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Vermes de 41 mil anos congelados na Sibéria voltam à vida


NEMÁTODOS FORAM COLOCADOS EM TEMPERATURA DE 20 GRAUS CELSIUS E COMEÇARAM A SE MOVER (FOTO: WIKIPEDIA/ CREATIVE COMMONS)

Organismos fêmeas estavam enterrados em solo com gelo e rochas

Vários nematoides desenterrados no nordeste da Sibéria estão se contorcendo e se alimentando na Academia de Ciências da Rússia.Este é um feito surpreendente, visto que os minúsculos organismos tinham sido previamente congelados no período do Pleistoceno, que começou há 2,588 milhões de anos.

Também conhecidos como nemátodos ou nematódeos, eles são um filo de animais cilíndricos e alongados, classificados como vermes. Segundo pesquisadores, um grupo de nematóides foi encontrado em uma amostra glacial retirada a 30 metros abaixo da superfície de um pergelissolo (terra, gelo e rochas) próximo às margens do Rio Kolimá, na Sibéria.

Após a remoção dos vermes dos pedaços glaciais, eles foram levados à Academia e colocados em temperatura de 20°C com ágar e bactérias. "Depois de serem descongelados, os nematóides mostraram sinais de vida", afirmou um relatório de pesquisa, de acordo com o Siberian Times. "Eles começaram a se mover e comer."

A datação por radiocarbono mostrou que o solo e plantas de dentro da amostra têm 32 mil anos de idade. Já um segundo montante de vermes estava isolado em um pedaço glacial a 3,5 metros de profundidade, perto do Rio Alazeya, e foi datado de 41,7 mil anos.

Análises revelaram que os nemátodos de Kolyma pertencem ao gênero Panagrolaimus, enquanto os encontrados em Alazeya pertencem à Plectus. Além disso, todas são fêmeas.

Considerando que o solo naquela região descongela a uma profundidade de aproximadamente 80 centímetros por ano, e não descongelou mais de 1,5 metro em cerca de 100 mil anos, cientistas argumentam que não há como os organismos descobertos serem dos tempos modernos.

“Nossos dados demonstram a capacidade de organismos multicelulares sobreviverem à criobiose de dezenas de milhares de anos sob as condições naturais de crioconservação”, apontou o relatório do estudo, publicado na revista Doklady Biological Sciences. “Isso sugere que os nematóides do Pleistoceno possuem alguns mecanismos adaptativos que podem ser de importância científica para os campos da criomedicina, criobiologia e astrobiologia.”

Investigações anteriores mostraram que os nematoides podem suportar uma variedade de condições extremas que matariam rapidamente outros organismos. No começo dos anos 2000, pesquisadores indicaram que os vermes são capazes de sobreviver a a ciclos de congelamento e descongelamento.

Os nemátodos se transformam para se adaptar ao clima frio, quando eles excretam a água em suas células à medida que as temperaturas esfriam. Este processo – chamado de desidratação crioprotetora – impede a destruição do tecido que surge quando as moléculas de água dentro das células se expandem durante a cristalização e rompem as paredes das células.

FONTE: REVISTA GALILEU

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