anos, observando a diminuição de brilho de estrelas, diminuição esta que assinalava o trânsito de planetas. Apesar da sua paciência, o Kepler detectou apenas dois trânsitos de Kepler-421b devido ao seu período orbital extremamente longo.

A órbita do planeta coloca-o para lá da "linha de neve" - a linha divisória entre os planetas rochosos e gasosos. Para fora da linha de neve, a água condensa em grãos de gelo que ficam juntos para construir planetas gigantes de gás.

"A linha de neve é uma distância crucial na teoria de formação planetária. Nós achamos que todos os gigantes de gás devem ter-se formado para lá desta distância," explica Kipping.

Tendo em conta que os gigantes gasosos podem ser encontrados muito perto das suas estrelas, em órbitas de dias ou até mesmo horas, os teóricos acreditam que muitos exoplanetas migram para o interior algum tempo depois da sua formação.

Kepler-421b mostra que essa migração não é necessária. Pode ter-se formado exatamente onde o vemos agora.

"Este é o primeiro exemplo de um gigante gasoso potencialmente não-migratório, encontrado num sistema de trânsito," comenta Kipping.

A estrela hospedeira, Kepler-421, está localizada a cerca de 1000 anos-luz da Terra na direção da constelação de Lira.

FONTE: http://www.sciencedaily.com/

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Discovery Channel: "Contatos Extraterrestres"



FONTE: TERRÍCOLA

Plantas ciborgues dizem o que sentem


O projeto de hardware e software abertos quer estabelecer um novo canal de comunicação entre plantas e humanos.[Imagem: CORDIS/PLEASED]

Plantas sensoriais

Seja para monitorar as mudanças climáticas, seja para melhorar a produção agrícola, ou mesmo para cuidar do seu jardim, é importante saber o que está ocorrendo com as plantas.

Redes de sensores e até satélites podem ajudar, mas monitorar cada lavoura e cada ponto da floresta é caro e demorado.

Além disso, esses sensores, em terra ou no espaço, podem medir algumas variáveis, mas não conseguem dizer o que está acontecendo com as próprias plantas e como elas estão reagindo às suas mudanças ambientais.

O Dr. Andrea Vitaletti, da Universidade de Roma, na Itália, acredita ter encontrado a solução para isso por meio do seu projeto Pleased - PLants Employed As SEnsing Devices, ou plantas empregadas como dispositivos de sensoriamento.

Plantas ciborgues

Para que as plantas possam funcionar como sensores o Dr. Vitaletti e seus colegas estão produzindo o que eles chamam de "plantas ciborgues".

"As plantas serão as sentinelas do ambiente. Para isso, nós estamos tentando classificar os sinais elétricos gerados pelas plantas em reação a estímulos externos, como a presença de poluentes," disse ele.

As plantas estão recebendo sensores do mesmo tipo daqueles usados para monitorar sinais neurais e musculares em seres humanos - esses chips neurais são a base dos equipamentos controlados pelo pensamento, incluindo exoesqueletos, cadeiras de rodas e interfaces cérebro-computador.

Os chips coletam os sinais gerados pelas plantas, que são comparados com os sinais gerados pelas plantas vizinhas, produzindo um quadro claro de como mudanças ambientais - que podem ser mudanças climáticas, aplicação de herbicidas ou até a irrigação - estão afetando as plantas. Tudo em tempo real.

Hardware aberto

Em vez de usar chips neurais estado da arte, a equipe está criando seus protótipos usando equipamentos disponíveis no mercado, usando hardware aberto.

O objetivo dessa abordagem é que qualquer um, seja pesquisador, agricultor ou hobista, possa construir seus próprios sensores e determinar, por exemplo, se suas plantas precisam de mais ou menos sol ou água ou como um determinado fertilizante está afetando a saúde da planta.

Como a solução é baseada na transmissão de dados por wi-fi, monitorar seu jardim da sua sala de estar passa a ser tecnicamente possível.

"Toda a arquitetura Pleased é aberta. O objetivo principal é criar uma comunidade de pessoas interessadas em desenvolver esse tipo de tecnologia," disse o Dr. Vitaletti. "Nós realmente esperamos que a comunidade aberta cresça e nos ajude a alcançar resultados melhores e mais gerais."

Para isso, a equipe está criando um "Kit Pleased", que poderá ser montado pelo público. A expectativa é que tudo esteja pronto em Maio de 2015. As informações será divulgados no site do projeto, no endereço http://pleased-fp7.eu/.




FONTE: SITE INOVAÇÃO TECNOLOGICA

Ovnis filmados em Curitiba PR



Um internauta relata (e mostra) o registro do que seriam “incríveis OVNIS” em Curitiba, no domingo, 20 de julho de 2014.
Segundo o relato postado junto com o vídeo, no Youtube:
“Observamos dezenas de ovnis perto das 13hrs e pudemos presenciar o fenômeno até as 17hrs. Eram pequenos pontos luminosos que ficavam muito próximos do sol e se movimentavam em uma velocidade muito alta e mudavam de direção com muita facilidade e rapidez. Parecia que esses objetos estavam dentro do nosso planeta, mas bem alto. Muitas pessoas puderam presenciar estes objetos. Se alguém conseguiu observar esses objetos neste domingo, publiquem seus vídeos e suas fotografias e deixem seu link. Eu estava com uma Canon com uma lente de pouco alcance e um pouco suja, espero que alguém tenha filmado esse fenômeno incrível que eu pude presenciar com meus familiares, algo que jamais iremos esquecer”.
É preciso bastante atenção para identificar. E a técnica de “obliteração solar”, usada no vídeo, já rendeu muitas polêmicas. Mas e você, leitor, o que acha?



FONTE: http://www.vigilia.com.br/