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Cinco casos de OVNIs e alienígenas no Brasil sem explicação até hoje



A vida extraterrestre é algo intrigante e que ecoa na mente humana há muito tempo. Muita gente vê referência a alienígenas em registros de antigas civilizações e nossos olhares para o espaço sempre miraram encontrar alguma evidência de que não estamos sozinhos neste imenso Universo. Mais do que esperar ter contato com aliens fora da Terra, muita gente garante que os “nossos vizinhos” já nos fizeram algumas visitas. Há, inclusive, uma série de relatos sobre a presença alienígena aqui mesmo no Brasil — e é justamente sobre eles que nós vamos falar.

Relembre alguns dos principais casos de OVNIs e aliens em território nacional.

1. Caso Villas-Boas (1957) Este não é um simples caso de contato com alienígenas no Brasil, mas a primeira alegação de abdução em todo o planeta — logo, a primeira alegação de contato imediato de quinto grau de que se tem notícia. O evento teria ocorrido em 16 de outubro de 1957, depois de Antônio Villas-Boas, filho de fazendeiros da cidade de São Francisco de Sales, Minas Gerais, já ter avistado uma forte luz branca em sua janela em duas ocasiões naquele mesmo mês. Segundo o relato de Villas-Boas, dentro da nave, ele foi despido teve sangue coletado por meio de uma ventosa grudada em seu queixo. Depois, ele teria sido deixado em uma sala com uma “mulher alienígena” de cabelo platinado e grandes olhos azuis, com pelos vermelhos nas axilas e no púbis e com a qual ele teve várias relações sexuais. Ao se despedir de Antônio, a alienígena teria ainda apontado para a própria barriga, dando a entender que estaria grávida do agricultor.


Villas-Boas garante que alienígenas extraíram sangue de seu corpo. (Foto: Reprodução/Revista UFO)

Além disso, o homem que garante ter sido abduzido fala que os aliens usavam uma espécie de colante com capacete e óculos redondos. Ele teria tentado pegar um objeto da espaçonave a fim de comprovar a sua história, mas os donos do veículo perceberam e o tomaram de suas mãos. Para Villas-Boas, o seu caso se tratou de uma experiência genética conduzida por seres extraterrestres. Não há muitas evidências de que tudo isso tenha de fato acontecido, pois não foram feitas quaisquer imagens das marcas deixadas pelo trem de pouso do disco voador que visitou a propriedade de sua família. Além disso, o lugar sofreu uma inundação em 1978, o que acabou com qualquer possibilidade de comprovação. A favor de Antônio Villas-Boas há apenas as marcas deixadas no corpo dele pelo suposto contato com os aliens, além de sintomas apresentados por ele no período seguinte ao evento, típicos de pessoas expostas a uma radiação moderada. Antônio morreu em janeiro de 1991, com 56 anos.


2. Caso do Forte de Itaipu (1957)

Era 4 de novembro de 1957 quando duas sentinelas do Forte de Itaipu, localizado na cidade de Praia Grande, em São Paulo, avistaram um imenso brilho no céu. Com um pouco mais de atenção, eles puderam perceber que o objeto descia a uma alta velocidade e parou a cerca de 300 metros da instalação militar. Segundo os soldados que avistaram o OVNI, ele teria cerca de 30 metros de diâmetro e começou a emitir um zumbido intenso e uma forte onda de calor em direção às sentinelas, embora não fosse possível notar qualquer tipo de chama ou luz durante este evento. Com suas roupas queimando, uma das sentinelas chegou a desmaiar, enquanto a outra se protegeu e gritou em pedido de socorro. Outros soldados chegaram e puderam ver o OVNI partindo em retirada.


Sentinelas do Exército saíram queimadas em 1957. (Foto: Jamil Vila Nova/GUG)

Os oficiais feridos receberam tratamento e se recuperaram, mas o caso ainda permanece sem conclusão até hoje. Ele teria recebido atenção até mesmo da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, a qual o Exército Brasileiro teria recorrido devido ao possível maior conhecimento dos norte-americanos sobre o tema. Segundo relatos, até mesmo oficiais das Forças Armadas dos EUA teriam comparecido ao Forte Itaipu para investigar o caso.


3. Operação Prato (1977)

Ocorrida entre outubro e dezembro de 1977, a Operação Prato foi deflagrada pelo 1º Comando Aéreo Regional, órgão da Força Aérea Brasileira com sede em Belém, Pará, a fim de investigar o surgimento e a movimentação de OVNIs na região dos municípios de Vigia, Colares e Santo Antônio do Tauá. Após inúmeros relatos de pessoas sendo feridas por luzes que causavam queimaduras, a operação da aeronáutica comandada pelo capitão Uryangê Hollanda se dirigiu ao local e teria feito fotos e vídeos dos eventos. Apesar de ainda não ter tido todos os seus documentos revelados, o caso é um dos mais documentados do mundo e teve fatos divulgados de forma oficial pelas forças armadas e outros que chegaram ao grande público por meio de vazamentos. Nos documentos já acessíveis, é possível ler uma série de relatos sobre o avistamento dos OVNIs tanto por parte dos militares quanto por parte de civis que prestaram depoimento às autoridades, com descrições precisas sobre movimentação, velocidade e contato com os tais feixes luminosos apelidados de “chupa-chupa”. Segundo relato da médica Dr. Wellaide, então com 24 anos, que atendeu a vários pacientes no posto de saúde da cidade de Colares, seus pacientes apresentavam crise nervosa, cefaleia, astenia, amortecimento parcial do corpo (paresia), tremores generalizados, tonturas e também queimaduras de 1º grau e marcas de microperfurações. Ainda segundo o depoimento da médica, os homens apresentavam as marcas no pescoço, enquanto a única mulher supostamente vítima dos aliens trazia as marcas sobre o seio.


Documentos da Operação Prato liberados pela Aeronáutica. (Foto: Reprodução/IstoÉ)

Em novembro de 1977, a agência de Belém do então Serviço Nacional de Inteligência (SNI) enviou um documento à agência central, em Brasília, relatando sobre o caso. Eles informaram que inicialmente acreditava-se que tudo não se passava de misticismo da população pobre da região, mas, depois, os eventos se tornaram mais evidentes, chegando à montagem de um posto de vigia para fotografar a tal luz que feria as pessoas. Houve vários registro da luz e de supostos OVNIs, mas nunca houve consenso entre a equipe de que os objetos voadores não se tratavam apenas de corpos celestes.


Descrição dos OVNIs vistos durante a Operação Prato. (Foto: Reprodução/IstoÉ)

Ainda com documentos classificados (ou seja, secretos) não divulgados pelos militares brasileiros, o caso permanece um mistério. Ele ganhou tanto destaque que virou documentário no canal History Channel, no qual foi chamado de “Caso Roswell brasileiro” — referência a um dos casos mais famosos de OVNIs do mundo, ocorrido na cidade de Roswell, Estados Unidos, em 1947.


4. A Noite Oficial dos OVNIs (1986)

Provavelmente o caso mais famoso de OVNIs no Brasil, aquela que ficou conhecida como “A Noite Oficial dos OVNIs” aconteceu em 19 de maio de 1986, completando 30 anos recentemente. Tudo começou quando objetos estranhos foram detectados pelos radares do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta I) e, a partir disso, caças F5 e Mirage saíram das Bases Aéreas de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, e de Anápolis, em Goiás. Ao todo, foram avistados — e perseguidos — 21 OVNIs, com o evento podendo ser visto de quatro estados diferentes (Paraná, Rio de Janeiro, Goiás e São Paulo) e durando cerca de três horas. Relatos de caças da FAB perseguidos pelos OVNIs e registro das conversas mantidas entre os pilotos e os controladores de voo estão entre os documentos mais valiosos da ufologia brasileira. No dia seguinte, em 20 de maio, o tenente-brigadeiro do ar Octávio Júlio Moreira Lima, então ministro da Aeronáutica, convocou uma coletiva de imprensa para contar ao Brasil sobre a operação montada às pressas no dia anterior para perseguir os objetos voadores não identificados.


Folha da Tarde noticiando as informações divulgadas pela Aeronáutica. (Foto: Reprodução/Folha da Tarde)

Em 2009, a FAB divulgou um relatório oficial sobre o caso no qual afirmava que “os fenômenos são sólidos e refletem, de certa forma, inteligência, pela capacidade de acompanhar e manter distância dos observadores, como também voar em formação, não forçosamente tripulados”. Em suma, para os militares brasileiros que acompanharam a Noite Oficial dos OVNIs, são vários e fortes os indícios de que aqueles objetos poderiam ser, de fato, discos voadores. Neste ano, a Aeronáutica divulgou uma série de documentos na íntegra, agitando ainda mais a curiosidade dos entusiastas do tema e em especial de quem pesquisa um dos eventos de ufologia mais conhecidos do país.


5. Incidente em Varginha (1996)

É claro que este evento não poderia ficar de fora da lista. Provavelmente o mais famoso e midiático dos casos de presença alienígena no Brasil, o Incidente em Varginha diz respeito à suposta aparição de naves e seres extraterrestres na cidade de Varginha, Minas Gerais, em 1996. Segundo os relatos, as irmãs Liliane e Valquíria Silva, além da amiga de ambas, Kátia Xavier, teriam visto uma criatura de aspecto humanoide ao passarem próximas a um terreno baldio. De acordo com o depoimento do trio, o ser teria pele marrom, aparência viscosa, grandes olhos saltados e avermelhados e três protuberâncias na parte superior de sua cabeça. Envolto em uma série de mistérios e teorias de conspiração, o caso ficou famoso no mundo todo. As três garotas chegaram a afirmar à época que o alien se comunicou por meio do pensamento com elas e, além disso, a mãe das irmãs Silva teria dito que uma pessoa desconhecida tentou subornar a família a fim de que elas não dessem mais qualquer depoimento sobre o caso.


As três meninas que avistaram o ET de Varginha. (Foto: Reprodução/IstoÉ)

Oficialmente, a conclusão do inquérito da Polícia Militar é de que a tal criatura de pele marrom e olhos avermelhados seria, na verdade, um cidadão de Varginha conhecido como Mudinho, “que provavelmente apresenta algum desvio mental e cujas características puderam ser posteriormente evidenciadas no estudo fotográfico de simulação”. Para as autoridades, Mudinho estaria sujo de barro graças às fortes chuvas da região e foi visto agachado junto a um muro, o que o levou a ser confundido com um alien por “três meninas aterrorizadas”. Contudo, muitos ufólogos contrariam esta versão, alegando que as três meninas conheciam o tal Mudinho e que jamais o descreveriam como um ser assustador, de baixa estatura, com olhos grandes avermelhados e protuberâncias na cabeça. Além disso, a presença de várias viaturas da Escola de Sargentos de Armas na região em datas próximas às dos avistamento de OVNIs e aliens também reforça a posição daqueles que acreditam que as autoridades estão escondendo algo — a explicação oficial para a presença das viaturas diz que a movimentação visava levar os veículos para a revisão (algo comprovado por meio de notas fiscais). Segundo o ufólogo Marcos Petit, um dos mais famosos estudiosos do caso de Varginha, engana-se quem acredita que houve apenas um “ET de Varginha”. Em entrevista a EBC, ele afirmou que o grupo de pesquisadores do qual faz parte “não só tomou conhecimento e investigou o caso do avistamento de uma criatura de padrão totalmente apartado de tudo que conhecemos aqui na Terra” — o ET descrito pelas meninas —, mas também “de outros depoimentos de civis, e mesmo de militares do Exército, do Corpo de Bombeiros de Varginha, e de membros da Polícia Militar de Minas Gerais, que descreveram o contato e a captura de seres exatamente iguais aos reportados pelas 'meninas do caso', cujos depoimentos deram origem à pesquisa”. Em suma, não seria apenas um alienígena, mas vários deles, cuja existência vem sendo acobertada pelas autoridades desde então. Enfim, como a maioria dos grandes casos de contato imediato com seres extraterrestres, o Incidente em Varginha (que já ganhou até um FPS de respeito) permanecerá um grande mistério.

FONTES: Ceticismo Aberto (1), Ceticismo Aberto (2), Vigília, IstoÉ (1), IstoÉ (2), Revista UFO, Revista de História, EBC, Folha de S.Paulo

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