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Drones e produções 3D captam o presente e recriam o passado de Pompeia


RUÍNAS DE POMPEIA COM O VULCÃO VESÚVIO AO FUNDO (FOTO: WIKIMEDIA/ELFQRIN)

A fim de preservar a memória da cidade petrificada, tecnologia é utilizada para relembrar essência do patrimônio cultural

As ruínas de Pompeia estão entre os principais destinos turísticos da Itália. Em 2015, cerca de 35 mil pessoas passaram diariamente no local. Nos últimos 50 anos, no entanto, o sítio arqueológico reduziu seu espaço aberto ao público a um terço da área original como forma de preservar o seu legado do “fluxo insustentável” do turismo.

Para driblar essas barreiras e mostrar a beleza e a história do restante do lugar, drones estão sendo usados para sobrevoar e gravar imagens aéreas impressionantes da cidade petrificada.

No vídeo abaixo, a partir da visão comum que um turista teria, o drone sobrevoa a área do sítio arqueológico e dá uma nova dimensão da grandeza do local, revelando uma imensidão de antigas ruínas de moradias e negócios sem cobertura.



Acompanhando a corrida de um cachorro pelas ruas estreitas de Pompeia, este vídeo traz imagens embaladas pela música Echoes, do Pink Floyd, e mostra detalhes como as colunas dos grandes edifícios da cidade.



Além dos testemunhos do que restou de Pompeia hoje, pesquisadores também tentam recriar o que um dia foi a comuna romana. Com tecnologia 3D, pesquisadores de instituições como a Universidade de Lund, na Suécia, reconstruíram a casa do banqueiro Lucius Caecilius Iucundus — romano que inspirou o personagem de Peter Capaldi no episódio "The Fires of Pompeii", da série Doctor Who.

De acordo com arqueólogos, o espaço fora construído para acomodar muitas pessoas, tanto da família de Iucundus quanto seus escravos. Na maquete, é possível conhecer desde os principais cômodos até onde ficavam posicionados os principais móveis do casarão.



Projetos como esse tem sido incentivados pela curadoria da cidade, que, após um terremoto que atingiu a Itália em 1980, convidou a comunidade científica internacional a intensificar os estudos sobre Pompeia antes que as ruínas sejam ainda mais danificadas.

Lançado em 2009, o projeto “A Day in Pompeii” simula quase que hora a hora como deve ter sido a erupção do Vesúvio e destruição de Pompeia entre os dias 24 e 25 de agosto de 79 d.C.. O vídeo foi elaborado pela Zero One Animation, agência de animação voltada para conteúdos educativos, e fez parte da programação da exibição Melbourne Winter Masterpieces, que levou mais de 330 mil pessoas ao Museu de Melbourne, Austrália.



Mesmo após dois milênios da tragédia e três séculos após ser redescoberta, a cidade ainda está presente no imaginário das pessoas e continua rendendo diversas pesquisas. Recentemente, foram descobertos os esqueletos de uma criança morta na tragédia e de um homem que foi esmagado pelos destroços de um batente.

FONTE: REVISTA GALILEU

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