Pular para o conteúdo principal

Caso Varginha e os Homens de Preto



No próximo mês de janeiro de 2017 o caso Varginha completa 21 anos, o mistério e encobrimento ainda seguem, mesmo com tamanhas evidências. A seguir texto decorrendo todo o acontecido da época e expondo outros casos onde os chamados homens de preto, estiverem envolvidos no Brasil.

Alguns meses depois do ocorrido em Varginha , Luísa Helena Silva e suas filhas, Liliane e Valquíria, testemunhas primárias do caso, haviam recebido a visita de quatro homens vestidos de terno escuro, que não quiseram se identificar. O objetivo central desse contato foi simplesmente apresentar uma proposta de suborno à família. Os homens estavam dispostos a pagar o dinheiro que fosse necessário para que as filhas desmentissem o caso, ou seja, que negassem ter avistado a criatura no dia 20 de janeiro. Disseram que voltariam depois para saber a resposta. Informaram ainda que, caso aceitassem, seriam levadas para dar uma entrevista a um canal de televisão fora da cidade, para que desmentissem seus depoimentos anteriores.

Dona Luísa se negou a aceitar o dinheiro, pois afirmou que não queria que suas filhas passassem por mentirosas.

No dia 18 de janeiro de 1997. Dona Luísa teve de permanecer até as duas da manhã no emprego, para que sua patroa cumprisse um compromisso social. Ao ir para casa, estava sem dinheiro para apanhar um táxi. Desceu a Avenida Rio Branco, no centro de Varginha, pretendendo percorrer todo o restante da praça central, passando pelo lado direito da Igreja Matriz, para apanhar o longo percurso que a levaria até seu bairro. Não havia ninguém na rua. Raramente passava um ou outro carro. Um automóvel de cor preta aproximou-se devagar, dirigido por um homem e trazendo um outro no banco de trás. Pararam e não ofereceram, mas disseram imperativamente que iriam lhe dar uma carona. Assustada, olhou para os lados para ver se algum fortuito transeunte poderia lhe servir de escudo contra aquela gentileza preocupante. Não houve alternativa. O motorista saiu do automóvel, abriu a porta e aguardou, com olhar frio, que ela entrasse. Com o coração disparado e começando a suar, dona Luísa reconheceu seu benfeitor: era o líder dos quatro visitantes de antes, que haviam comparecido à sua residência.

O automóvel tomou o rumo do Bairro da Vargem, saindo da cidade. Com menos de um quilômetro de estrada de terra, parou próximo a uns arbustos. Estava escuro e sem Lua. O motorista acionou uma luz lateral na parte interna da capota. “A senhora nos conhece, está lembrada de mim? A gente já esteve na sua casa. Jamais vamos fazer algum mal para a senhora”. O cidadão do banco de trás não pronunciou uma palavra. Ambos trajavam terno escuro, aparentemente de cor preta, e estavam engravatados. Estacionaram no pequeno mato logo após o término do asfalto. O local é fácil de ser identificado. “Fique calma, que a gente não vai fazer nada com a senhora. Queremos pedir segredo, mas daquela vez a senhora acabou conversando com os ufólogos, foi para a imprensa. Não sei porque, mas a senhora acabou falando, precipitou-se. Agora, a gente vai falar mais a sério com a senhora, pode ficar tranqüila e confiar na gente”.

É óbvio que o insistente MIB desejava, a todo custo, convencê-la a se sujeitar a um plano de reconsideração do que ela e as filhas tinham afirmando publicamente. E o fazia utilizando-se de uma mansidão destinada a convencer uma modesta cidadã. Eles pediam para que ela e as meninas dessem um depoimento renunciando a tudo que já haviam declarado, “que tudo não tinha passado de uma brincadeira que assumiu proporções muito grandes”. Para que dona Luísa ficasse mais tranqüila, prometeu aquele senhor que tal entrevista seria gravada na própria cidade de Varginha, num local discreto e previamente preparado. Para tanto, as três garotas afirmariam que haviam fantasiado o que viram, confundido, por exemplo, um amigo que se vestira estranhamente com a finalidade de assustá-las, algo assim.

Os homens garantiram que o dinheiro que elas receberiam valeria a pena. “E vocês dirão que foram os ufólogos que afirmaram que se tratava de um ser de outro planeta”. Excelente sugestão do MIB, caso fosse inteligente. Porque, ao que tudo indicava, não era muito afeto a uma boa tática usada por serviços de inteligência. Era público e notório que as garotas jamais afirmaram ter avistado um ET, um extraterrestre ou habitante de outro planeta. Os MIBs realmente trajavam preto, ou um terno bem escuro, como convém a tantas outras classes. O da frente acionou novamente a lâmpada do teto e apanhou duas fotografias no console de trás, no meio dos bancos. “Olhe isto, para a senhora confiar na gente”. As fotografias estavam copiadas em papéis de tamanho ofício, uma vertical e outra horizontal. Numa delas havia uma criatura deitada, aparentemente morta, com caroços grandes como pelotas na cabeça. A foto foi tirada de lado, com a lateral direita da criatura visível, de corpo inteiro. Ela possuía três dedos compridos, muito grandes, pernas muito finas e pés enormes. O braço estendia-se até bem abaixo do joelho. Estava sem roupas.

A outra foto mostrava uma criatura idêntica de pé, aparentemente viva, com olhos saltados e vermelhos, arregalados e de lábios muito finos, esticados anormalmente para os lados, como se a boca se estendesse. Parecia encostar-se numa parede de tijolinhos, sem reboco. Segundo o interlocutor, o ser deitado achava-se embalsamado. “Este, de pé, está vivo. Quero que a senhora olhe bem para ver”. Pediu mais uma vez que confiasse. Dona Luísa ainda suplicou: “Se eu resolver tomar a decisão de levar minhas filhas isso vai pegar mal para todos, porque o que viram é a pura verdade. Por que vocês não jogam limpo, se tudo isso é verdade, gente?” Seu interlocutor foi preciso na resposta: “Olhe, a senhora está fazendo muita pergunta. Quem faz perguntas aqui somos nós”.

Dona Luísa insistiu em saber sobre quem e de onde eram, por que insistiam em esconder os fatos etc. Não lhe responderam. Há, no entanto, um detalhe extremamente importante no diálogo mantido. Por várias vezes, afirma a mãe das garotas, ela teria implorado para que a deixassem ir. Em tais ocasiões utilizara a expressão “pelo amor de Deus!” Aí, sim, ocorreu uma reação de tom mais hostil, por parte daquele homem. “Pare de falar ‘pelo amor de Deus’ toda hora! Chega de falar pelo amor de Deus, confie em mim”, exigiu o interlocutor, o que demonstrava estranha, curiosa, inesperada e visivelmente sintomática reação de um agente secreto. Após ter sido bastante incisivo em determinar que parasse com aquele tipo de súplica, continuou insistindo pela ida das meninas para “fazer uma entrevista conosco, só isto, não queremos prejudicar”. E que para tanto pagariam em dólares.

Certamente, aqueles homens mostravam as fotos para que ela percebesse que, se as criaturas chegassem a ser descobertas, isso viraria pânico. Dona Luísa, que pretendia livrar-se o mais rápido possível daquela situação, forneceu o telefone da residência onde trabalhava como doméstica e prometeu falar novamente com as filhas. Disse posteriormente que achava os visitantes muito chiques, vestindo-se bem. “É gente preparada, rica, pelo que se nota, de ótima posição”. Ao final da conversa, deixaram-na relativamente longe de casa, tendo ela que subir toda uma avenida a pé, após atravessar uma longa via asfaltada que lhe dava acesso. Já era por volta de cinco da manhã. Pelo visto, a insistência durara cerca de três horas. Posteriormente, foram exibidos por ufólogos vários desenhos e interpretações artísticas para que ela pudesse comparar com o que observara nas fotos mostradas pelo MIB preocupado com expressões de cunho religioso. Nada era parecido.

A existência da foto horizontal mostrando uma criatura deitada é de suma importância. O muro de tijolinhos e sem reboco, da mesma forma. Durante a repercussão do caso, inúmeros desenhos, alguns tridimensionais e confeccionados por excelentes profissionais, correram o mundo, retratando sempre um ser à frente de um muro. Isso porque o avistamento das três garotas acusa a existência de um muro de tijolos a que se encostava a criatura. A possibilidade de terem sido mostrados desenhos àquela senhora é perfeitamente plausível. Homens de Preto? Agentes secretos? Militares? Agentes de instituições moralistas? Como instituições, e como moralistas, poderíamos encontrar muitas. Depende do sentido amplíssimo que se possa dar ao conceito de moralista.

Mas aquela segunda abordagem, mais incisiva que a primeira, ainda não surtira o efeito desejado. O tal serviço de inteligência teria entrado em desespero e resolvera tentar uma última cartada, o que não parece ser método habitual de algum órgão desse tipo. O mesmo cidadão, o único que interpelou dona Luísa em ambas as ocasiões, de fato resolveu procurar sua patroa – e de dia! À época, sua empregadora era uma bacharela em direito, pessoa culta e de respeito, ainda hoje funcionária de importância no Fórum de Varginha. Duas semanas após a última abordagem de Luísa, tal cidadão procurou-a para que ajudasse a conversar com sua empregada e a levar suas filhas para “esclarecerem” tudo. E prometeu voltar, o que não fez até hoje.





HOMENS DE PRETO NO BRASIL



Associados às conspirações de ocultamento que cercam os avistamentos de OVNIs e mesmo a profecias do fim do mundo, os misteriosos Homens de Preto voltaram a ser vistos no Brasil

Abstract: The elusive Men in Black know no national borders. In this original account, they are portrayed harassing witnesses of a well-known brazilian UFO crash.

Os Homens de Preto, misteriosa organização envolvida na conspiração para preservar o silêncio oficial sobre a presença de extraterrestres em nosso planeta, têm como uma de suas características menos marcantes o fato de se concentrarem nos países de primeiro mundo. Como tudo que diz respeito a estes personagens, não há uma razão conhecida para isto, embora se especule que a razão esteja relacionada ao potencial de atenção da mídia global que os casos ocorridos em países ditos desenvolvidos podem gerar.

Entretanto, há casos documentados de intervenções dos Homens de Preto em nosso país. Uma das mais clássicas, por incluir praticamente todas as características indicadas na literatura (veículos escuros e não identificados, trajes escuros e assentando mal, fala com sotaque inidentificável e usando palavras incomuns, ameaças claras feitas em tom isento de emoção e total ausência de contato físico) ocorreu com um atual membro da WMBI/BR. O relato de M. Fonseca sobre seu encontro com os chamados MIBs (que infelizmente não guardam qualquer semelhança com os personagens humorísticos do filme homônimo) é inequívoco: ele, em companhia de um aprendiz, foi abordado em 14 de julho de 1996 por 2 homens (ou, melhor dizendo, 2 seres) vestidos com ternos escuros fora de moda no saguão de um hotel em Belo Horizonte, e coagido a acompanhá-los até seu veículo - um Opala Comodoro preto, com aparência de 0 km e sem placas.

Uma vez dentro do carro, passou a ouvir ameaças sobre o que aconteceria a ele e ao seu aprendiz se não entregassem o material que traziam consigo, que incluía moldes em gesso de pegadas da entidade hoje popularmente conhecida como ‘ET de Varginha’ e 2 rolos de filme com fotos do momento em que uma equipe de uma afamada universidade do interior de SP, auxiliada por militares, recolhia o corpo de um dos 2 alienígenas abatidos naquela noite (nunca se soube o destino do outro corpo). M. Fonseca na época estava no Segundo Círculo, e portanto ainda não havia recebido orientações específicas sobre como lidar com contatos alienígenas hostis. Desta forma, atendendo ao preceito de sempre preservar a segurança dos aprendizes confiados à sua guarda, entregou todo o material coletado nas 2 semanas de pesquisa e observação em Varginha e foi prontamente liberado - como de hábito (quando o contato ocorre com pesquisadores experientes), sem receber nenhum tipo de instrução para guardar em segredo o que havia acabado de acontecer. Apenas alguns dias mais tarde, já na sede da WMBI paulistana, M. Fonseca soube que a intervenção dos MIBs ocorrera 2 dias após a publicação de notícia sobre o “ET de Varginha” no Wall Street Journal - o que só vem a reforçar a tese de que os Homens de Preto hoje atuam em conluio com serviços de informação do governo norte-americano, e não acompanham com a mesma atenção o que ocorre no restante do mundo.

Protocolo da não-violência

Embora as informações obtidas em primeira mão sobre as características e motivações dos Homens de Preto, a observação de seu comportamento ao longo dos últimos 3 séculos permite identificar alguns padrões. Citando M. Ledoux (Paris, 1968-1994) em sua célebre obra “Resistindo a contatos hostis durante atividades de pesquisa” (PDF, 514KB, em francês):

Desde o final da Idade Média, quando apareciam travestidos de duplas de inquisidores trajando hábitos negros e coagindo testemunhas de fenômenos (que na época eram classificados como aparições divinas ou bruxarias) a mudarem suas declarações e entregar-lhes quaisquer artefatos que porventura houvessem recolhido do local) até os tempos recentes, percebe-se que os Cavalheiros de Negro empregam duas formas distintas de ação, dependendo do nível cultural da sua vítima. Apesar de todo o sensacionalismo e relatos infundados, ambas as formas, no entanto, atendem a um evidente protocolo de não-violência - exceto nos casos em que a vítima tenta contato físico, expor a identidade de seus algozes ou pedir socorro durante o breve período que dura a intervenção dos Cavalheiros

(…) Tanto no período mediaval como agora, percebe-se que as autoridades (por ação ou omissão) não impedem as investidas dos Cavalheiros, que hoje se apresentam em veículos sem licença, portam armas em público, intimidam cidadãos e se apropriam de valiosa propriedade alheia sem que se inicie qualquer ação judicial contra eles, ou mesmo que se aceite discutir oficialmente suas ações.

Entretanto, uma situação fica patente em qualquer análise dos casos conhecidos de contato com os Cavalheiros: eles só recorrem à violência física nos casos em que se percebem em risco - seja porque a vítima reage de forma violenta à abordagem, ou porque tenta buscar socorro. As suas ameaças e outras formas de terror psicológico nunca chegam às vias de fato, mesmo nos casos em que a vítima se nega a atender às orientações recebidas, ou a entregar quaisquer artefatos que estejam em seu poder. Desta forma, a orientação para os casos de abordagem é [texto suprimido]. No entanto, esta atitude deve ser considerada com cautela, pois são freqüentes os relatos de intervenção dos órgãos “oficiais” (as ordens religiosas militares, há alguns séculos, ou os serviços de inteligência, mais recentemente) quando as ameaças dos Cavalheiros não surtem efeito.

Há que se notar um aspecto adicional: ao abordar pessoas menos preparadas, os Cavalheiros invariavelmente concluem suas ameaças com a ordem de que nenhum detalhe sobre o encontro seja revelado a qualquer pessoa. Mas quando abordam autoridades, pesquisadores ou outras pessoas com maior conhecimento sobre o que ocorre sob as malhas da sociedade, raramente solicitam o mesmo segredo. Por que? (…)

Assim, se conclui que é provável que as valiosas provas em poder de M. Fonseca ainda poderiam estar em sua posse, e ter sido conhecidas por mais pessoas, caso ele tivesse conhecimento do protocolo de ação de seus interlocutores. Este alerta vem sendo repetido desde então, para que outros pesquisadores que venham a se encontrar na mesma situação possam avaliar melhor suas opções. O que, como veremos, foi providencial no caso mais recente.

Homens de Preto na Bahia - em 2006
O Poeira Cósmica noticiou há poucas semanas os dois incidentes de queda de OVNIs em território brasileiro em um intervalo de menos de 24h ocorridos no início de março. Na matéria, consta o seguinte trecho, a respeito do incidente ocorrido na Bahia:

Um estudante da UFBA que prefere não se identificar chegou a fotografar o momento da queda, e posteriormente registrou com a câmera do seu celular (acima) alguns fragmentos metálicos cobertos de estranhos caracteres, lembrando hieróglifos. Um habitante da região fotografou o mesmo fragmento com uma câmera digital e flash (veja: foto 1, foto 2). Os fragmentos foram recolhidos logo em seguida pelos agentes não identificados, que não tomaram nenhuma atitude contra os populares presentes, seguindo a doutrina norte-americana, que prefere deixar as testemunhas falarem, e depois taxá-las de loucas ou desinformadas.

Atualizado em 10 de março: Dos membros da sede da WMBI em Salvador chega a informação de que fragmentos de rochas fosforescentes foram espalhados na região da queda na madrugada seguinte ao incidente, por dois homens em trajes sociais que chegaram ao local em um veículo militar sem identificação da unidade ou placas.

Aparentemente, a divulgação dos hieróglifos (que por alguma razão foram ignorados pela imprensa de massa) tocou uma corda sensível da Conspiração, pois trouxe ao Brasil novamente os Homens de Preto - ou Cavalheiros de Negro, como os caracteriza o ilustre Mestre de Paris. Nas palavras de M. Boaventura, um dos abordados no último dia 14 de março, conforme relatado na ata da sessão de 15/3 em Salvador:

Como costumo fazer aos domingos, fui a uma banca do centro da cidade para comprar jornais e revistas que costumam chegar neste dia da semana. Por volta das 17h, retornando ao meu sítio, percebi que estava sendo seguido por um Opala Comodoro preto, com vidro fumê e aparência de carro novo, mas sem placas ou qualquer espécie de identificação. O carro não tomou qualquer atitude hostil, mas permaneceu colado ao meu Astra ao longo de vários quilômetros de estrada de chão batido, até que resolvi estacionar próximo a algumas goiabeiras na beira da estrada - não sem antes ligar meu gravador digital e colocá-lo no bolso interno (moedeiro) da minha calça.

Ao sair do carro, o Opala estava estacionando do lado oposto da estrada, e dele saíram dois indivíduos vestidos de terno preto, chapéu e óculos escuros. É difícil descrevê-los sem usar a palavra “desconjuntados” - as roupas davam a impressão de não se ajustar aos seus tamanhos, os chapéus estavam tortos e os óculos escuros não combinavam com o final de tarde nublado. Ainda assim, um deles ajustou o paletó, ostensivamente exibindo uma pistola guardada sob o mesmo.

Ambos atravessaram a estrada lado a lado, com passos rápidos mas aparentemente descoordenados. Ao se aproximarem de mim, um deles falou: “Por obséquio, desativar o dispositivo de gravação armazenado em sua algibeira.” Atendi o pedido, desligando o gravador ao mesmo tempo em que me dei conta de que os relatos de que os MIBs se expressam com palavras incomuns e um sotaque não identificado eram verdadeiros.

Sabendo do seu histórico de ausência de atitudes fisicamente violentas, ouvi durante cerca de 10 minutos suas ameaças (algumas veladas, outras diretas) sobre o que poderia acontecer caso eu me negasse a inutilizar as cópias em meu poder das fotos dos fragmentos da espaçonave e seus hieróglifos e desmentir - inclusive na Internet! - as informações sobre eles. Ao final, afirmei a eles que não tinha intenção de atendê-los, que sabia que eles nada iriam fazer diretamente a respeito, e que não me preocupava com a possibilidade de intervenção posterior dos órgãos de segurança oficiais. Ao perceber que sua missão era inútil, os dois se dirigiram ao Opala sem mais uma palavra. Neste momento, informei-os de que a sua “visita” seria relatada na reunião do dia 14 em Salvador, e que eles estavam convidados. Mas, olhando para os presentes, percebo que eles não atenderam ao convite. [risos da audiência]

A experiência relatada por M. Pardinho é similar, embora tenha ocorrido às 21 h do mesmo dia. M. Pardinho, entretanto, foi abordado em sua própria casa, e percebeu a expressão de espanto dos dois inquisidores ao oferecer-lhes café.

FONTES: www.mortesubita.org/
www.tudook.com

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Conheça histórias de pessoas que foram abduzidas por Extraterrestres

As pessoas do mundo se dividem em dois grandes grupos e um terceiro bem pequeno.

Os dois grandes grupos são: aqueles que acham que ETs existem e aqueles que acham que ETs não existem.

Correndo por fora, existe uma minoria silenciosa que se mantém quietinha, aparentemente, porque, se essas pessoas disserem as coisas que elas sabem, ninguém acreditaria nelas.

Elas fazem parte do pequeno grupo que jura de pé junto ter feito contato com seres extraterrestres.

O fotógrafo nova-iorquino Steven Hirsch, de 63 anos, é um cara que, se não acredita nessas pessoas, pelo menos acredita no direito que elas têm de contar suas histórias do jeito que quiserem.

Por isso, ele criou um blog em que entrevista e fotografa gente que diz ter sido abduzida por alienígenas. O endereço é littlestickylegs.blogspot.co.uk.

- Eu não quero que os meus leitores tenham nenhum tipo de ideia pré-concebida sobre essas pessoas até qie eles vejam suas imagens e leiam suas palavras. Minhas entrevistas mal conseguem ir além…

Mémorias da Ufologia: Caso SANTA ISABEL

FOTOS DO LAUDO

Na localidade de Santa Izabel(SP) em junho de 1999, a Sra. Alzira Maria de Jesus foi encontrada morta na sua cama, e por volta das 8 hs da manhã sua nora percebe o fato e sai imediatamente para ir ao orelhão e ligar para o seu marido e espera à ajuda e , ao chegar de volta em casa quase 40 min.depois a nora vê o corpo da sra. com o rosto totalmente desfigurado e praticamente sem carne; foi feito o boletim de ocorrência na delegacia da cidade sob n°145/99 em 24 de Junho. Posteriormente confirmou-se que à causa da morte foi a parada respiratória, mas o que aconteceu realmente como rosto desta sra. num espaço menor de uma hora?O laudo é cita sobre as configurações do mesmo, inclusive nas cavidades oculares, mas o que teria causado à perda do rosto ficou indeterminada. Mais estranho ainda é que na noite anterior aos fatos foram vistas bolas de luz voando nessa região rural e no início da madrugada os animais,como cachorros,gansos,e outros começaram à fazer um intenso barulh…

O caso Roswell nordestino: Queda de UFO na Bahia, em Janeiro de 1995

Por Ufo Bahia: Nessa data, as 09:00 horas, uma in­formante do G-PAZ, "M" da TV BAHIA me ligou contando uma mirabolante his­tória de queda de um UFO em Feira deSantana(BA) a 112 Km de Salvador. Umfazendeiro de apelido Beto, tinha ligadopara TV SUBAÉ daquela cidade oferecen­do – em troca de dinheiro – um furo dereportagem; um disco voador tinha caído na sua fazenda e ele tinha provas e ima­gens do fato!
Apenas depois do meio dia, conse­gui – por fim – falar com Beto, que apóssua proposta de negócio, ante minha (apa­rente) frieza, me contou com bastante de­talhes o acontecido. Soube que tambémtentara vender suas provas a TV BAHIA,onde procurou o repórter José Raimundo:
"Ontem pela madrugada caiu algu­ma coisa na minha fazenda, dentro de umalagoa. Era do tamanho de um fusca; aqui­lo ficou boiando parcialmente submerso,perto da beirada. Tentei puxar como pude,trazendo para perto de mim, com uma vara.Aquilo parecia um parto... (quando seabriu uma porta) começou primeiro a sa…