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Telescópio Kepler ainda não está morto e pode ter mais uma missão de observação de exoplanetas



Por: Tom McKay

O telescópio espacial de US$ 600 milhões Kepler, da NASA, que está ficando sem combustível depois de quase uma década do seu lançamento, em 2009, acordou de uma fase de hibernação de quatro semanas nesta quinta-feira (2) e está transmitindo dados para a Terra, segundo noticiou o Space.com na sexta (3). Se tudo correr bem, ele pode até mesmo ser capaz de continuar sua missão para detectar mais exoplanetas em sistemas estelares distantes.

Depois de acordar de sua hibernação, o Kepler começou a transmitir os dados que coletou de sua 18ª pesquisa de 80 dias de sua fase “K2” — uma extensão de sua missão original, lançada depois de a espaçonave sofrer uma falha mecânica em seu sistema de direção em 2013 —, por meio da Deep Space Network, da NASA, um conjunto de satélites receptores espalhados pelo mundo. Se houver combustível restante, a equipe da NASA pode tentar usar o Kepler para uma 19º missão de observação.

Inicialmente, esperava-se que as fontes de combustível durassem apenas dez missões da fase K2, mas o Kepler, até agora, continuou de pé. A fase de hibernação pretendia estender a pequena quantidade de combustível restante do Kepler e garantir que ele pudesse se orientar em direção à Terra durante seu intervalo de tempo para o trabalho com a Deep Space Network.


(O Kepler fez contato ontem e está baixando com sucesso seu conjunto de dados científicos de sua última campanha de observação.)

Durante sua fase inicial, o Kepler escaneou 150 mil estrelas, descobrindo 2.244 candidatos a exoplanetas e 2.327 exoplanetas confirmados. A fase K2 estendida da missão, que usa uma solução envolvendo a pressão dos raios solares para ajudar a estabilizar o Kepler depois da falha do sistema de direção, é imperfeita — ainda assim, identificou 479 candidatos a exoplanetas e confirmou outros 323.

O Kepler identifica exoplanetas por meio do que é chamado de “método do trânsito” — que, basicamente, significa observar as pequenas mudanças na incandescência observável de uma estrela à medida que planetas em órbita passam entre a estrela e o Kepler. Suas descobertas incluíram a de que aproximadamente 20% das estrelas como o Sol têm zonas habitáveis contendo pelo menos um planeta — e que também é provável que muitos sistemas estelares tenham planetas gigantes com luas grandes o bastante para potencialmente abrigar vida. Em 2015, a equipe do Kepler anunciou a descoberta do Kepler-542-b, um dos planetas mais similares à Terra já encontrados, em termos de sua estrela anfitriã, sua órbita e seu tamanho.

Infelizmente, o Kepler ficará sem combustível, provavelmente em breve.

O Transiting Exoplanet Survey Satellite (TESS), sucessor do Kepler, tem a capacidade de observar estrelas muito mais brilhantes que o antecessor — além de fazer um pouco de espectroscopia para ajudar a determinar a composição química de exoplanetas — e será especialmente bom em pesquisar planetas nas órbitas de estrelas anãs vermelhas. Diferentemente do Kepler, que trilha a órbita da Terra a uma distância de aproximadamente 151,2 milhões de quilômetros, o sucessor orbita o nosso planeta. O TESS começou suas operações recentemente, embora observações mais sérias de exoplanetas terão que esperar pelo próximo telescópio, o James Webb, ou até 2040, quando poderão estar em órbita telescópios capazes de capturar bioassinaturas que sejam, possivelmente, indícios de vida.

[Space.com]

Imagem do topo: NASA (AP)

FONTE: GIZMODO BRASIL

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