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Caso Bariloche completa 21 anos


Boeing 727 da Aerolineas Argentinas, semelhante ao que protagonizou um impressionante avistamento em 1995

Impressionante avistamento envolveu uma aeronave civil e outra militar, e ocorreu enquanto a cidade enfrentava um blecaute

Recentemente foi lembrado o aniversário de 21 anos de um dos mais importantes casos ufológicos da Argentina. Em 31 de julho de 1995 um Boeing 727 da Aerolineas Argentinas, fazendo o Voo 674, envolveu-se em um impressionante avistamento ufológico do qual também foi testemunha a tripulação de um Piper Cheyenne da Gendarmeria Argentina. O voo comercial era comandado por Jorge Polanco, que por volta de 20h00 estava realizando a aproximação final do Aeroporto de Bariloche, quando surgiu um objeto luminoso a príncípio pálido, mas que rapidamente aumentou sua luminosidade, colocando-se imediatamente à frente do 727.

O piloto chamou com urgência a torre de controle, que surpreendentemente avisou que não captava qualquer objeto não identificado nas proximidades. O UFO acompanhou o Boeing por 17 minutos, período em que foi também observado pelos tripulantes do Cheyenne da Gendarmeria. Um dos fatos mais estarrecedores do acontecimento é que Bariloche sofreu um blecaute, ficando às escuras entre 20h17 e 20h31. Nesse meio tempo, o Boeing com 102 passageiros e 3 tripulantes era literalmente escoltado pelo UFO a uma altitude de 3.000 metros, e iniciava sua descida final para o pouso no aeroporto.

O capitão Polanco descreve: "Quando estávamos a 15 minutos do pouso, a cerca de 64 km de distância, a torre autorizou a aproximação por instrumentos. Descemos então de 12.000 para 3.000 metros, e fomos avisados sobre o blecaute, quando nos pediram para aguardar a autorização para a descida final. Quando iniciamos a manobra percebi uma luz branca em curso de colisão conosco, e que parou a cerca de 100 metros de distância. Quando iniciamos nossa descida, o UFO fez uma curva estranha e nos acompanhou, mantendo a distância de 100 metros". Os instrumentos do 727 não sofreram interferência, mas Polanco afirma que o UFO mudou de cor, exibindo duas luzes em suas extremidades e uma laranja no centro, aparentando ter o tamanho de um avião de passageiros.

DESTAQUE NA UFOLOGIA MUNDIAL

O caso teve grande repercussão na imprensa

O capitão Polanco percebeu a aeronave da Gendarmeria a cerca de 600 metros de distância, enquanto ele seguia em sua aproximação ao aeroporto. Contudo, já com a pista de pouso à vista, as luzes desta piscaram, fazendo com que o piloto arremetesse para novamente subir a 3.000 metros. A torre de controle informou que seus instrumentos haviam falhado, ao passo que o UFO subiu a impressionante velocidade quando o 727 arremeteu, aguardando-o à mesma altitude de 3.000 metros. Após alguns minutos o Voo 674 obteve nova permissão de pousar, e POlanco se recorda de que, com seu avião já em solo, ele observou o UFO subir em velocidade vertiginosa. O comandante diz que o piloto do avião da Gendarmeria acompanhou o UFO desaparecer na região de Cerro Otto. O capitão Polanco se dirigiu para a torre quando encontrou o major Jorge Luis Oviedo, que estava no centro de controle e afirmou não conseguir acreditar no que havia visto.

O Cheyenne da Gendarmeria era pilotado por Rubén Cipazyk e trazia ainda o comandante Joan Domingo Gantán. Este afirmou: "A cerca de 300 metros sobre o lago Nahuel Huapi vimos uma luz amarelo-âmbar que aumentava e diminuía seu brilho conforme voava ao longo da Cordilheira em alta velocidade". Cipazuk entrou em contato pelo rádio com o capitão Polanco durante o avistamento, dizendo: "Estou vendo uma luz à sua direita e não sei o que é, mas está seguindo você". Polanco completa: "O caso teve impacto considerável na imprensa do mundo todo. Fui entrevistado até por especialistas da NASA. Foi o caso mais real, sólido e espetacular".



FONTE: REVISTA UFO

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