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Mostrando postagens de Julho 20, 2014

A procura por artefatos alienígenas na Lua está ganhando força no meio científico

Tão maluco quanto possa parecer para uma pessoa não iniciada no assunto, a noção de se procurar por artefatos alienígenas em nossa própria Lua pode finalmente estar ganhado corpo dentro do meio científico.
Há boas razões para seriamente considerarmos a possibilidade de que em algum ponto da história de 4,5 bilhões de anos do sistema Terra-Lua, alguma inteligência extraterrestre possa ter passado através de nosso sistema solar, deixando artefatos físicos de suas visitas.
Estes artefatos provavelmente seriam mais do que somente lixo espacial alienígena, e poderiam incluir evidências de atividade científica ou industrial alienígena, tais como mineração lunar altamente avançada, geração de energia, e até mesmo tecnologia relacionada à uma missão de reconhecimento da Terra a partir do lado visível da Lua.
Isto é o que diz Paul Davies, um pesquisador veterano do SETI (Procura por Inteligência Extraterrestre), físico e agora Diretor do Beyond Center na Universidade Estadual do Arizona em Te…

Astrônomo Ronaldo Mourão morre no Rio de Janeiro

Cientista de 79 anos estava internado devido à uma pneumonia

O astrônomo e físico Ronaldo Mourão morreu nesta sexta-feira, aos 79 anos. Ele estava internado no hospital Quinta D'or, no Rio de Janeiro, com pneumonia. Era considerado o maior nome da astronomia brasileira. Fundou o Museu de Astronomia e Ciências Afins em 1985 e elaborou os verbetes sobre o tema em edições dos dicionários Aurélio Buarque de Hollanda e da Enciclopédia Britânica do Brasil. Trabalhou pela democratização desse campo do conhecimento, produzindo artigos para jornais e programas de rádio.

FONTE: REVISTA VEJA

Conheça o Objeto de Thorne-Zytkow, a bizarra estrela que abriga outra de nêutrons

Muitas pessoas não sabem, mas existem diferente tipos de estrelas em nosso Universo.

Algumas, com particularidades muito curiosas, muitas vezes, bizarras! É o caso do objeto de Thorne-Zytkow, um tipo hipotético de estrela, que abriga outra de nêutrons em seu interior.

Em 1977, os astrofísicos Kip Thorne, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, em Pasadena, e Anna Zytkow, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, descreveram esse tipo exótico de estrela pela primeira vez.

Não existem evidências de como se dá a formação desses objetos, porém, acredita-se que um sistema binário de uma estrela fique ‘inchado’ o suficiente para abrigar uma estrela de nêutrons, tornando-se parte de sua constituição.



Isso poderia levar centenas de anos. Com a colisão dos corpos, os dois sistemas se fundiriam. Se a massa combinada das duas estrelas exceder o limite de Tolman-Oppenheimer-Volkoff, elas entrariam em colapso, formando um buraco negro. Isso causaria uma supernova, dispersando as camadas da …

Fermi encontra um pulsar "metamórfico"

Estas impressões de artista mostram um modelo do pulsar J1023 antes (topo) e depois (baixo) do seu feixe rádio (verde) ter desvanecido. Normalmente, o vento pulsar repele a corrente de gás da companheira. Quando a corrente ganha a "batalha", forma-se um disco de acreção e os jatos de raios-gama (magenta) obscurecem o feixe de rádio.
Crédito: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA
(clique na imagem para ver versão maior)

No final de Junho de 2013, um binário excepcional contendo uma estrela de neutrões veloz e rodopiante sofreu uma mudança dramática de comportamento, mudança esta nunca antes observada. De acordo com o Telescópio Espacial Fermi da NASA, o "farol" de rádio do pulsar desapareceu e, ao mesmo tempo, o sistema aumentou cinco vezes de brilho em raios-gama, a forma mais poderosa de radiação electromagnética.

"É quase como se alguém tivesse carregado num botão, transformando o sistema de um estado de baixa energia para um de maior energia," afirma…

Estrelas parecidas com nosso Sol revelam suas idades

Impressão artística de um exoplaneta hipotético em órbita de uma estrela parecida com o Sol. Os astrónomos mediram as idades de 22 estrelas tipo-Sol usando as suas rotações, num método chamado girocronologia. Anteriormente, apenas se sabia a rotação e idade de duas estrelas do tipo do Sol.
Crédito: David A. Aguilar (CfA)

Definir o que constitui uma estrela "tipo-Sol" é tão difícil quanto definir o que constitui um planeta "tipo-Terra". Uma gémea do Sol deve ter temperatura, massa e tipo espectral semelhantes à nossa estrela. Também seria de esperar que tivesse aproximadamente 4,5 mil milhões de anos. No entanto, é notoriamente difícil medir a idade de uma estrela e por isso os astrônomos costumam ignorar a idade no momento de decidir se uma estrela conta como "tipo-Sol".

Está a surgir uma nova técnica para medir a idade de uma estrela usando a sua rotação - girocronologia. Os astrônomos apresentaram a semana passada as idades girocronológicas de 22 estre…

Hubble descobre que três exoplanetas são surpreendentemente secos

Astrônomos, usando o Telescópio Espacial Hubble da NASA, procuraram vapor de água nas atmosferas de três planetas em órbita de estrelas parecidas com o Sol - e descobriram-nos quase secos. Os três planetas, conhecidos como HD 189733b, HD 209458b e WASP-12b, estão entre 60 e 900 anos-luz de distância da Terra e pensa-se serem candidatos ideais para detectar vapor de água nas suas atmosferas devido às suas altas temperaturas onde a água se transforma em vapor mensurável. Estes chamados "Júpiteres quentes" estão tão perto das suas estrelas que têm temperaturas entre os 800 e 2200 graus Celsius. No entanto, descobriu-se que têm apenas entre um décimo e um milésimo da quantidade de água prevista pelas teorias de formação planetária.

"A nossa medição de água num dos planetas, HD 209458b, é a medição mais precisa de qualquer composto químico num planeta para lá do nosso Sistema Solar, e podemos agora dizer, com muito mais certeza que nunca, que encontramos água num exoplaneta…

A Nasa conseguiu fazer a medição mais precisa de um planeta alienígena de todos os tempos

Especialistas dizem que o diâmetro da Terra é de 12,742 km, mas como podemos calcular as medidas de planetas fora do nosso sistema solar?

Até agora, os astrônomos têm contado com estimativas para determinar a magnitude de mundos alienígenas. Entretanto, um novo método permitiu-lhes fazer o cálculo do tamanho mais preciso já registrado de um exoplaneta. O planeta em questão é o Kepler-93b, e os cientistas afirmam que ele possui um diâmetro de 18.829 km, aproximadamente o tamanho de ‘uma Terra e meia’.

Os cientistas fizeram as medições usando Kepler da Nasa e telescópios espaciais Spitzer. Apesar de super-Terras, como essa, serem comuns na galáxia, elas não existem em nosso sistema solar.

Exoplanetas como Kepler-93b são, portanto, um alvo ideal para estudar esta importante classe de planeta. Com bons limites para os tamanhos e massas de super-Terras, os cientistas podem finalmente começar a teorizar sobre o que acontece nesses mundos.

Medições anteriores, feitas pelo Observatório Keck,…

Terra se salvou por pouco de forte tempestade solar em 2012, diz estudo

Um longo arco de plasma é liberado do Sol durante tempestade magnética registrada entre 10 e 16 de julho deste ano. (Foto: Solar Dynamics Observation/Nasa)

Tempestade poderia 'devolver a civilização moderna ao século 18'.
Fenômeno passou perto da órbita terrestre em 23 de julho de 2012.

Em 2012, uma erupção solar provocou uma poderosa tempestade que passou perto da Terra, mas que era grande o suficiente para "devolver a civilização moderna ao século 18", informou a Nasa. O fenômeno, que passou perto da órbita terrestre em 23 de julho de 2012, foi a tempestade mais poderosa dos últimos 150 anos, segundo comunicado publicado no site da agência espacial americana na quarta-feira. Na Terra, no entanto, ninguém se deu conta disso.
"Se a erupção tivesse acontecido uma semana antes, a Terra teria ficado na trajetória", disse Daniel Baker, professor de Física Atmosférica e Espacial da Universidade do Colorado.
Ao invés disso, a tempestade impactou a nave espacial …

Prepare-se para os “cabos” de fibra ótica que são feitos de laser e ar

Os pulsos de luz são a maneira mais rápida de transferir dados (porque nada é mais rápido que a luz), mas os velhos cabos de fibra ótica já formam toda uma rede. Então os cientistas tiveram uma ideia: usar lasers super potentes para criar uma coluna de ar de baixa densidade que possa carregar um sinal de luz assim como um cabo comum faz. Sim: basicamente, trata-se de fibra ótica feita de ar.

Prepare-se para tirar a poeira da física que você aprendeu na escola: o Dr. Howard Milchberg e sua equipe da Universidade de Maryland descobriram que explosões de lasers potentes fazem com que o ar em torno delas se transforme em um feixe estreito que é chamado de filamento. Esses filamentos de ar quente se expandem, abrindo um tubo de ar de baixa densidade. Esse buraco tem um índice de refração menor que o ar comum — em outras palavras, é como se os tubos de ar de baixa densidade fossem um tubo espelhado.



Em um artigo publicado ontem, o Dr. Milchberg e sua equipe mostraram que quatro desses lase…

Julio Verne

Júlio Verne foi o filho mais velho dos cinco filhos de Pierre Verne, advogado, e Sophie Allote de la Fuÿe, esta de uma família burguesa de Nantes. É considerado por críticos literários o precursor do gênero de ficção científica, tendo feito predições em seus livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, como os submarinos, máquinas voadoras e viagem à Lua.

Até hoje Júlio Verne é um dos escritores cuja obra foi mais traduzida em toda a história, com traduções em 148 línguas, segundo estatísticas da UNESCO, tendo escrito mais de 100 livros.

Infância e juventude

Júlio Verne passou a infância com os pais e irmãos, na cidade francesa de Nantes e na casa de verão da família. A proximidade do porto e das docas constituíram provavelmente grande estímulo para o desenvolvimento da imaginação do autor sobre a vida marítima e viagens a terras distantes. Com nove anos foi mandado para o colégio com seu irmão Paul. Júlio estudou em Nantes onde tirou o curso de direito. Mais tarde, seu …

Estamos sós no universo? Poluição extraterrestre pode dar a resposta

Os terráqueos costumam se questionar se há vida em outros planetas e cientistas afirmaram nesta quarta-feira que a busca por vestígios de poluição de mundos distantes pode dar uma resposta.

Em determinadas condições, os astrônomos podem detectar na próxima década a presença de uma sociedade extraterrestre industrializada, segundo estudo do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica.

Os astrônomos já podem estudar a atmosfera de planetas que ficam fora do nosso sistema solar através da presença de oxigênio e metano, que podem tanto ser produzidos por vida inteligente quanto por micróbios.

Mas, segundo o estudo, uma civilização extraterrestre também poderia lançar clorofluorocarbonos (CFCs) na atmosfera, como fazemos na Terra.

Os CFCs são substâncias químicas usadas em solventes e aerossóis, que destroem a camada de ozônio.

Os astrônomos terão como detectar evidências destes CFCs em planetas distantes com o Telescópio Espacial James Webb (JWST), um projeto de US$ 8,7 bilhões que a Nasa …

Cientistas criam mapa detalhado da superfície de Marte

Imagens recolhidas pela sonda Odisseia 2001, que orbita ao redor do planeta, viabilizaram o novo registro ( NASA/JPL-Caltech/Arizona State University)

Cerca de 20 000 imagens foram usadas para compor o mapa de mais alta resolução já criado do planeta

O Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) elaborou o mapa mais completo de Marte já realizado até o momento, com dados sobre topografia, temperatura e composição do solo marciano. As imagens captadas pela sonda Odisseia 2001, que orbita o planeta vermelho, viabilizaram o novo mapa, que aprimora e complementa versões elaboradas entre os anos 1970 e 1980.

A carta geográfica utiliza dados do Sistema de Imagens de Emissão Termal (Themis, na sigla em inglês), um mecanismo de captação de imagens de emissão térmica, baseado no espectro da radiação infravermelha instalado na sonda Odisseia. Robin Fergason, do Centro Científico de Astrogeologia do USGS no Arizona, liderou o projeto em parceria com pesquisadores do Centro…

Seria um Ovni na superfície marciana?

A comunidade internacional de ufólogos está analisando mais um objeto voador não identificado. Desta vez, a tarefa se complica. É no céu. Mas no céu de Marte.

A fonte das especulações é esta foto que vocês podem ver abaixo da página. Foi tirada pelo famoso rover Curiosity em 14 de julho. Um objeto que até pareceria um avião, na frente de um monte marciano. O ufólogo que usa pseudônimo Streetcap1 no YouTube (veja vídeo abaixo) comenta: “Por pouco não derramei meu café ao ver isto”.
E segundo Scott Waring, do site Ufo Sightings Daily, o objeto é um OVNI tipo TR3B (aeronave de reconhecimento tático, suposta invenção secreta dos EUA).
“A esfera no centro e a sua parte mais curta... apontam que isto pode ser um triângulo com dois pontos visíveis”, afirma o ufólogo, frisando que “a NASA deve explicar muita coisa”.



FONTE: VOZ DA RUSSIA


UFOS WILSON: QUEM SABE UM OVNI BEM TERRESTRE!!!

Partículas sólidas caminham no interior de um metal

A descoberta esclarece o princípio de funcionamento dos memristores, que prometem viabilizar os computadores neuromórficos.[Imagem: Yuchao Yang et al. - 10.1038/ncomms5232]

Memresistência

Depois de décadas de busca, em 2008 pesquisadores finalmente comprovaram a existência do memristor, o quarto componente eletrônico fundamental.

O memristor era considerado o elo perdido da eletrônica porque é capaz de "lembrar seu passado", funcionando como uma memória não-volátil, lembrando da corrente que o atravessou antes.

Isso permite construir computadores que aprendem, imitando as redes neurais do cérebro humano, porque os memristores imitam muito bem as sinapses.

Mas, até agora, os cientistas não entendiam como é que emerge a memória dos memristores - um fenômeno que eles batizaram de memresistência, ou resistência com memória.

Sólido caminha no interior de sólido

Agora, Yuchao Yang e Wei Lu, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, acreditam ter desvendado esse mistério - …

Descoberto exoplaneta de trânsito com o ano mais longo conhecido

Astrônomos descobriram um exoplaneta em trânsito com o ano mais longo conhecido. Kepler-421b orbita a sua estrela a cada 704 dias. Em comparação, Marte orbita o nosso Sol a cada 780 dias. A maioria dos mais de 1800 planetas extra-solares descobertos até à data estão muito mais perto das suas estrelas e têm períodos orbitais muito mais curtos.

"A descoberta de Kepler-421b foi um golpe de sorte," afirma David Kipping, do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica (CfA), autor principal do artigo que relata o achado. "Quanto mais longe um planeta está da sua estrela, menor a probabilidade de passar à sua frente a partir do ponto de vista da Terra. Tem que estar precisamente alinhado."

Kepler-421b orbita uma estrela laranja da classe K, mais fria e ténue que o nosso Sol, a uma distância de aproximadamente 177 milhões de quilômetros. Como resultado, este planeta com o tamanho de Úrano tem uma temperatura gelada de -93 graus Celsius.

Como o nome implica, Kepler-421b fo…

Plantas ciborgues dizem o que sentem

O projeto de hardware e software abertos quer estabelecer um novo canal de comunicação entre plantas e humanos.[Imagem: CORDIS/PLEASED]

Plantas sensoriais

Seja para monitorar as mudanças climáticas, seja para melhorar a produção agrícola, ou mesmo para cuidar do seu jardim, é importante saber o que está ocorrendo com as plantas.

Redes de sensores e até satélites podem ajudar, mas monitorar cada lavoura e cada ponto da floresta é caro e demorado.

Além disso, esses sensores, em terra ou no espaço, podem medir algumas variáveis, mas não conseguem dizer o que está acontecendo com as próprias plantas e como elas estão reagindo às suas mudanças ambientais.

O Dr. Andrea Vitaletti, da Universidade de Roma, na Itália, acredita ter encontrado a solução para isso por meio do seu projeto Pleased - PLants Employed As SEnsing Devices, ou plantas empregadas como dispositivos de sensoriamento.

Plantas ciborgues

Para que as plantas possam funcionar como sensores o Dr. Vitaletti e seus colegas estão p…

Ovnis filmados em Curitiba PR

Um internauta relata (e mostra) o registro do que seriam “incríveis OVNIS” em Curitiba, no domingo, 20 de julho de 2014.
Segundo o relato postado junto com o vídeo, no Youtube:
“Observamos dezenas de ovnis perto das 13hrs e pudemos presenciar o fenômeno até as 17hrs. Eram pequenos pontos luminosos que ficavam muito próximos do sol e se movimentavam em uma velocidade muito alta e mudavam de direção com muita facilidade e rapidez. Parecia que esses objetos estavam dentro do nosso planeta, mas bem alto. Muitas pessoas puderam presenciar estes objetos. Se alguém conseguiu observar esses objetos neste domingo, publiquem seus vídeos e suas fotografias e deixem seu link. Eu estava com uma Canon com uma lente de pouco alcance e um pouco suja, espero que alguém tenha filmado esse fenômeno incrível que eu pude presenciar com meus familiares, algo que jamais iremos esquecer”.
É preciso bastante atenção para identificar. E a técnica de “obliteração solar”, usada no vídeo, já rendeu muitas polêmi…

Se você dobrar um papel ao meio 103 vezes, ele terá a espessura do universo

Dobrar um papel ao meio várias vezes não é tão simples quanto parece: o recorde atual é de Britney Gallivan, que conseguiu dobrar o mesmo papel 12 vezes. Mas se a folha for grande o suficiente – e se você usar bastante energia – é possível dobrá-la quantas vezes quiser. O problema: se você fizer isso 103 vezes, a espessura do papel será maior do que o universo observável. Sério.

Como pode um papel com 0,1 mm de espessura vir a ser tão grosso quanto o universo?

A resposta é simples: crescimento exponencial. Afinal, se você dobrar perfeitamente o papel ao meio, você vai dobrar sua espessura. As coisas começam rapidamente a ficar interessantes:

- ao dobrar o papel pela terceira vez, ele terá a espessura de um prego;

- na sétima dobra, ele terá a espessura de um caderno de 128 páginas;

- com 10 dobras, o papel terá a largura da sua mão;

- após 23 dobras, você chega a um quilômetro;

- após 30 dobras, você pode chegar ao espaço, pois seu papel terá 100 km de altura;

- com 42 dobras, você p…

45 anos da chegada do homem a Lua: Leia o plano de voo completo da Apollo 11

Quarenta e cinco anos atrás, depois de meses de preparação, a Apollo 11 embarcou em sua missão lendária para a Lua. Mas como será que se envia três homens para o imenso vazio do espaço? Veja você mesmo.

Apollo 11 Flight Plan

Esse documento de 353 páginas é o plano de voo completo da Apollo 11, em sua glória científica. O texto é bem complicado e aqui definitivamente não dá para usar a piadinha do “isso não é ciência de foguetes”.

Mas o National Archives dá uma mãozinha se você quiser ler esse material extremamente técnico. Aqui vão as decodificações de algumas siglas:

CSM = Módulo de Serviço de Comando
CMP = Piloto do Módulo de Comando (Mike Collins)
LM = Módulo Lunar
CDR = Comandante da Missão (Neil Armstrong)
LMP = Piloto do Módulo Lunar (Buzz Aldrin)
MCC-H = Centro de Controle da Missão – Houston
LLM = Missão de Pouso Lunar
S/C = Nave espacial


Como bônus adicional, a NASA também disponibilizou a transcrição completa das vozes da Apolo 11. Então você pode ver cada palavra dita pelos …

Interceptações de rádio contam histórias de 'cosmonautas perdidos'

Modelo do Sputnik, primeiro satélite lançado pela URSS (Foto: AP Photo)

Cosmonautas teriam saído da Terra antes de Gagarin, mas não voltaram.
Mesmo após a queda da URSS, registros oficiais nunca foram encontrados.

A história reconhece Yuri Gagarin como o primeiro homem a ter viajado para fora da Terra, mas há quem duvide. E há argumentos para tal. Como o programa espacial soviético era muito fechado e não publicava informações, existe uma corrente que acredita que Gagarin tenha sido o primeiro a pousar com sucesso, mas que, antes dele, cosmonautas tenham morrido em missões fracassadas.
Essa crença se baseia em supostas interceptações de sinais de rádio que teriam sido emitidos de naves tentando estabelecer contato com as bases soviéticas em terra.
Os irmãos italianos Achille e Giovanni Battista Judica Cordiglia providenciam um rico material nesse sentido. Nas décadas de 1950 e 1960, por hobby, tentaram interceptar sinais que vinham do espaço – não só os da União Soviética, como també…