Pular para o conteúdo principal

Por que usar trajes pressurizáveis no espaço?



Por Astronauta Marcos Pontes

Algumas pessoas me perguntaram por que temos que usar trajes pressurizáveis em voos espaciais, enquanto só utilizamos máscaras de oxigênio em aviões de caça.
Vamos lá... um pouquinho de física e atmosfera.
Na superfície da Terra, em condições normais de pressão, a água entra em ebulição a 100º C.
A medida que subimos na atmosfera, o ar vai ficando mais rarefeito. A pressão cai (assim como a parcial de oxigênio) e a temperatura de ebulição da água também cai.
Até 15 mil pés de altitude, nosso corpo consegue compensar a falta de oxigênio. Acima de 15 mil pés, precisamos de máscara para prover oxigênio. As aeronaves de caça, na maioria, operam até 50 mil pés de altitude (só para comparação, as aeronaves comerciais cruzam geralmente entre 30 e 40 mil pés para grandes distâncias).
Até esses níveis, a máscara é suficiente.
Ocorre que, a 62 mil pés (aproximadamente), a pressão atmosférica é tal que a água entra em ebulição a 37º C (temperatura do corpo humano). Agora, lembre-se que nosso corpo é grande parte composto de "água"!
Isso significa que, se nosso corpo fica exposto a uma pressão igual ou inferior a essa (acima de 62 mil pés), nossos "líquidos" internos começariam a entrar em ebulição, o que certamente "não é saudável"! rsrsrs
Portanto, em voos espaciais, que vão muito acima de 62 mil pés (linha de Armstrong - batizada em homenagem ao médico que primeiro apontou esse problema , Dr. Harry George Armstrong), precisamos, além de oxigênio para respirar, usar roupas pressurizáveis. Elas nos manterão vivos no caso da pressurização da espaçonave falhar!

FONTE: Astronauta Marcos Pontes
www.marcospontes.com.br

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mémorias da Ufologia: Caso SANTA ISABEL

FOTOS DO LAUDO Na localidade de Santa Izabel(SP) em junho de 1999, a Sra. Alzira Maria de Jesus foi encontrada morta na sua cama, e por volta das 8 hs da manhã sua nora percebe o fato e sai imediatamente para ir ao orelhão e ligar para o seu marido e espera à ajuda e , ao chegar de volta em casa quase 40 min.depois a nora vê o corpo da sra. com o rosto totalmente desfigurado e praticamente sem carne; foi feito o boletim de ocorrência na delegacia da cidade sob n°145/99 em 24 de Junho. Posteriormente confirmou-se que à causa da morte foi a parada respiratória, mas o que aconteceu realmente como rosto desta sra. num espaço menor de uma hora?O laudo é cita sobre as configurações do mesmo, inclusive nas cavidades oculares, mas o que teria causado à perda do rosto ficou indeterminada. Mais estranho ainda é que na noite anterior aos fatos foram vistas bolas de luz voando nessa região rural e no início da madrugada os animais,como cachorros,gansos,e outros começaram à fazer um intenso bar...

O caso Roswell nordestino: Queda de UFO na Bahia, em Janeiro de 1995

Por Ufo Bahia: Nessa data, as 09:00 horas, uma in­formante do G-PAZ, "M" da TV BAHIA me ligou contando uma mirabolante his­tória de queda de um UFO em Feira deSantana(BA) a 112 Km de Salvador. Umfazendeiro de apelido Beto, tinha ligadopara TV SUBAÉ daquela cidade oferecen­do – em troca de dinheiro – um furo dereportagem; um disco voador tinha caído na sua fazenda e ele tinha provas e ima­gens do fato! Apenas depois do meio dia, conse­gui – por fim – falar com Beto, que apóssua proposta de negócio, ante minha (apa­rente) frieza, me contou com bastante de­talhes o acontecido. Soube que tambémtentara vender suas provas a TV BAHIA,onde procurou o repórter José Raimundo: "Ontem pela madrugada caiu algu­ma coisa na minha fazenda, dentro de umalagoa. Era do tamanho de um fusca; aqui­lo ficou boiando parcialmente submerso,perto da beirada. Tentei puxar como pude,trazendo para perto de mim, com uma vara.Aquilo parecia um parto... (quando seabriu uma porta) começou primeiro a s...

Arquivo Ovni: Dona Milu - Operadora de rádio conta suas experiências com extraterrestres em Feira de Santana (BA)

Matéria publicada no Jornal A Tarde Municípios- Salvador-Ba em 06/03/98 Feira de Santana (Zanir Porto, da Sucursal) - Há 49 anos trabalhando como operadora de transmissor da Rádio Sociedade de Feira, primeira emissora de rádio do estado fora da capital (que no dia 7 de setembro completará 50 anos de fundada), dona “Milu” (Maria Amélia Souza Gomes) acompanhou de perto todas as etapas de desenvolvimento da rádio, guardando boas lembranças de diretores e radialistas com os quais teve a oportunidade de conviver. Mais do que isso, os seus quatro filhos e dois dos seus netos nasceram próximo aos transmissores da Rádio Sociedade, no bairro Santa Mônica II,onde ela diz ter visto naves alienígenas e até conversado com um extraterrestre. Aos 73 anos,mostrando invejável disposição para o trabalho - só se queixa de dores vocacionais na coluna-, dona Milu é um símbolo do rádio em Feira de Santana. Natural de Ipirá, ele chegou a Feira em 1948, quando a Rádio Sociedade era inaugurada pelo com...