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Câmera do telescópio Hubble quebrou; greve no governo dos EUA prejudica o reparo



Por Patrícia Gnipper

A Wide Field Camera 3, um dos principais instrumentos do telescópio espacial Hubble, quebrou na última terça-feira (8). Como se isso não fosse problema suficiente, os engenheiros da NASA não conseguirão trabalhar no reparo tão cedo, já que está rolando uma paralisação no governo dos EUA — e, vale lembrar, a NASA é uma agência estatal e, portanto, faz parte da greve.

No Goddard Space Flight Center, da NASA, é que ficam as operações do Hubble e, ali, a maioria dos funcionários está em licença involuntária enquanto durar a paralisação. Apenas algumas pessoas responsáveis pela operação de espaçonaves que estão voando no momento foram autorizadas a continuar trabalhando. Entre esses funcionários, estão alguns que operam o Hubble — mas o telescópio espacial, que tem quase 30 anos de operação, precisará de mais funcionários para que o reparo seja feito devidamente.

Emergencialmente, a NASA criou uma equipe para investigar o problema técnico e, então, descobrir o que e quanto tempo será necessário para o reparo. Mas como a assessoria de imprensa da agência espacial, que também é do governo, está de licença por conta da paralisação, também não está fácil conseguir informações sobre o caso. Vale ressaltar que, durante a paralisação, os funcionários ficam proibidos de voltarem ao trabalho, mesmo se desejarem.

A câmera defeituosa não é a única do Hubble, que tem uma segunda câmera e dois espectrógrafos que permanecem funcionando normalmente, continuando a coletar dados. E o Instituto de Ciência do Hubble, que fica em outro local e administra as operações científicas do telescópio, permanece aberto e funcionando, usando a verba que a NASA forneceu antes do início das paralisações — então a situação não é tão trágica assim, por enquanto. Mas, caso a greve se estenda por muito mais tempo, esse dinheiro vai acabar e, então, não será possível continuar administrando a ciência fornecida pelo Hubble, mesmo que com defeito.

A paralisação começou no dia 22 de dezembro, afetando cerca de 75% do governo, e ainda não há previsão de encerramento. E, quando a paralisação começou, cientistas já estavam preocupados justamente com a possibilidade de o Hubble apresentar problemas até o retorno normal das atividades pois, em outubro do ano passado, o telescópio espacial parou de funcionar por três semanas graças a um giroscópio defeituoso.

Afinal, o Hubble foi lançado ao espaço em 1990, tendo sido atualizado cinco vezes por astronautas, sendo que a última manutenção presencial foi feita em 2009, quando a câmera que agora apresentou defeito foi instalada. Sendo assim, algum de seus instrumentos apresentar defeitos e exigir reparos não é algo assim tão surpreendente, dado seu longo tempo de operação. O Hubble será substituído pelo telescópio espacial James Webb, que deveria ter sido lançado no ano passado, mas uma série de problemas fez com que a NASA precisasse adiar seu lançamento para 2021. Ele é três vezes maior do que o Hubble.

FONTE: Nature via canaltech.com.br

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