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O Primeiro Homem: Ryan Gosling interpreta Neil Armstrong em novo filme


RYAN GOSLING COMO O ASTRONAUTA NEIL ARMSTRONG EM O PRIMEIRO HOMEM (FOTO: DIVULGAÇÃO)

O astronauta Neil Armstrong é o dono de uma das frases mais famosas da história — “Um pequeno passo para o homem, um salto gigante para a humanidade” –, proclamada ao se tornar o primeiro homem a pisar a Lua, em 20 de julho de 1969. No entanto, pouco se sabe sobre o homem em si. O diretor Damien Chazelle (de Whiplash – Em busca da perfeição) juntou-se novamente a Ryan Gosling, seu ator em La La Land – Cantando estações, vencedor de seis Oscar, para contar essa história no filme O Primeiro Homem, que estreia nesta quinta-feira (18) no Brasil.

“Queria mostrar como foi maluco o que essas pessoas fizeram, a fragilidade daquelas naves, a quantidade de elementos desconhecidos, a aceitação do risco, a maneira como um país inteiro se mobilizou em torno disso”, disse Damien Chazelle, em entrevista em Los Angeles. “E também o peso colocado sobre um indivíduo que literalmente tinha de dar aqueles primeiros passos. Não queria uma biografia do Neil, mas ver a missão à Lua sob sua perspectiva.”

Gosling conversou com a família de Armstrong e foi à NASA para tentar entender o homem extremamente reservado. Veja nossa conversa com o ator:

O que significou para você interpretar uma lenda?
Foi interessante porque penso que todos sabem quem é Neil Armstrong, mas na verdade nós sabemos muito pouco sobre ele. Os detalhes de sua vida são pouco difundidos, então foi uma grande experiência poder comunicar essa história. Mas evitamos romantizar o período e mostrar que, apesar do foco que se deu a essa conquista, houve um grande custo financeiro e humano.

Você descobriu coisas novas sobre ele?

Tive oportunidades incríveis de passar tempo com sua família: conheci sua irmã, June, e nós nos sentamos no quarto onde ele nasceu em uma fazenda em Ohio, e ela me contou histórias de quando Neil era criança. Os filhos dele ajudaram muito e estavam sempre disponíveis para responder a qualquer questão. Também encontrei sua ex-mulher, Janet, antes de ela morrer.

Tive ainda o suporte do livro O Primeiro Homem - A Vida de Neil Armstrong, de James R. Hansen (Intrínseca, 512 páginas, R$ 59,90), que é bem completo. Neil era reservado. quieto, focado e introspectivo, mas podia ser muito eloquente e poético quando queria. Foi um desafio tentar passar tanto do que ele tinha internalizado para o público poder ter acesso ao que ele sentiu na época.


O ASTRONAUTA NEIL ARMSTRONG É O FOCO DO FILME O PRIMEIRO HOMEM, DIRIGIDO POR DAMIEN CHAZELLE (FOTO: NASA)

Por que acredita que a história é relevante ainda nos dias de hoje?

Foi bem emocionante ouvir esses astronautas falando dessas missões nessa época que o objetivo era chegar à Lua, mas eles acabaram descobrindo a Terra. Eles descrevem como a Terra parece insignificante na vastidão do espaço. Algo mudou em sua perspectiva, e eles passaram a não pensar mais em termos de países ou culturas, mas do mundo como “lar”.


NEIL ARMSTRONG, MICHAEL COLLINS E BUZZ ALDRIN - TRIPULAÇÃO DA APOLLO 11 (FOTO: NASA)

Acha que essa visão é algo de que o mundo precisa agora?

Neil dizia algo como “todo astronauta vai dizer que sua perspectiva do mundo mudou, mas que era algo difícil de reter”. Conversei com um astronauta que tinha acabado de voltar da Estação Internacional e descreveu como tinha sido uma experiência profunda, mas que era engraçado porque depois de duas semanas na Terra já estava buzinando que nem louco no trânsito [Risos].

Tendo duas filhas, você arriscaria sua vida numa aventura dessas?

Não consigo imaginar o que foi para essas famílias. Era algo muito perigoso. Eles não tinham como garantir que iam voltar para casa. Então as famílias merecem um grande crédito pelo que tiveram de suportar e sacrificar.

Como fazer um filme com tanto suspense sendo que sabemos que a missão foi bem-sucedida?

É um desafio, mas acho que é a ideia de que você não sabe o que foi preciso para chegar lá. O filme não é só a missão, percebemos como elas eram perigosas e nos sentimos pessoalmente envolvidos porque vemos esses astronautas como pessoas e seus filhos como crianças cujos pais estão arriscando suas vidas.

Queria ser astronauta quando era pequeno?

Não. Eu ficava maravilhado com o mistério do espaço e fico feliz que tenha aprendido um pouco sobre isso, porque tive a oportunidade de conversar com astronautas e ir à NASA.

Iria para Marte?

Eu não, você iria? [Risos] Foi uma época interessante para visitar a NASA, eles estavam se preparando para ir à Lua ou Marte. É inspirador ver o que eles estão preparados para fazer.


EXPERIMENTOS CONDUZIDOS NA LUA (FOTO: NASA)



FONTE: REVISTA GALILEU

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