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Bobina de Tesla gera campo de força e raio trator


Os nanotubos - que individualmente só podem ser vistos por microscópios eletrônicos - são montados em cabos apenas controlando o campo elétrico gerado pela bobina de Tesla modificada. [Imagem: Jeff Fitlow/Rice University]

Teslaforese

Pesquisadores da Universidade de Rice, nos EUA, modificaram uma bobina de Tesla para criar um aparelho capaz de tecer nanofios à distância.

O processo, que Lindsey Bornhoeft e seus colegas batizaram de Teslaforese, pode ser usado para montar materiais desde a escala nano até a escala macro.

De fato, a demonstração feita Bornhoeft é a realização de um sonho que vem sendo acalentado desde o descobrimento dos nanotubos: a transformação desses nanomateriais ultrafortes em fios e cabos de grandes dimensões, que possam ser usados em aplicações práticas, inclusive em estruturas futuristas, como um elevador espacial.

Campo de força e raio trator

O sistema funciona fazendo com que cargas positivas e negativas oscilantes atinjam remotamente cada nanotubo, levando-os a se juntarem em cadeia para formar fios longos que atingem a escala macroscópica.

A bobina de Tesla modificada também é capaz de gerar uma espécie de raio trator, fazendo com que os nanotubos ou outras nanopartículas sejam puxadas para a bobina a longas distâncias.

Segundo o professor Paul Cherukuri, coordenador da equipe, esse efeito de campo de força sobre a matéria nunca tinha sido observado antes em uma escala tão grande, e o fenômeno era desconhecido até mesmo de Nikola Tesla, que inventou a bobina em 1891 com a intenção de transmitir energia elétrica sem fios.

"Campos elétricos têm sido usados para mover pequenos objetos, mas apenas em distâncias ultracurtas," disse Cherukuri. "Com a teslaforese, temos a capacidade para ampliar maciçamente os campos de força para mover a matéria remotamente."


A equipe está aprimorando o aparelho para mover as nanopartículas de forma seletiva. [Imagem: Jeff Fitlow/Rice University]

"Primeiro ato de uma história incrível"

Em um dos experimentos, os nanotubos se congregaram em cabos, formando um circuito que conecta dois LEDs e então absorve energia do campo elétrico da própria bobina de Tesla para fazê-los se acender.

Além disso, a bobina de Tesla modificada cria um campo de força poderoso a distâncias muito maiores do que se imaginava. A equipe observou o alinhamento e o movimento dos nanotubos a mais de 30 centímetros de distância da bobina. "É uma coisa impressionante acompanhar esses nanotubos ganhando vida e se costurando em fios do outro lado da sala," exagera Cherukuri.

"Há muitas aplicações onde se pode utilizar campos de força fortes para controlar o comportamento da matéria, tanto em sistemas biológicos quanto artificiais," acrescentou o pesquisador. "E ainda mais emocionante é quanta física e química fundamentais estamos descobrindo à medida que avançamos. Este realmente é apenas o primeiro ato de uma história incrível."

FONTE: SITE INOVAÇÃO TECNOLOGICA

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