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Comentando foto de disco voador (Rio de Janeiro - Brasil - 1971) - 05

Programa onde comentamos sobre as fotos clássicas tiradas por Nelson Calmon Schubsky em 01 de outubro de 1971, em São Cristóvão, no Rio de Janeiro, Brasil. Ao assistir este programa você saberá detalhes inéditos sobre esta história e, inclusive sobre documento CONFIDENCIAL de Exército que registra avistamento no mesmo dia, sobre pouso do objeto e observação de tripulantes, testemunhado pelo comerciante José de Sousa. FONTE: Enigmas e Mistérios Veja também: Comentando foto de disco voador (França - 1974) - 01 Comentando foto de disco voador (Colorado - 1929) - 02 Comentando foto de disco voador (Santo André/SP - 1977) - 03 Comentando foto de disco voador (Yungay - Perú - 1967) - 04

O que é o ‘relógio atômico’ com que a Nasa espera revolucionar a exploração espacial

Essa foi a terceira vez que o Falcon Heavy foi enviado ao espaço Por Jonathan Amos Repórter de Ciência da BBC A Nasa colocou em órbita um relógio atômico compacto que, segundo a agência pode revolucionar a navegação no espaço. Missões planetárias não têm GPS para navegar pelo espaço. Na realidade, são monitoradas no sistema solar por meio de sinais de rádio. Esse sinais são enviados da Terra e são respondidos pelas naves. O tempo preciso que leva para as mensagens ecoarem de volta permitem que navegadores calculem a distância da nave e a posição exata da missão. Com isso, conseguem comandar seu curso com as correções necessárias. Mas isso pode demorar muito para naves dirigidas por humanos - basta imaginar o quão ruim seria se um GPS na Terra demorasse mais que alguns segundos para calcular sua posição. Hoje, essa resposta para a navegação pode demorar cerca de 40 minutos. Agora, esse novo relógio atômico compacto promete resolver o problema, dando aos humanos dentro das ...

‘Cidade perdida’ em floresta de Honduras revela tesouros biológicos

A BORBOLETA MORPHO HELENOR, ENCONTRADA NA CHAMADA CIDADE BRANCA (FOTO: TROND LARSEN) Pesquisadores encontram espécies raras e tidas como extintas; estudo foi feito na região de Mosquitia, uma das matas tropicais menos exploradas do mundo A região de Mosquitia, ao leste de Honduras, guarda uma lenda que atravessou séculos. Conta-se que ali está a La Ciudad Blanca (a cidade branca), também conhecida como Cidade do Deus Macaco. Segundo as histórias, o local misterioso e paradisíaco abrigava uma civilização perdida, onde indígenas se refugiavam dos conquistadores espanhóis — e de onde ninguém retornava. Muitos exploradores tentaram localizá-la, mas só em 2012 foram encontradas ruínas do que parece ter sido a tal cidade branca (o nome vem das edificações em pedra clara que, de acordo com as lendas, erigiram em meio à mata fechada). Pouco se sabe sobre essa civilização, mas de uma coisa os pesquisadores têm certeza: trata-se de um ecossistema extremamente rico e único. Foi ali que u...

Reservatório de água potável é descoberto debaixo do oceano

CIENTISTAS DESCOBRIRAM AQUÍFERO DEBAIXO DO OCEANO ATLÂNTICO (FOTO: THINKSTOCK) Cientistas encontraram aquífero de 2.800 km³ na costa leste americana, indício de que esse tipo de formação pode existir em outras partes do mundo A costa leste dos Estados Unidos guarda um segredo profundo. Debaixo das águas salgadas do norte do Oceano Atlântico, geólogos encontraram um gigante reservatório de água potável, isolado por sedimentos porosos. Ao que tudo indica, é o maior aquífero submarino já descoberto no mundo: longitudinalmente, ele vai pelo menos do estado de Massachusetts ao de Nova Jersey; latitudinalmente, ele sai da costa e segue aproximadamente 80 km em direção ao oceano. Segundo os pesquisadores, a descoberta indica que esse tipo de formação pode existir em outras regiões costeiras do mundo e ser fonte de água potável para locais áridos. Companhias de petróleo, nos anos 1970, já haviam encontrado sedimentos de água potável quando perfuraram o solo marinho. "Sabíamos que...

Brasileira sonha em ser astronauta e cria vaquinha para estudar na NASA

MARIA GISLLANNY BEZERRA SILVA SONHA EM SER ASTRONAUTA E UM DIA CHEGAR À MARTE. (FOTO: ARQUIVO PESSOAL) Maria Gisllanny Bezerra Silva criou projeto para levar conhecimento sobre ciências espaciais para crianças de escolas públicas no Mato Grosso e já foi premiada em concurso de redação da agência espacial Por Vanessa Centamori Aos 21 anos de idade, a estudante de Física da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Maria Gisllanny Bezerra Silva, sonha em ser astronauta e um dia chegar à Marte. Mas antes disso, a sua próxima jornada é os Estados Unidos, onde ela quer fazer cursos da NASA em 2020, ser aluna de física e engenharia do Sweet Briar College por quatro anos e fazer mestrado e doutorado para ser aceita no programa de formação de astronautas da agência espacial. Para arrecadar recursos para todas essas despesas a jovem lançou a vaquinha online "Maria rumo a Marte", qualquer pessoa pode contribuir . Em abril deste ano, ela foi classificada como uma dos 24 joven...

Astronautas russos se negam a doar esperma para estudos sobre reprodução

ASTRONAUTAS ESTÃO RESISTENTES À DOAÇÃO DE ESPERMA (FOTO: PIXABAY) Cientistas da Rússia querem estudar os efeitos do espaço na produção de sêmen, mas há resistência para a doação Pesquisadores russos querem estudar os efeitos do espaço na produção de esperma em homens, mas não tem sido fácil conseguir amostras dos astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional (EEI). Há resistência por parte dos viajantes espaciais: segundo Irina Ogneva, chefe do laboratório de biofísica da Academia Russa de Ciências, a tarefa de coletar biomaterial em condições de microgravidade ainda faz com que “todos sorriam e rejeitem” a ideia. “Nós não conseguimos conduzir esse procedimento de rotina com cosmonautas doando espermogramas. Nós encontramos obstáculos de natureza moral, psicológica e ética. Não há cosmonautas que queiram”, afirmou Ogneva, à agência de notícias russa RIA Novosti . Os efeitos das viagens espaciais de longa duração no corpo humano ainda não são conhecidos completamente e ...

Esperma congelado pode sobreviver no espaço, diz estudo

ESPERMA TESTADO EM MICROGRAVIDADE NÃO APRESENTOU NENHUMA DIFERENÇA EM COMPARAÇÃO AO QUE FICOU NA TERRA (FOTO: PIXABAY) Gametas masculinos expostos à microgravidade não sofreram modificações; descoberta possibilita criação de banco fora da Terra Um estudo pioneiro mostrou que amostras de esperma congelados expostos à microgravidade não sofrem alteração. O resultado da análise empolgou o cientistas, pois evidencia a possibilidade do transporte seguro de gametas masculinos para o espaço e da criação de um banco de esperma humano fora da Terra. Para executar o teste, uma pequena aeronave de treinamento acrobático levou dez amostras do material fazendo 20 manobras parabólicas. Segundo os especialistas, esses movimentos criaram momentos de microgravidade que duraram cerca de oito segundos cada um. Por mais que o espaço amostral do estudo seja pequeno e que as condições não sejam exatamente as mesmas encontradas no espaço, os resultados animaram os especialistas. Isso porque os pesq...