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Virternity: projeto científico queria digitalizar a mente para a imortalidade



Por Natalie Rosa

A imortalidade é um tema que vem sendo debatido desde os primórdios da humanidade, de quando começamos a ter registros da vida. O que temos visto, até então, são discussões sobre o assunto envolvendo a ciência e, claro, a paranormalidade. Mas e quanto ao digital?

No ano passado, um grupo de pessoas que não tiveram seus nomes revelados lançaram a Virternity, um projeto que envolve dar a imortalidade digital a todos, criando um mundo que não é regido por governantes, mas pelas pessoas. O conceito, basicamente, consistia na transferência da sua consciência a um plano completamente novo, removendo quaisquer restrições físicas.

O Virternity, no entanto, não durou muito e sem nenhuma explicação acabou saindo do ar. Durante a sua existência online, o público não conseguiu entender completamente do que se tratava, apenas que a ideia era criar um mundo sem o controle governamental.

Uma matéria do The Conversation, escrita por David Evans Bailey, pesquisador de realidade virtual da Universidade de Tecnologia de Auckland, cita uma teoria que pode explicar a falha da proposta.

Pensadores como Gilles Deleuze e Henri Bergson, por exemplo, acreditam que existe uma consciência superior ao corpo físico, basicamente afirmando que mente e corpo não são a mesma coisa. Sendo assim, a ideia do Virternity iria por água abaixo, afinal como seria possível "transferir uma pessoa" para o computador?


Imagem: Reprodução

Por outro lado, entra a ciência no debate, pois neurocirurgiões afirmam que tudo o que existe é físico, então se é possível copiar o cérebro humano para uma forma digital, o que seria bastante complexo, todo o restante seria uma tarefa fácil. Existem propostas de cientistas que sugerem fazer microfatias físicas de cérebro e copiar a rede neural que seria revelada.

Porém, para fazer isso, seria necessária uma máquina capaz de criar as fatias de cérebro e, o mais difícil, um voluntário. A ideia parece irreal, mas existe uma startup, a Nectome, que tem essa proposta, com foco na preservação do cérebro até o dia em que, finalmente, ele possa ser digitalizado.

Em resumo, o conteúdo do cérebro do voluntário seria transferido para um computador, com o seu conteúdo permanecendo vivo ou, ainda, fazendo com que a mente da pessoa renasça. Esse tipo de varredura já foi feito com ratos, mas a digitalização de uma totalidade ainda não aconteceu.

A Virternity chegou a pensar na aplicação desse projeto em um futuro distante, citando que artistas, músicos e cientistas poderiam investir em suas carreiras por séculos e que nunca precisaríamos nos despedir de nossos familiares e amigos.

Se o projeto continuasse, o Virternity seria a primeira experiência imersiva de substituição da realidade física por uma digital. Para Bailey, uma vez digital, não haveria como voltar atrás. O especialista ainda deixa uma questão em aberto: o que aconteceria se o sistema fosse, simplesmente, desligado ou apagado.

Essa resposta não deve surgir tão cedo, pelo menos enquanto ninguém tentar seguir em frente com o projeto da Virternity.



FONTE: The Conversation via canaltech.com.br

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