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Desenhos pré-históricos 'ignorados' podem revelar o 'mais antigo' código de escrita

À primeira vista, os rabiscos parecem traços sem importância, como estes das cavernas espanholas conhecidas como Las Chimeneas, que são Patrimônio da Humanidade (Foto: BBC/D. von Petzinger) Pesquisadora encontrou em cavernas europeias 32 símbolos que se repetem e que, na sua visão, podem ter constituído código de comunicação entre os homens. À primeira vista, os rabiscos parecem traços sem importância, como estes das cavernas espanholas conhecidas como Las Chimeneas, que são Patrimônio da Humanidade São 32 traços que se repetem em diferentes cavernas de toda a Europa. Registros simples: apenas linhas em zigue-zague, pontos, triângulos inacabados, cruzes retorcidas ou algo que lembra figuras geométricas. Nenhum deles é criação de alguém apressado ou de um mau desenhista: os cientistas acreditam que esse conjunto forma o código de escrita mais antigo de que se tem registro. Entender os traços está tirando o sono de Genevieve von Petzinger, paleoantropóloga da Universidade de Vict...

Nova forma de vida indica como poderão ser os ETs

Representação de uma forma de vida baseada em silício e não no carbono. Estes dois elementos são muito similares quimicamente, mas a vida não está feita do primeiro, mas sim do segundo. Cientistas descobrem que a vida pode ser baseada em silício. Se você quer imaginar um alienígena real, esqueça o ET e pense na Horta, de Star Trek Uma nova descoberta da CalTech, o Instituto de Tecnologia da Califórnia, pode mudar tudo o que sabemos sobre como a vida se forma – e do que são feitos os extraterrestres. Quando buscamos evidências de vida extraterrestre, geralmente temos dois objetivos: 1) encontrar água e 2) encontrar matéria orgânica. Se você se lembra das aulas de química, sabe que moléculas orgânicas são aquelas que têm como base o carbono, que se liga aos demais elementos para formar tudo aquilo que chamamos de vida – pelo menos no planeta Terra. O silício seria um ótimo candidato a parceiro do carbono para abrigar a vida: também é capaz de fazer 4 ligações atômicas e formar lo...

Plutão - O Destino Final

A espaçonave da NASA, New Horizons, acelera pelo do sistema solar. Seu destino é um lugar onde nenhuma outra nave espacial já foi: o último reino desconhecido do nosso sistema, chamado de The Third Zone. Ela vai interceptar o nono planeta, Plutão. Ninguém sabe ainda como ele é, mas parece que vai revolucionar a ciência planetária para sempre. Porque ele poderia responder perguntas sobre como nosso sistema solar evoluiu e, por fim, como a Terra foi formada. FONTE: Canal Youtube Total Play - Documentários HD

Marte: Terceiro episódio

Episódios anteriores: Episódio prelúdio de Marte: Os dois primeiros episódios dublados: Terceiro episódio: FONTE: Canal Youtube Mundo Documentário

Fogo no espaço

POR SALVADOR NOGUEIRA Nasa cria incêndios no espaço para ensinar astronautas a lidarem com os perigos do fogo. É FOGO Um dos maiores — e menos comentado — perigos das missões espaciais é o risco de fogo a bordo da nave. Para aprender a lidar com isso, a Nasa está realizando uma série de incêndios intencionais em órbita terrestre. O último foi na semana passada. IA PARA O LIXO A agência espacial americana está se aproveitando das naves cargueiras Cygnus, que abastecem regularmente a Estação Espacial Internacional. São veículos descartáveis — depois que desatracam do complexo orbital, queimam na atmosfera terrestre. Mas, nos últimos voos, antes de serem derrubados, eles servem de palco para os maiores incêndios espaciais já vistos. PROBLEMA ANTIGO O caso mais grave de fogo no espaço aconteceu a bordo da antiga estação espacial russa Mir, em 1997. O incêndio foi causado por uma falha num dispositivo gerador de oxigênio e, apesar de ter sido contido, causou enormes transtornos...

Céu da Semana - 28/11 a 05/12/2016

FONTE: UNIVESP TV

Implante permite que mulher com paralisia soletre mensagens usando cliques cerebrais

Pesquisadores na Holanda conseguiram testar com sucesso um implante cerebral que permite que um paciente com estado avançado de ELA (esclerose lateral amiotrófica) soletre mensagens com um ritmo de 2 letras por minuto. Para quem não conhece, a ELA é uma doença neurológica na qual a função de neurônios motores começa a parar de funcionar lentamente e que não tem cura. O novo sistema foi testado em Hanneke De Brujine, um mulher de 58 anos com estágio avançado de ELA. Impossibilitada de mover qualquer parte do corpo, com exceção dos olhos, de Brujine usou uma interface sem fio que liga o cérebro ao computador para identificar letras. No processo, ela deve imaginar que está usando sua mão direita. A paciente, então, agora pode utilizar o sistema em casa para se comunicar com a família e cuidadores. Antes do implante cerebral, De Brujine usou um sistema de acompanhamento ocular para tentar se comunicar. No entanto, ele precisava ser recalibrado a toda hora que os níveis de luz do local...