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Robôs espaciais de olho em tecnologias para uso na Terra


Tecnologias de outro mundo desenvolvidas para uso por humanos aqui na Terra. [Imagem: Florian Cordes/DFKI BmbH]

Em vez de um grande robô levando todos seus laboratórios por todos os lados em um planeta distante, engenheiros alemães acreditam que é mais razoável manter o robô principal em zonas mais seguras, livres do risco de atolamento, por exemplo, e deixar um pequeno robô mais leve funcionar como leva-e-traz das amostras.

O conceito se mostrou eficaz depois de uma campanha de quatro semanas de testes realizados em um deserto nos EUA por técnicos da Agência Espacial Alemã (DLR) e da Universidade de Bremen.

A dupla exploradora é formada pelos robôs SherpaTT e Coyote III.

Os dois robôs foram projetados para uma missão onde amostras sejam coletadas e depositadas em um local definido, onde outra nave possa coletá-las para trazer de volta à Terra.

Assim que o SherpaTT identifica uma rocha promissora, o pequeno Coyote III é acionado para levá-la ao ponto de coleta.

Robô que anda e roda


O SherpaTT pode andar ou rodar, dependendo do terreno. [Imagem: Florian Cordes/DFKI BmbH]

Graças às suas longas pernas equipadas com rodas, o SherpaTT é capaz de se mover em terrenos difíceis. Uma articulação no joelho permite até mesmo o uso tridimensional do seu chassi - sim, ele pode rodar ou andar, dependendo das condições do terreno.

Vários sensores permitem avaliar o ambiente em detalhes. E, graças à sua capacidade de orientação, ele pode explorar a região de forma autônoma, sem depender de comandos enviados da Terra para cada movimento.

Além disso, o SherpaTT possui um braço robótico para remexer o terreno e coletar amostras, e um escâner a laser, que permite "queimar" as rochas para que sua composição química seja analisada.

Robô de recados


O Coyote III é ágil e leve, projetado para carregar amostras e colocá-las no ponto de coleta. [Imagem: Florian Cordes/DFKI BmbH]

O pequeno robô auxiliar Coyote III é bem mais ágil, podendo viajar a uma velocidade de cerca de cinco quilômetros por hora em terreno acidentado - cerca de duas vezes mais rápido do que o SherpaTT.

Essa velocidade é parcialmente devida às suas rodas em formato de estrela, que podem ser adaptadas às mais diversas condições de solo.

Pesando 12 quilos, ele também é significativamente mais leve que o SherpaTT, que pesa cerca de 150 quilos. Isto não é apenas devido ao seu tamanho, mas também à sua construção mais leve, feita de materiais como fibra de carbono e alumínio.

Tecnologias para uso terrestre

Para maior flexibilidade e facilidade de controle, em vez de comandos enviados pelo teclado de um computador, os engenheiros podem controlar os dois robôs com um exoesqueleto, que transforma os movimentos do operador em terra em comandos adequados.

Os robôs e o exoesqueleto são parte do Projeto TransTerrA, da DLR. Como geralmente transcorre uma década ou mais entre o projeto de um robô espacial e seu uso efetivo na Lua ou em Marte, a equipe está aproveitando para desenvolver tecnologias que possam ser usadas aqui na Terra.

Entre os interesses mais imediatos estão o uso de robôs em operações subaquáticas e serviços de busca e salvamento, bem como o desenvolvimento de robôs para reabilitação de pacientes e exoesqueletos para uso médico ou apoio ao movimento de idosos.

FONTE: SITE INOVAÇÃO TECNOLOGICA

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