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NASA descobre três planetas que podem ser “elo perdido” da formação planetária


Imagem: Nasa/Goddard Space Flight Centre/Scott Wiessinger

A NASA encontrou três novos exoplanetas (como são chamados os planetas que orbitam uma estrela que não é o Sol) relativamente próximos de nós. A descoberta foi publicada na segunda-feira (29) no periódico Nature e deixou a comunidade científica bastante animada — parece que a descoberta pode oferecer respostas importantes sobre a formação dos planetas em nosso próprio Sistema Solar.

Batizado de TOI-270, o novo sistema estelar foi descoberto com a ajuda do telescópio espacial TESS — sigla em inglês para Transiting Exoplanet Survey Satellite (ou Satélite de Pesquisas de Exoplanetas em Trânsito, em tradução livre). O TESS foi lançado ao espaço pela NASA há um ano e já encontrou 21 planetas fora do Sistema Solar, além de coletar dados de supernovas e buracos negros, entre outros fenômenos.

Elo perdido

O sistema de TOI-270 está há 73 anos-luz de distância da Terra, o que é uma distância relativamente pequena numa escala cosmológica.


Compare e contraste mundos no sistema TOI 270 com estas ilustrações de cada planeta. As temperaturas dadas para os planetas TOI 270 são temperaturas de equilíbrio, calculadas sem levar em conta os efeitos de aquecimento de quaisquer possíveis atmosferas.
Créditos: Goddard Space Flight Center da NASA

Um dos planetas do sistema é uma “superterra”, ou seja, um mundo rochoso com massa ligeiramente maior que a da Terra. Os outros dois são planetas gasosos, apenas um pouco maiores que o anterior. A pouca diferença no tamanho deles chamou bastante a atenção dos cientistas, porque no nosso Sistema Solar as coisas são bem diferentes: os mundos rochosos (Mercúrio, Vênus, Marte, e Terra) são muito menores que os gigantes gasosos (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno). Por isso, o sistema TOI-270 está sendo chamado de o “elo perdido”, e pode responder, por exemplo, se planetas rochosos e gasosos têm origens semelhantes ou distintas.

“O TOI-270 nos permitirá em breve estudar esse 'elo perdido' entre planetas rochosos parecidos com a Terra e sub-Netunos gasosos, porque aqui [no Sistema Solar] todos esses tipos se formaram no mesmo sistema”, disse o pesquisador Maximilian Günther, pós-doutor no Instituto Kavli de Astrofísica e Pesquisa Espacial do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos. "O sistema em torno da TOI-270 é uma verdadeira Disneylândia para o estudo dos exoplanetas. É um laboratório excepcional não por uma razão, mas por várias — de verdade, ele preenche todos os requisitos", concluiu.


O sistema TOI 270 é tão compacto que as órbitas de Júpiter e suas luas em nosso próprio sistema solar oferecem a comparação mais razoável, como ilustrado aqui.
Créditos: Goddard Space Flight Center da NASA

Busca por vida

Acredita-se que um dos dois mundos gasosos, o mais distante da estrela TOI-270, esteja na faixa de temperatura que poderia suportar algumas formas de vida (a chamada "zona habitável" de uma estrela). Isso também animou os pesquisadores, mas logo se percebeu que a atmosfera por lá deve ser tão espessa e densa que provavelmente muito calor é armazenado e, portanto, a superfície é provavelmente quente demais para abrigar seres vivos.

Günther, porém, acredita que ainda podem ser encontrados outros planetas ao redor da estrela TOI-270 que também estejam em uma zona habitável. Claro, ainda é necessário encontrar esses novos planetas no sistema e conferir suas condições atmosféricas, tamanho e massa.

E parece que tudo está a favor de novas descobertas. A estrela TOI-270 está relativamente próxima, e por isso é bastante brilhante para nós. Ela é pequena e relativamente fria, pouco mais quente que o Sol. Embora seja do tipo anã vermelha, que normalmente é muito ativa com erupções frequentes e tempestades solares, a TOI-270 é um tanto calma e emite um brilho constante, o que ajuda os pesquisadores a observar melhor os planetas que a orbitam.

FONTE: Nature via canaltech.com.br

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