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Lasers podem esconder a Terra dos ETs


Os telescópios terrestres usam lasers em seus sistemas de óptica adaptativa, que permitem anular o tremeluzir da luz das estrelas causado pela atmosfera. Esses lasers têm potências de cerca de 20W.[Imagem: ESO/G. Hüdepohl]

Trânsito invertido

Há cerca de duas semanas, dois astrônomos alemães anunciaram uma técnica promissora para encontrar civilizações alienígenas.

A abordagem envolve a técnica do trânsito planetário, o momento em que um planeta, do ponto de vista da Terra, passa em frente à sua estrela, permitindo que os instrumentos humanos o detectem. Invertendo o raciocínio, para procurar pelos ETs, e eventualmente falar com eles, podemos pesquisar mais detalhadamente justamente os sistemas estelares cujos eventuais habitantes possam estar nos vendo em um determinado momento usando a mesma técnica.

Agora, outros dois astrônomos anunciaram uma técnica para tentar justamente evitar que outras civilizações alienígenas possam nos detectar pela técnica de trânsito planetário.

A preocupação é que outras civilizações avançadas possam ser hostis e fazerem conosco exatamente o que, por exemplo, os europeus fizeram quando vieram para as Américas.

Laser para nos esconder dos ETs

David Kipping e Alex Teachey, da Universidade de Colúmbia, nos EUA, propõem usar um laser para anular a variação no brilho que a Terra gera na luz do Sol, impedindo que os telescópios dos ETs nos localizem.

Do ponto de vista de um sistema estelar específico, a Terra passa apenas 10 horas por ano cruzando à frente do Sol. Assim, bastaria disparar um laser de 30 MW em determinados comprimentos de onda na direção da estrela durante essas 10 horas, cancelando a variação no brilho do Sol gerado pela sombra da Terra.

Já uma camuflagem cromática, eficaz em todos os comprimentos de onda, exigiria uma multiplicidade de lasers com emissão ajustável com uma potência total de 250 MW.

"Alternativamente, poderíamos encobrir apenas as assinaturas atmosféricas associadas com a atividade biológica, tais como o oxigênio, o que é possível com uma potência de pico de laser de apenas 160 kW por trânsito. Para outra civilização, isso deve fazer a Terra parecer como se a vida nunca tivesse se desenvolvido em nosso mundo," disse Alex.


A técnica do trânsito planetário explora a variação de brilho na estrela quando um planeta passa à sua frente. [Imagem: NASA/Axel Quetz(MPIA)]

Proteção para o futuro

O grande inconveniente da técnica é a direcionalidade. Embora os dois pesquisadores ressaltem que é muito pouca energia para uma camuflagem que poderia nos salvar da extinção, esse seria o gasto para cada sistema estelar do qual pretendemos nos esconder.

Além disso, tudo isto vale para os ETs que começarem a nos procurar pela técnica do trânsito planetário no futuro, quando a luz dos lasers chegar ao seu sistema planetário.

As estrelas mais próximas de nós estão a apenas 10 a 20 anos-luz de distância, mas o primeiro exoplaneta do tamanho da Terra na zona habitável que descobrimos está a 500 anos-luz da Terra. E o tamanho total da Via Láctea ainda é objeto de controvérsias, mas os cálculos variam entre 100 e 150 mil anos-luz.

Olha nós aqui

Para aqueles mais entusiasmados em encontrar os ETs do que em se esconder deles, vale notar que a técnica pode ser usada de outra forma, justamente para chamar a atenção dos alienígenas.

Para isso, durante o trânsito os lasers poderiam ser usados para modificar a forma como a luz do Sol diminui durante a passagem da Terra à sua frente para tornar essa variação obviamente artificial, o que sinalizaria nossa existência.

Os dois autores reconhecem essa possibilidade e até mesmo sugerem que os feixes de laser poderiam transmitir informações, proporcionando um meio de comunicação de longo alcance.

FONTE: SITE INOVAÇÃO TECNOLOGICA

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