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Por que o Grande Colisor de Hádrons será fechado por dois anos



Por Ryan F. Mandelbaum

O Grande Colisor de Hádrons (LHC), maior esmagador de átomos do mundo, estará desligado nos próximos dois anos para atualizações. Esperemos que as suas capacidades de caça a partículas sejam ainda melhores quando ele reiniciar em 2021.

O experimento LHC é a joia da coroa do CERN, em Genebra, na Suíça. Um complexo de anéis sucessivos acelera partículas subatômicas antes de injetá-las em um par de anéis de interseção, om 27 km de circunferência. Em cada ponto de interseção, um detector age como uma câmera para observar o resultado da colisão das partículas. Os cientistas usaram o experimento para descobrir o bóson de Higgs, uma partícula parcialmente responsável por dar massa a outras partículas. Seu desligamento e sua atualização permitirão que os físicos explorem novas fronteiras anteriormente inacessíveis do universo.

Várias partes do LHC receberão melhorias durante esse período de dois anos, também chamado de “Long Shutdown 2”. Os injetores que alimentam o acelerador com partículas serão alterados para acomodar feixes de partículas mais fortes, de acordo com um comunicado do CERN. Os aceleradores lineares, os primeiros passos do processo de aceleração, serão substituídos. Outros aceleradores ao longo do caminho até o último anel do LHC receberão atualizações, assim como os componentes elétricos. Cada um dos detectores de medição de colisão verá atualizações; um deles, o LHCb, será quase todo substituído.

Mas o trabalho também continuará na atualização que transformará o LHC em HL-LHC, ou Grande Colisor de Hádrons de Alta Luminosidade.

Você talvez tenha ouvido alguns rumores sobre como o LHC não encontrou novas partículas desde o bóson de Higgs. Até agora, muitos físicos esperavam ter visto evidências de ” supersimetria”, uma lista de partículas parceiras para cada partícula existente que ajudaria a explicar vários problemas físicos pendentes ao mesmo tempo e que poderia ser um candidato para explicar a matéria escura. Mas a supersimetria ainda não foi descoberta. Agora, os físicos estão tentando encontrar novas pistas de outras maneiras, procurando por resultados mais raros de colisões de partículas e desvios do Modelo Padrão de física de partículas. O HL-LHC aumentaria a taxa de colisão de cinco a sete vezes, para tornar qualquer anormalidade mais óbvia.

Toda essa renovação não significa que o trabalho científico vai parar no LHC. Os detectores apenas coletam dados — mas cabe aos cientistas cavar os dados para encontrar algo novo. Os físicos ainda estão vasculhando o que foi coletado entre 2015 e 2018.

O LHC está previsto para reiniciar em 2021, e o projeto HL-LHC deve começar em 2025.

Conhecendo o LHC:

Professores do IFSC foram até a Suíça conhecer o maior acelerador de partículas do mundo: um túnel de 27 quilômetros de extensão onde se busca detectar as partículas mais fundamentais do Universo. Vinicius Jacques e Diogo Chitolina mostram no vídeo "Viagem ao CERN" o que se faz no laboratório europeu e como se tenta desvendar o maior enigma de todos os tempos. Afinal: do que tudo é feito?



FONTE: GIZMODO BRASIL - IFSC TV

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