PLANETÁRIO DO IBIRAPUERA (FOTO: DIVULGAÇÃO) O último a sair apaga a cúpula: financiamento limitado impede que planetários consigam realizar melhorias e atrair entusiastas em observar o espaço Gerson Francisco tinha apenas 14 anos quando ganhou seu primeiro telescópio. Pouco tempo antes, durante um passeio pelo Parque Ibirapuera, na capital paulista, ele fez uma visita ao planetário que fica ali dentro, chamado Professor Aristóteles Orsini. Apaixonou-se perdidamente pela astronomia. “Quando entrei, fiquei louco”, conta Francisco, formado em Física e Matemática. “Não tem nada mais inspirador para um jovem.” Aos 68 anos, o professor aposentado deseja trazer mais estrelas à cidade de São Paulo: está à frente do terceiro planetário paulistano, em construção na Rua Pamplona, perto da Avenida Paulista. Além das projeções astronômicas, o complexo conta com uma praça, um prédio comercial e um centro de pesquisas. No local há também um charmoso casarão antigo, patrimônio histórico do muni...
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