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Como os mapas dos gregos, romanos e babilônios mudaram o mundo


Pioneiros, como Marco Polo e John Mandeville, e viajantes mais recentes, como Cristóvão Colombo, já traçavam seus passos para registrá-los

Século após século a humanidade tenta compreender o mundo: quantos continentes existem? A Terra é plana ou curvilínea? Existe algo além do horizonte? Conforme suas descobertas, as sociedades ao redor do mundo passaram a registrá-las, o que resultou em milhares de mapas diferentes.

Os exploradores foram algumas das figuras mais importantes para a cartografia. Pioneiros, como Marco Polo e John Mandeville, e viajantes mais recentes, como Cristóvão Colombo e Walter Raleigh, já traçavam seus passos para registrá-los. Mas a ideia também era especular sobre como seria o resto do globo. Entenda como alguns povos da antiguidade viam o mundo:


MAPA BABILÔNICO EM ARGILA (FOTO: REPRODUÇÃO)

No Ocidente é possível encontrar registros de Anaximandro (século 6 A.C.), que, segundo Aristóteles, foi o primeiro filósofo grego. O mapa não chegou até os dias de hoje, mas graças a Heródoto e seus escritos é possível saber que o grego desenhou um mapa circular e plano, como se fosse um tambor. O mapa de Anaximandro continha apenas a Europa, a Ásia e a parte conhecida do Norte da África.


MAPA DO TIPO "T E O" (FOTO: REPRODUÇÃO)

Já no século 2 a.C. surgiu Erastóstenes de Cirene, considerado o Pai da Geografia, o primeiro a calcular a circunferência da Terra. O mapa do estudioso apresenta uma grande porção de massa terrestre semelhante a uma garra de lagosta.

Ainda na época de Anaximandro, os babilônios criaram um mapa de argila plano e circular, um objeto que pode ter influenciado os europeus na Era dos Descobrimentos. Esse mapa manteve o padrão “T e O”, que representa inscrição orbis terrarium. Nele o “T” é o Mediterrâneo e o “O” é o oceano, Jerusalém está no centro e a Europa, Ásia e África estão ao seu redor. Esse formato marcou fortemente as primeiras concepções medievais do mundo.



Os escritos do filósofo grego Ptlomeu (século 2 d.C.) só ficaram conhecidos no Ocidente 100 anos após sua tradução para o latim, em 1407. Enquanto isso, o pensador já influenciara tanto o Oriente que seus impactos já começavam a diminuir. (Um exemplo é o mapa abaixo de Ibne Haucal, estudioso muçulmano do século 10 d.C.)

Depois disso, os mapas foram se tornando cada vez mais semelhantes aos atuais, como podemos observar em alguns documentos dos séculos 11 e 12 da Grã-bretanha, Turquia e Sicília e do século 16, da Coréia.


RECONSTRUÇÃO DO SÉCULO XV D.C. BASEADA NA OBRA DO GREGO PTOLOMEU (FOTO: WIKIMEDIA COMMONS)

Na maior parte da história, os mapas criados foram total ou parcialmente especulados ou imaginados: “Todas as culturas sempre acreditaram que o mapa que tem como certo é real, verdadeiro, objetivo e transparente”, contou o professor Jerry Brotton da Universidade Queen Mary de Londres para o site The Atlantic.

FONTE: REVISTA GALILEU

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