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Óvnis, alienígenas, espíritos e aparições. Um pouquinho do que aconteceu no VI Encontro de Ufologia do Ceará



Por Jáder Santana/revistanonata

Há mais ou menos um ano Mônica Pinheiro vivenciou um encontro de terceiro grau com uma criatura extraterrestre. O alienígena apareceu na sala de sua casa e desapareceu antes que ela pudesse chamar o filho para assistir ao estranho fenômeno. Num piscar de olhos.

Tempos depois, por volta do meio-dia, uma sombra repentina barrou toda a luz do sol que entrava pelas janelas de seu apartamento, como um eclipse inesperado. Sentiu uma presença estranha, uma energia que nunca havia sentido, tão intensa que fez queimar a fonte do computador. Ela tem certeza de que havia uma nave mãe acima do seu edifício. Dessa vez, ela não foi a única testemunha.

Mônica se dedica a estudar fenômenos ufológicos desde os 18 anos e há algum tempo, ao lado do pesquisador e mentor Agobar Peixoto, um ex-professor aposentado da Universidade Federal do Ceará, realiza encontros e palestras para apresentar evidências e compartilhar o conhecimento adquirido nesses anos de investigação.

Na tarde do último encontro, realizado há alguns dias no Teatro Antonieta Noronha, enquanto fumava um cigarro e me contava o que acabei de relatar, tentava domar os cabelos recém-modificados: “pintei o cabelo hoje, por isso tá uma arapuca!”.



Não estamos sozinhos

O teatro estava lotado deles. Deles, os humanos. Gente que avistou objetos estranhos cruzando o céu, gente que tem o poder de se comunicar com o incomunicável, gente que conhece alguém que conhece alguém que já foi abduzido. Estudantes. Curiosos. Donos de podcasts. De canais no Youtube sobre o assunto. De revistas virtuais colaborativas...

E estava lotado deles, os seres de outros planetas. Enquanto fotografava a plateia, nos primeiros minutos do evento, Mônica teve uma surpresa. Levantou os olhos da câmera e caminhou até o assento vazio ao meu lado com uma expressão de “você precisa ver isso”. No visor da câmera, uma imagem desfocada do teatro, o público atento aos argumentos do professor Agobar, e uma mancha azulada que pairava acima de nossas cabeças. “É uma sonda. Eles sabem que nós estamos falando sobre eles”.



Ceará, terra do além

Mônica e Agobar concentram suas pesquisas na região monolítica de Irauçuba, município distante 150 km de Fortaleza onde, segundo eles, é registrado um altíssimo nível de aparições. Numa de suas últimas visitas, prepararam um vídeo com declarações de moradores que acreditam ter tido algum contato com criaturas de outros mundos. Como um documentário amador, registram aparições no céu noturno e depoimentos de pânico de pessoas que viram, ouviram ou sentiram uma estranha presença na atmosfera da região.

Há quem tenha morrido queimado sob uma luz forte vinda do céu. Há quem tenha se escondido numa casa abandonada para escapar dessa mesma luz. Muitos que narram a frequente aparição de objetos voadores que se movimentam de modo suspeito e outros que garantem que as galinhas ficam inquietas sempre que isso acontece. Uma das entrevistadas jura que os arranhões em seu braço foram resultado de uma queda de moto, mas Agobar tem certeza de que apareceram pela ação dos seres que estuda.



Espírito Disneylândia

O Encontro de Ufologia também abre espaço para a discussão sobre fenômenos espirituais que não encontram explicações lógicas na ciência. Agobar projeta no telão impressionantes vídeos de mediunidade e manifestações imateriais enquanto o público cochicha entre si, discutindo a indiscutível veracidade daquelas imagens.

Um médium luta para tirar uma agulha cravada nas costas de uma mulher, enfrentando uma força que parece puxá-la para dentro. “O médium tenta tirar e o espírito tenta botar”, explica Agobar, “Mas o bem sempre vence”. Noutro vídeo, alguém chora partículas de vidro e as exibe diante da câmera. “Existem casos dessa manifestação no Ceará”. Ainda há espíritos que aparecem vestidos como noivas no fundo de fotografias de casamento e um que cruza a entrada dos parques Disney quando o portão de acesso já está fechado.

Mônica também tem uma história com esse tipo de aparições: “eu fotografo espíritos também”, diz ela para em seguida completar ao pé do meu ouvido, “não que eu queira, é aleatório”. E parece conviver bem com tudo isso – não se cansa de sorrir – como se aceitasse que os dois mundos se misturam e que é possível intermediar contatos entre seus habitantes. “Na minha casa mora um ET. Faz tempo que ele está lá. De vez em quando dá até interferência nos equipamentos”. Admiro sua tranquilidade. Eu, no seu lugar, estaria com o jornal na mão procurando um novo apartamento.

FONTE: http://www.revistanonata.com/

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