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Entrevista com Jill Tarter, ex-diretora do Centro de Pesquisa do Instituto SETI


Jill Tarter: "Encontrar a tecnologia extraterrestre vai dar esperança ao ser humano."

São dez horas e Jill Tarter, ex-diretora do Centro de Pesquisa do Instituto SETI, está pronta para divulgar os benefícios do terceiro Festival Starmus, na Espanha, mas, acima de tudo, para falar sobre seu trabalho no Instituto de Pesquisa em Vida Extraterrestre (SETI, na sigla em Inglês). Esta ex-chefe do SETI tem uma licenciatura em Física e em 2004 foi nomeada uma das pessoas mais influentes do mundo pela revista TIME, sendo uma buscadora pela vida precisamente fora deste planeta.

O SETI tem se especializado na busca de vida inteligente fora do sistema solar. Mas como isso é feito? Procurando por sinais de rádio ou sinais ópticos que indiquem a presença de uma civilização extraterrestre. A fim de encontrar a agulha no palheiro cósmico, o grupo SETI precisa discriminar os sinais produzidos pela própria natureza e se focar naqueles que apenas uma espécie inteligente poderia produzir.

A busca por vida extraterrestre inteligente é o eixo em torno do qual giram os mais de cinquenta minutos de uma conversa com Tarter, que visita Madrid, pela primeira vez em 72 anos. Confira a entrevista.

1. Quais foram os resultados do projeto SETI até esta data?
Não temos nenhuma evidência da tecnologia extraterrestre. Mas é o que estamos procurando.

2. Você está ciente que há pessoas que não entendem por que tantos esforços são destinados a um projeto que não dá retorno por décadas?
Vou te dar um exemplo. Você diz que procurou um monte, mas só temos cinquenta anos de história da Via Láctea, que tem mais de 10 bilhões de anos. Se buscarmos o que devemos supostamente encontrar, sinais eletromagnéticos ópticos ou de rádio, poderemos ver de diferentes maneiras: imagine que o espaço é igual a todos os oceanos da Terra. Por quanto tempo temos procurado nos últimos 50 anos? Seria o equivalente a um copo de água desse oceano.

3. Quais ferramentas são necessárias para analisar mais e mais copos de água?
Um fator a nosso favor é que os telescópios de rádio melhoraram o poder de computação de forma exponencial. Na próxima década, poderemos olhar mais vastamente e bem além das extensões que atingimos hoje. Estes equipamentos são grandes o suficiente para nos fazer pensar que podemos esperar um resultado positivo.

4. Se não me engano, a NASA parou de financiar o SETI em 1994.
O senador americano Richard Bryan foi quem cortou o financiamento da NASA destinado ao SETI, e não à agência. Alteraram o orçamento, de modo que eliminou os fundos destinados ao nosso trabalho. Os políticos têm esse poder.

5. Mas há quem diga que o orçamento de US$ 2,5 milhões para este programa era excessivo. Você compartilha dessa afirmação?
Absolutamente. Nós tentamos levantar verba privada para continuar trabalhando. Mas não há dinheiro suficiente para tentar responder a uma das mais antigas perguntas da humanidade. O financiamento é privado.

6. Como o projeto SETI trabalha atualmente?
Parte do trabalho é feita através do portal (http://setiathome.ssl.berkeley.edu/), utilizando computadores particulares que as pessoas colocam à nossa disposição para os rastreamentos. Nós também tivemos apoio financeiro por parte do público. Nos dez anos desde que perdemos os fundos do governo, concluímos os projetos que tínhamos planejado com a NASA. Nós utilizamos grandes telescópios de rádio em todo o mundo durante seis semanas por ano. Em média, alcançamos 5% do tempo de escuta, mas não os restantes 95%.

7. Não parece a melhor técnica para chegar a um sinal.
No início desse século, organizamos uma reunião e decidiu-se que devemos construir o nosso próprio telescópio para também optar pela busca óptica, porque a tecnologia já estava disponível. Reunimos fundos privados e agora temos o Allen Telescope Array, no norte da Califórnia, que consiste em uma rede de 42 telescópios que têm um grande poder computacional. Queremos crescer para 350 telescópios para ser mais sensíveis aos sinais.

8. Parece que o cenário ideal é aquele em que apresentam uma série de telescópios ainda maiores.
Você tem mais maneiras de olhar para um objeto, simultaneamente, tendo mais instrumentos para olhar o céu. Encontramos sinais o tempo todo e temos que discernir entre o que pode ser a nossa tecnologia e outra civilização. Se dois telescópios ou duas redes em diferentes partes do mundo olhar para o mesmo lugar no céu e obter o mesmo sinal, teremos um bom indício de que este sinal vem do espaço.

9. Recentemente, o Allen Telescope Array foi destaque na imprensa, graças à descoberta da estrela KIC 8462852, cuja luz tão fraca não tem uma explicação científica.
Nos a chamamos de estrela WTF [sigla inglesa para que porra é essa?!]. Nós observamos durante um par de semanas, porque parecia haver evidência de uma megaestrutura em torno dela. Nós não vimos sinais fora do comum. Outros têm olhado com telescópios ópticos e ainda estão à procura de uma explicação. Mas esta é uma questão que encontra-se em aberto e é susceptível de vir a ter uma resposta lógica, mas esta é ainda desconhecida.

10. O que você quer dizer com técnicas ópticas? O que está procurando exatamente?
Nós utilizamos grandes telescópios para analisar feixes de luz muito brilhantes que duram um bilionésimo de um segundo ou menos. A natureza não pode produzir um pulso assim, mas podemos fazê-los com lasers. O mais poderoso que temos na América está na National Ignition Facility, em Livermore. Você está tentando gerar fusão termonuclear para gerar energia. Se você apontar o laser em um telescópio de dez metros e emitir a luz da Terra, você obteria um feixe muito brilhante, exatamente como estamos procurando.

11. É uma tecnologia semelhante ao proposto pelo projeto Starshot, que quer enviar naves movidas por um laser para Alpha Centauri.
Se tais cargas pequenas são aceleradas com um laser tão poderoso, poderia ser detectada a partir da Terra? Estamos à procura de maneiras de estabelecer observatórios que possam ser sensíveis a estes fenômenos. Seria uma boa maneira de encontrar transientes. Se o sinal é emitido apenas uma vez por um curto período de tempo, é muito mais difícil de detectar. Por isso, seria importante ter observatórios simultâneos em lugares diferentes, apontados para o mesmo alvo. Com observações de dois lugares diferentes, seria difícil sofrer uma interferência.

12. Alguns dizem que SETI é como uma loteria. Um poço sem fundo em que o dinheiro é aplicado sem obter qualquer resultado, mas com a esperança de que, um dia, seus resultados alterem as regras do jogo. O que você acha sobre este argumento?
Quantas pessoas jogam na loteria?

13. Muitas.
Certo. Talvez não seja loucura então. Eu não acordaria todas as manhãs esperando por um sinal, porque provavelmente isso não vai acontecer. Não é uma questão de preto ou branco. Podemos aprender algumas coisas sobre astrofísica. Estamos construindo equipamentos de detecção que os astrônomos não construíram, porque eles não acreditam nos sinais de natureza radioativa deste tipo. Essa é a nossa tecnologia de detecção de material, mas talvez um dia vamos surpreender a todos e mostrar que a mãe natureza pode criar fenômenos que agora não são entendidos pela nossa tecnologia e engenharia. Mas o principal resultado é a melhoria contínua em nossas estratégias de busca.

14. Não é um pouco decepcionante que o maior progresso até agora tenha sido o sinal "Wow", detectado pelo SETI?
Tivemos falsos positivos. Houve momentos em que um telescópio não estava funcionando e tivemos pistas falsas a indicar que era um provável sinal proveniente de uma estrela, mas passamos a contar com o satélite Soho, que orbita o Sol. Ele nos ajudou a melhorar os nossos protocolos de detecção.

15. Alguns dizem que o trabalho do SETI não pode ser considerado pesquisa científica. O que você acha sobre isso?
Eu acho que isso não é justo e é falso. O que fazemos é exploração científica. As pessoas que estudam ondas gravitacionais foram construindo instrumentos pesados que não funcionavam, até que encontraram uma máquina suficiente para detectá-las. Foram gastos US$ 25 bilhões em investimentos para descobrir o bóson de Higgs. No trabalho do SETI, para detectar um sinal ou para saber se conseguimos uma amostra bastante significativa, o silêncio é interessante por si só. No momento, os resultados negativos não são muito interessantes. Há uma amostra significativa que nos permite afirmar que a vida neste planeta é única.

16. Como poderíamos saber que existe vida além?
Com uma busca sistemática de todas as tecnologias que entendemos agora, capazes de garantir que não encontramos qualquer evidência nos dez milhões de estrelas mais próximas. Se formos capazes de chegar a esse ponto, o resultado negativo será um tapa da realidade.

17. Será que isso significa que o trabalho de SETI tem sido em vão?
Parece que estamos em um ponto crítico na história da evolução. Pela primeira vez, nós estamos mudando o ambiente do planeta e temos visto muitos casos onde podemos piorar. E ainda assim, vemos muito claramente as soluções que nos permitam estabilizar a nossa população a um nível sustentável, o que pode ser alimentado e trazer uma boa qualidade de vida. Talvez nenhuma solução, talvez, ninguém conseguiu, talvez ninguém tenha avançado além da adolescência tecnológica em que estamos hoje. Este é um pensamento bastante deprimente.

18. Você acha então que estamos condenados à extinção?
Uma das coisas que iríamos saber se detectássemos um sinal, mesmo que não possamos compreendê-lo, é que podemos sobreviver como civilização tecnológica por um longo tempo, em comparação ao calendário cósmico. Nós teremos de esperar. Atualmente somos uma tecnologia emergente, os adolescentes da galáxia, e não sabemos se há alguém mais velho e mais avançado. Eu não espero por uma salvação extraterrestre, eu acho que nós temos que encontrar nossas próprias soluções. Mas sabemos o que é possível para nos tornarmos uma civilização tecnológica, e envelhecermos é uma motivação. E é por isso que eu trabalho: eu gostaria de saber sobre isso, se possível.

19. Por suas palavras, parece que o SETI é uma ferramenta desenhada para conhecer-nos, antes de encontrarmos vida em outros planetas.
A filosofia do SETI diz que, para ser bem sucedidas, as tecnologias precisam ter futuro. Nós fazemos as pessoas pensarem de forma diferente em problemas críticos e imediatos. Antes de vermos a mudança climática eu como uma americana e você como um espanhol, devemos ter um ponto de vista comum, de que este é um único planeta, habitado por todos. Como nós trabalhamos para corrigir esses desafios globais que não respeitam fronteiras nacionais? Precisamos de técnicas de exploração científica que não têm nada a ver com o fato de haver espécies lá fora. Se isso nos ajuda a banalizar as diferenças entre nós para encontrarmos maneiras de resolver esses problemas, que assim seja.

20. Há alguns meses atrás, Edward Snowden falou sobre quão difícil seria interceptar um sinal alienígena, uma vez que este seria criptografado e por isso, não havia maneira de decifrar. Você compartilha desse ponto de vista?
Podemos estar olhando para o que não é. Talvez eles usem uma tecnologia incrível e eficiente que permita a troca de informação em escala interestelar. O comentário de Snowden soa absurdo no sentido de que, mesmo se eles pudessem enviar mensagens, ainda que não sejam criptografadas, também poderia ser impossível de decifrá-las.

21. Por que não saberia a sua língua?
Nós podemos compartilhar o universo, podemos pensar na tabela periódica com base em números primos ou mensagens. Mas pode acontecer, e é um dos aspectos interessantes de pensar sobre a vida fora da Terra, a matemática e nossa maneira de expressá-la são moldadas pela estrutura particular do nosso cérebro. Um matemático estrangeiro expressaria o mesmo que você, mas de uma maneira que não conseguia entender de forma alguma. Eu acho que haveria muitas oportunidades de não entendermos o que está sendo transmitido. O meu colega Seth Shostak sugeriu que deveríamos enviar qualquer coisa, em vez de moldarmos uma mensagem que nós acreditamos, seria clara, e ficar esperando o mesmo. Há um monte de redundância na informação que pode ser a chave para a compreensão de uma mensagem.

22. Há alguns dias, a NASA anunciou a descoberta de mais de quinhentos planetas, rochosos e nove deles em zona habitável. Será que eles usam esses dados em suas pesquisas?
Sim. Eu estive na comissão consultiva da NASA desde o início do programa Kepler. Desde 2011, quando fizeram o primeiro anúncio, usamos essa lista de exoplanetas em busca por sinais de vida, mas também com planetas encontrados por outros métodos. Nós podemos dizer com absoluta certeza que há mais planetas do que estrelas na Via Láctea, algo impensável quando eu era uma estudante e sabia da existência de apenas nove planetas no sistema solar. Mudamos nossa estratégia de observação para estudar as 20 mil estrelas mais próximas de nós nos próximos anos. Muitas são anãs vermelhas, com um décimo da massa do Sol, emitem pouca luz e são difíceis de encontrar. Mas alguns planetas são quentes o suficiente para haver água líquida, caso abrigue uma atmosfera, que seria o santo graal para encontrar vida.

23. Apesar de ter encontrado tantos planetas, o Paradoxo de Fermi ainda está em sua cabeça como uma espada de Dâmocles.
Não é mesmo um paradoxo. Não podemos dizer que não existem alienígenas ao nosso redor. Nós não sabemos se há. Existem avistamentos de OVNIs com informações e dados não verificáveis. Nós exploramos nosso bairro muito mal no sistema solar e ainda não somos capazes de encontrar as grandes rochas que estão a caminho da Terra. Não podemos dizer que estamos em paz até que não façamos uma pesquisa sistemática.

24. Isso quer dizer que você acredita em alienígenas?
Não encontramos nada conclusivo. Por um tempo, no Museu da Ciência do Pacífico, em Seattle, havia uma tela com uma estrela do rock, que tocou em San Francisco. Eles estavam a entrevistando e, de repente, um objeto voador não identificado que estava em Angel Island Golden Gate e Alcatraz, surgiu em seguida, numa velocidade incrível. Isso foi gravado por uma câmera. Se você olhar, você acha que não é a tecnologia terrestre. Ele acabou que era apenas uma mosca na lente da câmera, saltando de um lado para outro e estava fora de foco, de modo que a sua forma não poderia ser reconhecida. Estou ansiosa para ter dados e evidências, mas eu nunca vi nada que eu ou meus colegas pudéssemos validar. Os primeiros relatos de discos voadores são dos anos de 1940. Houve pilotos voando em altitudes elevadas que viam luzes brilhantes acima das nuvens. Quando tivemos naves que orbitaram a Terra, nós descobrimos que o relâmpago que sai dessas nuvens e se movem para cima e para baixo. Há muitos fenômenos que não faz pouco tempo não era possível explicar.

25. Mas a equação Drake dá alguma esperança sobre isso.
Nós a chamamos de equação, mas não é. É uma ótima maneira de organizar a nossa ignorância. Calcular os fatores para entendermos se há vida além da Terra poderá ser uma ferramenta útil, mas você não pode calcular qualquer coisa com esta ferramenta. Conhecer os fatores no lado direito da equação: nós não sabemos em quantos lugares a vida inteligente possa ter evoluído, não sabemos quanto uma inteligência se desenvolve ou uma tecnologia e, tampouco, como uma civilização sobreviveria. Nós não sabemos as respostas e não vamos encontrá-las apenas pensando sobre elas. Podemos encontrar se nós sairmos para assistir.

26. Em “Contato”, filme sobre o SETI, a reunião tem lugar graças a sinais de rádio e de televisão, embora haja dúvidas de que uma civilização alienígena poderia detectá-los.
Quando você construir um rádio ou uma televisão, você pensará sobre a energia necessária para alcançar seus ouvintes na Espanha, não em Alpha Centauri. Há uma bolha de sinais que se afasta da Terra e já está há algumas centenas de anos-luz: as primeiras transmissões de rádio, mas são sinais muito fracos. Seria preciso uma grande antena para captar a informação suficiente. Quando falamos de sinais ópticos de busca ou de rádio, falamos de transmissões deliberadas: alguém que tem poder suficiente para que você possa ver a distâncias interestelares. Se formos bem sucedidos, será porque nós encontramos um sinal enviado de propósito.

27. Por anos você está trabalhando no SETI e pela busca de vida inteligente fora da Terra. Você não se cansa por ter que lidar com tanto ceticismo?
Nada! Pensamos em uma escala humana, mas procuramos entender o nosso lugar no cosmos, que tem milhares de milhões de anos de história. Algumas das coisas que estamos entendendo agora são resultados do desenvolvimento do telescópio, iniciado há quatro séculos. Agora vamos trabalhar o mais difícil. Eu acho que as próximas décadas serão muito importantes para o SETI. Ou encontramos o que procuramos, ou iremos sentar, coçando a cabeça e imaginando se seria possível que ninguém tenha chegado tão longe. E como é que vamos conseguir sobreviver por muito tempo?



- Imagem: Divulgação.

- Colaborou: José Ildefonso P. de Souza.

FONTE: http://viafanzine.jor.br/

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