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Ufologia nordestina: O caso Chiquinho


Praça onde ocorreu o suposto fenômeno ufológico.

Por Reinaldo Coutinho

Este estranho e suposto caso ufológico se passou no ano de 1994, na sede do município piauiense de Castelo do Piauí. Foi registrado no nosso livro NA TERRA DOS CASTELOS (2000). A nossa cena se passa na praça principal da cidade, onde está a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Desterro. O protagonista é Francisco Germano de Sousa, o Chiquinho, então vigia da Prefeitura Municipal.

Era uma hora da madrugada e o atento vigilante estava confortavelmente deitado na sua rede de tucum, de olho em alguma bagunça de bêbados ou animal pelos jardins da praça. Mas tudo estava muito deserto e tranquilo. E Chiquinho se embalava ao luar.

De repente, um súbito clarão! Chiquinho deu um sobressalto da rede e estatelou os olhos na luz, sem entender nada. Quando discerniu o fenômeno, ele lembrou imediato do Chupa ou do Aparelho, o fogo misterioso de índole maligna, que ouvira muito falar no Maranhão, quando por lá trabalhara.

Perplexo, o vigia delineou um globo luminoso, descendo lentamente até o pátio da igreja. E o pobre Chiquinho estava tão nervoso que não conseguiu sequer correr de medo. Disse-nos Chiquinho:

“Era assim um alumínio cor de bronze e no meio dele tinha uma luz que girava.”


Francisco Germano, o chiquinho em 2000.

A perplexidade do vigia triplicou quando viu abrir-se uma portinhola no aparelho, donde saíram uns bichinhos roxos, com capacetes que lhes vedavam os rostos. Eram dois seres, cada um com cerca de um metro de altura. Os dois se dirigiram a Chiquinho. Mas aí suas pernas obedeceram aos impulsos cerebrais e o vigia saiu em incrível disparada, deixando imediatamente a Praça.

Assustado, o funcionário municipal foi para outra Praça, onde encontrou um colega vigilante de serviço. Balbuciante e trêmulo contou tudo ao amigo e quis lhe mostrar tudo. Mesmo sem entender ou acreditar, o colega, por via das dúvidas e por medo, preferiu não ir ao local.

Chiquinho não mais vigiou a praça, nem logradouro algum da cidade. Aliás, foi tamanho o seu trauma que abandonou o emprego.

O caso se espalhou pela cidade de Castelo do Piauí e a descrença e a zombaria sobre o humilde vigia foram cruéis. Sem testemunhas, quem acreditaria nele?

“Eu não gosto nem de falar no assunto. Ninguém acreditou em mim. Até hoje passo por mentiroso e as pessoas riem de mim e jogam piadas. Eu não menti, não estava dormindo e nem bêbado. Juro que via o aparelho e dos pequeninos. Mas sei que ninguém acredita. Até fiquei doente por causa disso.”

O que mais nos chamou a atenção neste caso foram os testemunhos das atribulações pelas quais passou o desafortunado vigia após o ocorrido. As pessoas que entrevistamos, da mais absoluta confiança, mesmo não tendo opinião sólida sobre o fenômeno, nos garantem que o rapaz se tornou apavorado, nervoso, adoentado e desconfiado. A nós mesmo nos pareceu uma pessoa muito séria e sempre coerente no que afirmava.

FONTE: http://www.piracuruca.com

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