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Neil deGrasse Tyson fala da coisa mais difícil de entender no universo


(FOTO: NASA AMES RESEARCH CENTER) NEIL DEGRASSE CONSTANDO O TAMANHO INIMAGINÁVEL DO NOSSO PAPEL DE TROUXA NO UNIVERSO.

Astrônomo fala sobre a dificuldade de divulgar pesquisas na área de astrofísica que lidam com números monumentais

Nós não temos um senso intuitivo do quão longe o tempo chega.” É assim que Neil deGrasse Tyson abre um pequeno vídeo do site americano Business Insidersobre como os números imensos com que a ciência lida diariamente dificultam a compreensão de coisas muito grandes ou muito, muito pequenas.

1. É difícil entender que tudo muda muito devagar em comparação com a duração de nossas vidas

É bem comum ouvir falar que algo no universo aconteceu há muito tempo, ou mesmo que algo está acontecendo no universo neste exato momento — “momento” esse que começou há um milhão de anos, na melhor das hipóteses. É bem difícil, na prática, atribuir dimensões palpáveis ou sequer imagináveis aos valores numéricos citados em notícias científicas.

No vídeo, Neil deGrasse Tyson explica que não há nada de errado com isso, e que na lista de necessidades de sobrevivência que guiou a evolução biológica muito, muito recente do cérebro humano, dar significado real a um valor tão grande quanto um bilhão não era prioridade. Por outro lado, ajudava um bocado na hora de conseguir o pão de cada dia entender as fases da Lua, que deram origem à divisão do ano em meses, e as estações, que estão nas bases de práticas tão essenciais à civilização quanto a agricultura.

2. Também é quase impossível entender o verdadeiro tamanho de coisas muito grandes e muito pequenas

Se o Sol fosse uma grande caixa redonda, poderíamos depositar um milhão de planetas Terra lá dentro — e sobraria espaço. “Já é difícil simplesmente entender quanto é um milhão, e aí eu venho e falo que dentro do Sol cabem um milhão dessas!”, brinca Neil no vídeo.

E ele parte, então para um exemplo mais extremo. No interior de um único copo d’água há tantas moléculas de H20 que seria possível colocar uma em cada copo de água que todas as outras 8 bilhões de pessoas da Terra vão consumir hoje. Multiplique isso pela rotatividade do líquido e você descobrirá que algumas das partículas da água que você bebe hoje já passaram pelos rins de Gengis Khan ou de Jesus.

Para uma incrível e didática série de ensaios sobre números ridículos de tão grandes, sugerimos a leitura da obra Bilhões e bilhões, de Carl Sagan (Cia. das Letras).

FONTE: REVISTA GALILEU

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