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Vídeo da NASA mostra versão inédita do HoloLens, headset da Microsoft

Por Patrícia Gnipper O que parece ser um protótipo de uma nova versão do HoloLens, headset de realidade aumentada da Microsoft, apareceu em um vídeo da NASA nesta semana. O vídeo, feito pelo Laboratório de Propulsão a Jato, mostra uma visita a Marte por meio da tecnologia, fazendo parte do projeto OnSight da agência espacial. Com a tecnologia, cientistas da NASA podem recriar o ambiente marciano usando imagens reais registradas pelo rover Curiosity, além das sondas orbitais que estão por lá fazendo registros do alto. Dessa maneira, a equipe consegue observar rochas e características do solo do Planeta Vermelho quase como se estivessem ali, ao vivo, o que impulsiona as descobertas científicas sobre o nosso vizinho no Sistema Solar. Ainda, como é tudo virtual, cientistas que estão em outros lugares do mundo podem participar da experiência. O software em questão foi desenvolvido pela NASA para o HoloLens, e o headset que aparece nas imagens é justamente um modelo inédito, recent...

Conheça nossos novos vizinhos

Imagem do Hubble revela a Caixinha de Joias (NGC 4755), um dos aglomerados abertos mais famosos. O novo trabalho descobriu 41 aglomerados como esse até então desconhecidos. (Crédito: ESA/Nasa/STScI) Salvador Nogueira Um grupo internacional de pesquisadores com participação brasileira descobriu nada menos que 41 novos aglomerados estelares na vizinhança do Sistema Solar. Vizinhança naquelas, claro — estamos falando de um raio de 6.000 anos-luz. Mas, no contexto do tamanho da Via Láctea, com seus cerca de 100 mil anos-luz de diâmetro, é, como diria Fernando Vannucci, logo ali. O achado, obtido pela colaboração Coin (acrônimo em inglês para Iniciativa Cosmoestatística), foi possível graças a dados colhidos pelo satélite europeu Gaia, e é ainda mais importante pelo fato de que, até recentemente, a comunidade astronômica dava esse censo local por essencialmente encerrado. O novo achado muda completamente esse entendimento e representa um aumento de mais de 20% no número de aglomerado...

Sonda Dawn: tudo o que você precisa saber sobre a nave da NASA

CONCEPÇÃO ARTÍSTICA DA SONDA DAWN (FOTO: NASA) Depois de 11 anos explorando o Cinturão de Asteroides entre Marte e Júpiter, a sonda está prestes a ficar sem combustível Depois da provável morte da Opportunity, que explora Marte e não envia notícias à Terra há meses, chegou a hora de dar adeus a Dawn, sonda que está há 11 anos enviando informações diretamente do Cinturão de Asteroides. Segundo o time que acompanha a missão, ela deverá ficar sem seu principal combustível, a hidrazina, em algum momento no fim de 2018. Quando isso acontecer, perderá sua capacidade de se comunicar com a Terra e permanecerá orbitando Ceres, um planeta anão, por décadas. Relembre a vida e trajetória da sonda: Ela viajou por muito tempo A sonda partiu do Cabo Canaveral, na Flórida, em setembro de 2007, para estudar dois dos três protoplanetas (matéria cósmica que pode se transformar em um planeta) conhecidos no Cinturão de Asteroides localizado entre Marte e Júpiter, Vesta e Ceres. CRATERAS DE V...

Bem preservada, tumba com mais de 900 anos é descoberta na China

MINIATURA DE CASA FOI ENCONTRADA NA TUMBA (FOTO: LIVE SCIENCE / CHINESE CULTURAL RELICS) Os arqueólogos encontraram também um esqueleto que foi apelidado de "Grande Dama" Arqueólogos encontraram na vila de Tieguai, na China, uma tumba bastante preservada. Nela foram descobertos dois caixões, um maior e outro menorque continha em seu interior – além de muita água – os restos mortais de uma mulher apelidada de “Grand Lady” (ou “Grande Dama”, em português). De acordo com o que a equipe que encontrou a raridade declarou à revista Chinese Cultural Relics , o esqueleto achado está bastante conservado, tendo, inclusive, unhas e fios de cabelos prateados e dourados. “Havia pulseiras de prata em seu braço e 83 moedas de bronze em seu abdômen ", escreveram os arqueólogos, acrescentando que debaixo da mão direita da mulher também estavam dois ”zongzi” (bolinhos de arroz tipicamente chineses), além de sapatos bordados nos pés. Ainda, junto ao corpo, os especialista encont...

Palestras de Astronomia

Super-terras e habitabilidade Sylvio Ferraz Mello (IAG - USP) 04/10/2018 A zona habitável de uma estrela é a região do espaço, nem tão próxima da estrela que impeça a existência de água na sua superfície, e nem tão distante dela que permita que o CO2 se condense na atmosfera formando nuvens altamente refletoras. É uma definição climatológica, sem outras implicações. Super-terras na zona habitável são alvos de primeira importância entre os planetas descobertos ao redor de outras estrelas da nossa vizinhança pela possibilidade de que possam satisfazer os requisitos necessários para a existência de vida. Diversos sistemas são hoje conhecidos com super-terras na zona habitável: Trappist 1, Kepler 22, Kepler 186, Kepler 452, Proxima Centauri, etc. Porem, não se sabe se as demais condições para a existência de vida ocorrem nesses sistemas. Por outro lado, não é possível excluir outras situações fora da zona habitável propícias à vida. Por exemplo, no nosso Sistema Solar, condições p...

Outro telescópio da NASA passa por problemas técnicos no espaço

OBSERVATÓRIO RAIO-X CHANDRA PAROU DE FUNCIONAR NA MESMA SEMANA QUE O HUBBLE (FOTO: NASA) O Observatório de raio-x Chandra começou a funcionar em modo de segurança após Hubble ter passado pelo mesmo problema Mais um telescópio da NASA começou a funcionar em modo de segurança: na sexta-feira (12), a agência espacial norte-americana anunciou que dois dias antes o Observatório raio-X Chandra havia passado por problemas técnicos, o forçando a entrar em modo de segurança. O episódio ocorreu menos de uma semana após o Telescópio Espacial Hubble ter ficado offline por conta de falhas em seu giroscópio, dispositivo que mantém sua direção no espaço. Segundo a NASA, o fatos de os dois aparelhos terem parado de funcionar no mesmo período é "pura coincidência". "O Chandra decidiu que se o Hubble pode ter férias, ele também pode ter as dele", escreveu o astrônomo Jonathan McDowell do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, que trabalha com o Chandra, em sua conta do T...

Conheça a missão espacial europeia BepiColombo

Impressão de artista da nave BepiColombo pouco depois do lançamento, à medida que a "tampa" do Ariane 5 cai. A sonda está na sua configuração de lançamento, o MTM (Mercury Transfer Module) em baixo, o MPO (Mercury Planetary Orbiter) no meio, e a MMO (Mercury Magnetospheric Orbiter) dentro do escudo de calor no topo. Neste estágio, os painéis solares estão fechados. Crédito: ESA/ATG medialab Mercúrio é o planeta mais próximo do Sol (aproxima-se a pouco mais de 46 milhões de quilômetros durante o periélio) e é também o mais pequeno do Sistema Solar, e estas circunstâncias fazem com que o seu estudo com sondas espaciais seja mais complicado do que o habitual neste tipo de missões. A ESA, em conjunto com a agência espacial japonesa (JAXA), lançará o seu primeiro satélite para o planeta em 20 de outubro de 2018, a bordo de um foguete Ariane 5, a partir de Kourou, e fá-lo-á com o objetivo de descobrir muitos dos segredos que Mercúrio ainda guarda zelosamente. BepiColombo, que...