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GOES-16 verá América do Sul com maior precisão



A NOAA - (National Oceanic & Atmospheric Administration), um dos mais importantes centros de pesquisa científica dos Estados Unidos e do mundo, anunciou que o novo satélite meteorológico geoestacionário GOES-16 será deslocado para a posição leste, a 75 graus de longitude oeste, em uma altitude de 22300 milhas ou 35888 quilômetros acima da linha do Equador.

A notícia foi dada no dia 25 de maio, durante a reunião para a imprensa sobre o prognóstico para a temporada de furacões de 2017 do Atlântico Norte. O GOES-16 foi lançado ao espaço em novembro de 2016 e desde então seus instrumentos e os dados produzidos estão passando por um extenso e detalhado programa de testes. Este período de checagem só deve terminar em novembro de 2017, quando será declarado operacional.

América do Sul favorecida

Quando estiver na posição leste, o GOES-16 verá os Estados Unidos por inteiro e vai permitir um rastreamento muito mais acurado das severas tempestades que nascem na costa noroeste da África e que podem se transformar em um furacão.
A melhoria no monitoramento de furacões do Atlântico Norte é um dos motivos da grande expectativa em torno do GOES-16. Mas os meteorologistas da América do Sul também comemoraram a decisão da posição leste do novo satélite. Isto vai permitir que se tenha imagens mais apuradas e mais frequentes de toda a América do Sul.

Imagens em full HD

O GOES-16 é o satélite meteorológico mais avançado que a NOAA já desenvolveu. Ele é o primeiro de uma série de quatro satélites geoestacionários da nova geração. O próximo, o GOES-S, deve ser colocado em órbita até a primavera de 2018 assumindo a posição do GOES-Oeste. Depois do GOES-S estão programados para entrar em operação o GOES-T, em 2020, e GOES-U, em 2024.

Esta nova geração de satélites GOES (Geostationary Operational Environmental Satellite) vai permitir que as imagens das nuvens sejam muito mais nítidas e definidas. O GOES-16 fará a varredura da Terra cinco vezes mais rápido do que os atuais satélites geoestacionários operados pela NOAA. A resolução é quatro vezes maior do que a da linha GOES atual e a cada 30 segundos, usando um maior número de canais espectrais do que os satélites atuais. É como passar a ver imagens em uma televisão full HD!
As imagens do GOES-16 vão permitir que os meteorologistas façam um acompanhamento mais apurado da intensificação e do enfraquecimento das áreas de tempestade. As imagens de satélite do Brasil são feitas atualmente pelo GOES-13. A imagem mostra a comparação entre uma imagem feita pelo GOES-16 e pelo GOES-13.



Mapeamento de raios
Os satélites meteorológicos são os terceiros, quartos e quintos olhos dos meteorologistas. Hoje é impensável fazer previsões e monitoramentos meteorológicos e ambientais sem a ajuda deles. Os satélites meteorológicos não mostram apenas a movimento da nebulosidade, mas medem muitos outros parâmetros como temperatura e poluentes.
Um dos novos instrumentos do GOES-16 é o primeiro detector de raios que ficará em órbita geoestacionária. Com este instrumento será possível fazer um mapeamento dos raios entre nuvens e de nuvens para o solo ajudando os meteorologistas a perceber as tempestades severas muito mais cedo.

Bem vindo GOES-16!

Neste Explicando o Tempo você vai entender como os satélites meteorológicos enxergam a Terra.




FONTE: Climatempo/Canal Youtube Canaltech

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