Obras no Sirius, que deve ser inaugurado em junho de 2018 (Foto: Divulgação/CNPEM) A última reportagem da série sobre o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron mostra por qual motivo o Sirius, o novo acelerador de partículas do Brasil, é aguardado com ansiedade por cientistas de todo o mundo. O orçamento para o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações neste ano teve um corte de 40%, afetando os principais projetos científicos brasileiros. A verba para as obras do Sirius, o novo acelerador de partículas do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron construído em Campinas e que pode revolucionar a pesquisa brasileira e internacional (orçado em R$ 1,5 bilhão), entretanto, foi mantida. Nele, uma pesquisa que atualmente é feita em 10 horas nos equipamentos mais avançados do mundo poderá ser concluída em 10 segundos. O Sirius foi preservado porque já estava em fase adiantada de execução e, segundo o ministro de Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, pela seriedade do Cen...
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