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Russos duvidam dos pousos lunares?


Buzz Aldrin à frente do módulo lunar em julho de 1969 — há quase 46 anos!

POR SALVADOR NOGUEIRA
18/06/15 14:29

Em um artigo publicado nesta terça-feira (16) pelo jornal russo “Izvestia”, e traduzido em inglês pelo “Moscow Times”, um porta-voz do governo russo sugere a abertura de uma investigação independente sobre os pousos lunares americanos realizados durante o Projeto Apollo, entre 1969 e 1972.

Vladimir Markin faz parte do Comitê Investigativo da Rússia e indica em seu texto que um estudo desse tipo poderia revelar novos lampejos sobre as jornadas espaciais históricas. Ele reclama do apagamento acidental da fita que continha a transmissão original de TV do pouso da Apollo 11, em 20 de julho de 1969, e do paradeiro das rochas lunares.

“Não estamos dizendo que eles não voaram [à Lua] e simplesmente fizeram um filme disso. Mas todos esses artefatos científicos — ou talvez culturais — são parte do legado da humanidade, e seu desaparecimento sem deixar vestígios é uma perda comum. Uma investigação revelará o que aconteceu”, disse Markin.

Não pense você que é um real questionamento sobre as missões lunares — os russos *sabem* que elas aconteceram. É apenas mais um tiro midiático na miniguerra fria que travam atualmente Estados Unidos e Rússia. Isso tem incluído bravatas espaciais.

Recentemente, os russos já ironizaram a dependência americana das naves Soyuz para levar astronautas até a Estação Espacial Internacional, e numa entrevista ao Mensageiro Sideral, o administrador da Nasa, Charlie Bolden, deu o troco, dizendo que não sabemos quantos cosmonautas de fato morreram no desenvolvimento do veículo espacial soviético (oficialmente foram quatro).

O artigo de Markin, que tem o cuidado de não desacreditar as missões Apollo (de novo, os russos *sabem* que elas aconteceram), serve como provocação. E não se surpreenda em saber que, no mesmo texto, o porta-voz do governo russo protesta contra as investigações do FBI sobre a Fifa pela escolha das sedes das Copas do Mundo de 2018 (Rússia!) e 2022 (Qatar).

Sobre as dúvidas levantadas dos pousos lunares, a Nasa já esclareceu ambas, há tempos. Em 2009, a própria agência espacial americana admitiu o apagamento acidental da fita original que registrou os primeiros passos americanos na Lua — era apenas uma fita entre cerca de 200 mil que foram apagadas para reutilização. Mas desde então a própria Nasa fez uma restauração das mesmíssimas imagens, com base em material registrado pelas emissoras de TV que transmitiram o sinal original, e nada de fato foi perdido.

Quanto às rochas lunares, elas estão em sua maioria armazenadas no Centro Espacial Johnson, em Houston. Tenho certeza de que os russos, se quiserem fazer uma visita, não terão problemas em agendá-la.

Aliás, adoraria ler um relatório investigativo russo sobre as missões Apollo. Quem sabe com uma publicação oficial como essa, vinda de um país adversário, as pessoas não param de defender teorias conspiratórias de que os pousos lunares nunca aconteceram?

FONTE: http://mensageirosideral.blogfolha.uol.com.br/

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