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Casos Ovnis ocorridos em Piracicaba (SP) e em seu entorno (2)



CASO CAMBARÁ

Em junho de 1986, o Prof. Renato lecionava numa escola estadual do
bairro Cambará, para o primeiro grau, zona rural de Rio das Pedras, com
alunos numa faixa de idade entre 10 e 12 anos. Como sempre fez, procurava
passar aos alunos uma visão mais abrangente do Universo, tentando fugir
daquele "tapa" muitas vezes propiciado pela sociedade, sem, é claro, ferir os
direitos do aluno ou forçar qualquer crendice.
Como de costume, aconteceu que as crianças começaram a olhar com
mais atenção para o céu, principalmente a noite e constantemente, elas
apareciam na sala de aula procurando o professor e dizendo que viram luzes no
céu noturno, recebendo então a explicação devida. Nisso, seus alunos
aprendiam a conhecer e diferenciar aviões, satélites, meteoritos, balões,
estrelas, planetas etc.
Foi assim até que no dia 4 daquele mês, estas historinhas de
criança fugiram do corriqueiro: uma aluna chamada Helenilda, moradora do
bairro Nosso Teto, contou ao Prof. Renato que viu uma luz amarela e vermelha
que piscava e se dirigia de Piracicaba para Saltinho, isto é, de Nordeste a
Sudoeste às 20h daquele dia.
Também neste dia e no seguinte, na fazenda Pinheirinho, não muito
longe, o aluno Jose Carlos Rodrigues Vieira, contou que viu, às 05h30min, uma
bola vermelha que parecia estar baixa sem fazer barulho, sob um céu azul sem
nuvens.
No mesmo dia 5, Rubens, outro aluno, chegou com a história de que
teria testemunhado de dentro do caminhão que seu pai conduzia pela estrada
que liga Capivarí a Itu (Rodovia do Açúcar, SP308) um OVNI que "acendia e
apagava" numa frequência mais ou menos regular. Ele contou que seu pai
não quis olhar, e rodava numa velocidade média de 80Km/H, sendo que a
corrência teria se dado das 03:00H às 03:30H.
Às 06:30H, também no bairro Nosso Teto, um aluno chamado Eurico
também teria visto, conforme declarações, uma grande estrela vermelha
acompanhada de uma cauda, que encurtava e distendia na medida em que se
deslocava. Não ouviu nenhum ruído e o céu era limpo e sem nuvens.

Os alunos viram uma faísca liberada por um OVNI.
No dia seguinte, o Prof. Renato esteve nas fazendas Pinheirinho e
Alvorada, das 06h10min às 7h. Céu limpo e temperatura de 15°C, nào viu nada
de anormal.
Três dias depois, 09/06/1986, os alunos Rúbens, Cristina, Cilene,
José Carlos e Luís, às 05:45H, das fazendas Alvorada e Pinheirinho teriam
presenciado um fenômeno no mínimo curioso: Rúbens, Cilene, Cristina e sua mãe
contaram que viram da Fazenda Alvorada (onde eram proprietários) dois ou três
objetos esféricos de cor vermelha e amarela, que se deslocavam em movimento
de vai e vem, no mesmo setor do espaço.
De repente, uma daquelas "bolas" projetou um raio (ou faísca) para
baixo, na direção da Fazenda Pinheirinho. Nenhum som foi percebido, sendo que
os OVNIs se afastaram em seguida.
Naquela outra fazenda, o aluno Jose Carlos saia cedo como sempre
para pegar leite, quando viu os mesmos objetos, sendo que aquele raio cairá
perto dele, num pequeno lago que tem ao centro uma ilhota. Com medo, o menino
se afastou rápido sem olhar para trás.
O Prof. Renato perguntou qual a cor do objeto, e Jose Carlos
"achou" que era vermelha. Às 11:30H do mesmo dia o Prof Renato foi ao local,
tirou algumas fotos, mas não achou nada de anormal. Entre as duas fazendas
devem existir uns 2Km em linha reta.
Tudo não termina aí!
Neste dia, às 6h, outro aluno, José Carlos Ferreira, contou que ao
sair de seu quarto viu um ser (não sabe dizer ao certo se era humano) com uma
asa branca, parecida com a dos pássaros. Com o susto, não teria gravado
maiores detalhes, mas teve impressão que a asa no início era pequena, e com
um afastamento do ser ela foi crescendo. Nào ouviu barulho ou mesmo qualquer
outro som.
Em 12/06/1986, às 06h40 min, os alunos Luiz, Madalena, Cilene,
Marta, Raquel, Edna e Rosemeire, Viram um pequeno objeto em forma de cometa,
com a cauda característica que o acompanhava. O Prof. Renato estava presente
sendo que viu e fotografou o OVNI. Neste caso, porém, se tratava
provavelmente de um jato de carreira a grande altitude, cujos gases de escape
se congelam e rapidamente descongelam. É um efeito diferente do comum
(aquelas longas linhas de fumaça que ficam um bom tempo no céu), mas
possíveis de se explicar, conforme a temperatura das camadas de ar onde se
encontra o avião, esclarecem os instrutores do Aeroclube de Piracicaba, que
foram consultados.
Ficam as declarações destes alunos registradas. É claro que não
sabemos até onde tudo corresponde exatamente a verdade, mas o leitor verá como
que outras ocorrências somar-se-ão a estas e, possivelmente, aparecerá algum
indício interessante no final. Preste-se atenção nos locais de ocorrência.

Veja também: http://ufos-wilson.blogspot.com.br/2016/07/casos-ovnis-ocorridos-em-piracicaba-sp.html

FONTE: http://www.geocities.ws/edsonzb/casos2.htm#Capuava

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