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Por que vamos (re)conquistar o espaço nos próximos 50 anos


CHEGADA DO HOMEM À LUA COMPLETOU 50 ANOS (FOTO: MARCUS PENNA)

No ano em que o primeiro pouso na Lua completa meio século, perguntamos a especialistas: como será nossa relação com o espaço daqui a 50 anos?

Em julho de 1969, o homem caminhou pela primeira vez na superfície lunar. Impressiona como a constatação soa assombrosa até hoje. Estamos nos aproximando do aniversário de 50 anos da jornada de oito dias que levou Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins da base da Nasa, no Cabo Canaveral, até a Base Tranquilidade, na Lua, e os trouxe de volta em segurança. Há motivos para comemorar — e não são poucos.

Dar nossos primeiros passos cambaleantes em um corpo celeste que não a Terra foi equivalente a sair do conforto do berço e aprender a andar. Uma realização e tanto para uma espécie que, há poucos milênios, costumava divinizar aquela mesma Lua longínqua, cujo brilho trazia um alento às noites escuras. É importante celebrar tudo o que a missão Apollo 11 representa em nossa trajetória. Mas também há algo de inquietante no cinquentenário.

Datas como essa convidam a colocar na balança as coisas que foram (e as que não foram) feitas de lá para cá. Analisar o passado para entender o presente e, com base nas tendências do hoje, tentar prever o amanhã. Foi o que nos propusemos a fazer aqui.

Terminados os dias de glória da Era Apollo, em meados dos anos 70, o programa espacial dos EUA mudou. Muitos diriam que esfriou — ou que perdeu o rumo. É a opinião de especialistas como o engenheiro aeroespacial Robert Zubrin, fundador e presidente da Mars Society, organização que desde 1998 promove a causa de missões tripuladas ao Planeta Vermelho. Durante meia hora de conversa com a GALILEU, Zubrin não poupa críticas ao seu país. “Houve uma deterioração no gerenciamento do programa de voo espacial tripulado.” Ele afirma que, se o então presidente Richard Nixon (1969-1974) não tivesse descontinuado o Programa Apollo, os humanos já teriam chegado a Marte há tempos.

Na época, a Nasa tinha um cronograma ambicioso. Tinha planos de estabelecer uma base lunar permanente até o fim da década de 70, enviar uma missão tripulada a Marte em 1981 e implementar uma base por lá em 1988. Mas então o foco desviou-se do espaço profundo para a órbita terrestre baixa: os investimentos foram canalizados para construção e lançamento de estações orbitais e para o desenvolvimento do ônibus espacial que, diz Zubrin, “não era uma missão, mas uma coisa à procura de uma missão”. Desde então, seguimos confinados à Terra.

O presidente da Mars Society afirma que existem duas vertentes dentro da Nasa: uma movida por propósito e outra subserviente ao modus operandi da velha indústria espacial. Como exemplo da primeira mentalidade, cita os programas de exploração robótica do Sistema Solar, que seguem realizando descobertas científicas eletrizantes. “Esses programas não fazem as coisas para gastar dinheiro, eles gastam dinheiro para fazer as coisas”, destaca.

No ano passado, a Nasa conseguiu um orçamento de US$ 20,7 bilhões — o maior dos últimos anos. Grana não falta. Zubrin explica por que contratar as grandes corporações para construir foguetes e fazer lançamentos sempre foi tão caro. Com o fim da Apollo, os políticos dos EUA acharam que as empresas do setor estavam lucrando demais. Optaram por regulá-las para que não lucrassem mais que, digamos, 10% dos custos de cada projeto. “E adivinhe só? Regulando a companhia para que cobre até 10% dos custos, ela vai buscar maximizar seus custos.” Analistas como Zubrin consideram essa modalidade de contrato a responsável por uma longa estagnação na indústria espacial, em que as grandes empresas ditavam as regras do jogo.

Mas tudo isso começou a mudar radicalmente no início do novo milênio, quando um punhado de startups aeroespaciais iniciou suas atividades trazendo a mentalidade disruptiva do Vale do Silício. O NewSpace, como é chamada a nova onda, deve decolar de fato na próxima década — e promete ganhar contornos inimagináveis conforme avançamos no século 21. Essa classe de empresários e investidores recebeu um nome: astropreneur (algo como astropreendedores).

FONTE: REVISTA GALILEU

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