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Sodoma e Gomorra foram destruídas por meteoro, dizem arqueólogos


REPRESENTAÇÃO ARTÍSTICA DO FIM BÍBLICO DE SODOMA E GOMORRA (FOTO: JOHN MARTIN/THE DESTRUCTION OF SODOM AND GOMORRAH/WIKIMEDIA COMMONS/PUBLIC DOMAIN)

Bíblia narra história de cidades consideradas pecadoras que foram destruídas "com fogo e enxofre caídos do céu"

Após uma década de escavações no atual território de Israel, pesquisadores sugerem que as cidades bíblicas de Sodoma e Gomorra – que teriam sido destruídas por “enxofre e fogo” por Deus devido aos seus pecados – realmente existiram.

Arqueólogos afirmaram que as consequências decorrentes de uma explosão de um meteoro na atmosfera foram responsáveis por destruir a antiga civilização da área. "Estamos desenterrando o maior sítio arqueológico da Idade do Bronze na região, provavelmente a própria Sodoma bíblica", descreveram especialistas no site do Tall el-Hammam Excavation Project.

Análises do Alto el-Hammam, localizado a nordeste do Mar Morto, sugerem que a área foi ocupada 2,5 mil anos antes de desmoronar, algo que aconteceu no final da Idade do Bronze.

A datação por radiocarbono mostra que paredes de tijolos de barro de quase todas as estruturas desapareceram há 3,7 mil anos, deixando somente alicerces (fundações no solo) de pedra.

Camadas externas de cerâmica também mostram sinais de fusão. Cristais de zircão encontrados em revestimentos teriam sido formados em apenas um segundo, provocados por altas temperaturas – o que coincide com a teoria da explosão do meteoro.

Além disso, fortes ventos teriam sido responsáveis ​​por criar uma chuva de minúsculos grãos minerais, que também foram encontrados em cerâmicas do local.

De acordo com os pesquisadores, a explosão de calor eliminou “100% das cidades e vilas da Idade do Bronze” e campos agrícolas férteis, uma vez que a salmoura dos sais do Mar Morto chegou na terra, tornando-a inútil por seis séculos.

Estudos do solo indicam que mais de 100 pequenos assentamentos também foram expostos ao desastre, matando de 40 mil a 65 mil pessoas.

Para os arqueólogos, a hipótese pode ser sustentada porque já aconteceram casos semelhantes que foram devidamente documentados. Há mais de um século, uma explosão perto do rio Stony Tunguska, na Sibéria, destruiu dois mil quilômetros quadrados. A falta de cratera sugere que um meteoro explodiu entre 5 e 10 quilômetros acima da superfície terrestre. Outra explosão semelhante ocorreu em 2013 em Chelyabinsk, na Rússia, ferindo mais de 1,6 mil pessoas, principalmente por conta do vidro que explodiu das janelas.

FONTE: REVISTA GALILEU

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