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Não dá para viajar no tempo por buraco de minhoca, diz estudo


CONCEPÇÃO ARTÍSTICA DE UM BURACO DE MINHOCA. (FOTO: CREATIVE COMMONS / GENTY)

Para pesquisadores, essa estrutura cósmica não seria estável suficiente para se sustentar no Universo

Viajar no tempo pode ser possível, defendeu o físico Stephen Hawking em um de seus últimos trabalhos, publicado em livro póstumo chamado “Brief Answers to the Big Questions" (Breves respostas para grandes perguntas, em tradução livre).

E, para isso, seria preciso atravessar um buraco de minhoca, uma espécie de túnel que une pontos distantes no espaço, ou mesmo dois universos, através da curvatura espaço-temporal. Teoricamente, tal túnel poderia ser atravessado de um ponto no espaço para outro sem realmente percorrer a distância entre eles.

"Nossa esperança para a existência desses objetos exóticos repousa no fato de que as equações de Einstein permitem que os buracos de minhoca sejam sua solução”, afirmou Roman Konoplya, físico da Universidade Russa da Amizade dos Povos.

Em trabalho recente, o pesquisador e seus colegas teorizaram sobre as chances de algo como viajar por um buraco de minhoca ser algo possível. E a conclusão é que não. Não rola.

“Para buracos de minhoca serem atravessáveis ​​e não entrarem em colapso por causa de efeitos gravitacionais, a força de repulsão no buraco de minhoca deveria ser extremamente alto ", diz Roman Konoplya. Ou seja, alguma força precisaria segurar a estrutura do “buraco”, impedindo que ele colapse.

Normalmente, os físicos teóricos sugerem duas opções para essa força de repulsão: concentração de energia escura ou flutuações de vácuo nos campos quânticos nos arredores do buraco de minhoca. Ambos os casos, no entanto, requerem uma grande dose de imaginação, já que dependem de variáveis que, segundo os pesquisadores, tendem mais para o otimismo que para uma realidade palpável.

Em 2011, cientistas gregos e alemães descobriram que a força de repulsão pode ser explicada sem a introdução de tipos incomuns de matéria. De acordo com seus cálculos, a repulsão é possível simplesmente como resultado de correções quânticas da teoria de Einstein motivada pela teoria das cordas na aproximação de baixa energia (a chamada teoria de Einstein-Gauss-Bonnet).

Se um buraco de minhoca se mostrar estável diante pequenas flutuações de tempo e espaço, seria possível elaborar um modelo, inspirado nas teoria das cordas, que possibilitaria a viagem no tempo.

O novo estudo, no entanto, defende que essa estabilidade seria impossível. "Alguns estudos preliminares de colegas estrangeiros pareciam indicar a possibilidade de tal estabilidade. No entanto, confirmamos que um buraco de minhoca, de acordo com a teoria de Einstein, é criticamente instável”, escreveu Konoplya.

E um sistema instável não teria uma vida muito longa dentro da mecânica do Universo. “Infelizmente, esses resultados significam que ainda não temos um modelo de buraco de minhoca teoricamente consistente sem suposições exóticas ", disse Konoplya.

FONTE: REVISTA GALILEU

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