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Grande Nuvem de Magalhães vai colidir com a Via Láctea, diz estudo


A galáxia do Redemoinho (M51), fotografada aqui pelo Hubble, está iniciando uma colisão com uma vizinha menor, num processo similar ao que acontecerá entre a Via Láctea e a Grande Nuvem de Magalhães. (Crédito: Nasa/ESA/STScI)

Salvador Nogueira

A Via Láctea deve sofrer uma grande colisão galáctica muito antes do que se imaginava, e o impacto, em aproximadamente 2 bilhões de anos, vai transformar completamente o ambiente de nossa galáxia. A conclusão é de um quarteto de pesquisadores da Universidade de Durham, no Reino Unido, e foi publicada na última sexta-feira (4) no periódico MNRAS, da Sociedade Real Astronômica britânica.



Não estamos falando da futura colisão da Via Láctea com sua vizinha maior, a galáxia de Andrômeda — algo que é tido como um desfecho inevitável da dança gravitacional entre os membros galácticos de nosso cantinho do Universo, mas que está muito mais adiante no futuro. Aqui o drama é mais imediato e diz respeito à Grande Nuvem de Magalhães.

Trata-se de uma velha conhecida, uma galáxia-satélite da Via Láctea localizada a modestos 163 mil anos-luz daqui, figurinha fácil mesmo a olho nu no céu do hemisfério Sul. Até então, era tida como inofensiva, e esperava-se que fosse orbitar nossa galáxia por muitos bilhões de anos, ou mesmo escapar completamente do puxão gravitacional da Via Láctea, dada sua velocidade de deslocamento.

Contudo, estudos recentes mostraram que a Grande Nuvem de Magalhães tem muito mais massa do que antes se pensava, e isso muda tudo. Numa simulação de supercomputador, os pesquisadores constataram que haverá, sim, uma colisão — e é iminente. Deve acontecer em uns 2,5 bilhões de anos, com margem de erro de 1 bilhão para mais ou para menos.

“Embora 2 bilhões de anos seja um tempo extremamente longo comparado à duração de uma vida humana, é curto em escala cosmológica”, comenta Marius Cautun, líder da pesquisa.

A simulação indica que o impacto será transformador. A Via Láctea receberá enorme injeção de gás e estrelas, o que fará com que o buraco negro gigante no coração da nossa galáxia (que é modesto e quieto, comparado ao de algumas de suas vizinhas) cresça 8 vezes em tamanho e se torne ativo, emitindo doses cavalares de radiação. A periferia da Via Láctea também sofrerá mudanças e terá cinco vezes mais estrelas do que atualmente. Ironicamente, após o impacto a mirrada Via Láctea ficará mais parecida com uma galáxia espiral típica.

Apesar da bagunça, o evento não deve meter medo. Em colisões de galáxias, é muito raro que estrelas individuais (e seus planetas) passem por distúrbios. Até existe uma chance de que o Sistema Solar seja ejetado da Via Láctea rumo ao vazio do espaço intergaláctico, mas é pequena, e mesmo isso não deve afetar significativamente nossos planetas — só vai estragar a visão do céu noturno.


Imagem registrada pelo telescópio Spitzer mostra a Grande Nuvem de Magalhães (Foto: NASA)

FONTE: mensageirosideral.blogfolha.uol.com.br

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