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Como funciona o Telescópio Espacial Hubble


Telescópio Hubble nomenclatura (Clicar na imagem para ver em tamanho grande)

- A luz de partes distantes do espaço entra no telescópio e bate no espelho principal, que a reflete de volta para a frente, rumo a um espelho secundário.


Espelhos Primários do Hubble

- O espelho secundário capta a luz, melhora o seu foco e a envia de volta, em direção a um pequeno orifício no centro do espelho principal.

- Atrás do espelho principal, uma série de micro espelhos redireciona a luz para cinco câmeras digitais que irão fotografá-la: uma câmera infravermelha (que capta o calor dos objetos), uma espectrográfica (que divide a luz em cores para descobrir a composição das estrelas), uma para fotografar regiões amplas do espaço, uma para detectar os menores movimentos dos astros e uma ultrassensível para captar imagens de galáxias ainda mais distantes.

- As câmeras digitais não têm filme, mas uma tela que transforma as partículas de luz (fótons) em sinais elétricos, daqui enviados aos computadores de bordo. Lá, as imagens são processadas e enviadas para a antena do telescópio.

- A antena envia as imagens captadas pelo Hubble para um satélite de comunicação que estiver passando por perto.

- O satélite então envia os sinais para a estação receptora de White Sands, no Novo México, Estados Unidos, que, por sua vez, os encaminha ao Instituto Científico do Telescópio Espacial, em Baltimore. Lá, os dados serão recompostos em belas imagens.

Tampa protetora

Por causa de suas câmeras extremamente sensíveis, o Hubble nunca poderá ser usado para observar o Sol. Um só raio direto queimaria tudo. Uma tampa cobre o telescópio quando sua órbita o coloca de frente para o astro.

Painéis solares

Os dois painéis captam a energia do Sol e a transformam em energia elétrica, necessária para manter o aparelho funcionando.

Segredo de locomoção

Se usasse jatos para mudar de direção, a nuvem de gás formada por eles deixaria o Hubble cego. Por isso, para direcionar o telescópio são usadas três rodas. Quando elas giram – acionadas por um motor elétrico, cada uma em um eixo -, a lei física da ação e reação entra em cena, fazendo o Hubble rodar para o outro lado. Além disso, seis giroscópios detectam o movimento do telescópio em volta da Terra e enviam as informações para o computador central, que faz girar o aparelho, mantendo-o fixo em relação ao nosso planeta.

O Hubble e sua localização na Atmosfera

A vantagem do Hubble com relação aos telescópios terrestres é que ele não sofre interferência dos gases que formam a atmosfera, que são muito mais concentrados nas camadas inferiores. Mas como a gravidade da Terra não puxa ele de volta, para o seu centro? Pois ao ser colocado em órbita o Hubble está em movimento, a uma velocidade de 7,5Km/s. A atmosfera tem aproximadamente 1000km de extensão e é dividida em 5 camadas: troposfera, estratosfera, mesosfera, ionosfera e exosfera. A troposfera é a camada com 12km que contém a vida e os fenômenos meteorológicos. Já na estratosfera está a camada de ozônio. Mas é a 589 Km, na exosfera que se encontra o telescópio Hubble.


Camadas da Atmosfera

Telescópio Espacial Hubble (Hubble Space Telescope – HST) é um satélite astronômico artificial não tripulado que transporta um grande telescópio para a luz visível e infravermelha. Foi lançado pela agência espacial norte americana – NASA – em 24 de abril de 1990, a bordo do ônibus espacial Discovery (missão STS-31). O Telescópio Espacial Hubble recebeu várias missões espaciais da NASA para a manutenção e para a substituição de equipamentos.


Hubble em orbita




FONTE: http://www.vidrariadelaboratorio.com.br/

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