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Explosão de OVNI em Ubatuba (1957) - Análise Qualitativa dos Fragmentos

A equipe da BURN - Brazilian UFO Research Network, recebeu do filho de um militar os fragmentos que poderiam ser provenientes do OVNI que explodiu na praia das Toninhas, em Ubatuba, no ano de 1957. Veja no vídeo abaixo os resultados da análise qualitativa dos fragmentos e no link a seguir, relembre o caso http://ufos-wilson.blogspot.com.br/2014/05/arquivo-ovni-caso-ubatuba.html FONTE: BURN - Brazilian UFO Research Network

Céu da Semana 19/12 a 25/12/2016

Todas as semanas, Gustavo Rojas, do Laboratório Aberto de Interatividade (LAbI) da UFSCar, apresenta dicas de como olhar para o céu, quais constelações estão em destaque, fases da lua e os principais fenômenos astronômicos. No episódio dessa semana uma retrospectiva para lembrarmos das principais descobertas e acontecimentos que foram notícias esse ano. FONTE: UNIVESP TV

ALMA encontra evidências convincentes de dois planetas recém-nascidos em redor de jovem estrela

Imagem ALMA do disco protoplanetário que rodeia a jovem estrela HD 163296. Novas observações sugerem que os dois planetas, cada com mais ou menos o tamanho de Saturno, estão em órbita da estrela. Estes planetas, que ainda não se formaram completamente, revelaram-se pela dupla impressão que deixam nas porções de gás e poeira no disco protoplanetário da estrela. Crédito: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO); A. Isella; B. Saxton (NRAO/AUI/NSF) Os astrônomos sabem agora que a nossa Galáxia está repleta de planetas, desde mundos rochosos do tamanho da Terra até gigantes gasosos maiores que Júpiter. Quase todos esses exoplanetas foram descobertos em órbita de estrelas maduras com um sistema planetário completamente evoluído. Novas observações com o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array) contêm evidências convincentes de que dois planetas recém-nascidos, cada um do tamanho de Saturno, estão em órbita de uma jovem estrela de nome HD 163296. Estes planetas, que ainda não estão completamente...

Grupo lança balão estratosférico para testar componentes da missão lunar brasileira

POR SALVADOR NOGUEIRA A primeira missão brasileira à Lua ainda está distante, mas o grupo de pesquisadores envolvidos no projeto está prestes a dar mais um passo importante rumo à sua realização. Na próxima segunda-feira (19), eles lançarão um balão estratosférico que testará na alta atmosfera experimentos e componentes que mais tarde serão incorporados ao satélite lunar Garatéa-L. A sonda acoplada ao balão foi batizada de Garatéa II – assim chamado por ser o segundo voo da série a levar experimentos a um a altitude de até 30 km. A essa distância do chão, a pressão atmosférica é um centésimo da encontrada ao nível do mar e a camada de ozônio já ficou para trás, permitindo a alta incidência de raios ultravioleta do Sol. “É um ambiente muito parecido com o encontrado na superfície de Marte”, diz Fabio Rodrigues, co-coordenador da equipe científica do experimento embarcado e pesquisador do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP). O experimento embarcado deve expo...

Crateras polares de Ceres estão cheias d’água

POR SALVADOR NOGUEIRA Bem, não chegaria a ser chocante que um astro batizado em homenagem à deusa da agricultura e da fertilidade esteja cheio d’água em sua superfície — exceto pelo fato de que o astro em questão, o planeta anão Ceres, reside no meio do cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter e não tem uma atmosfera apreciável. Dois estudos independentes, baseados nos resultados da sonda Dawn e recém-publicados, indicam que este é mesmo o caso — há grandes quantidades de gelo de água por lá, já nas camadas mais superficiais do solo. A julgar pela baixa densidade do pequeno objeto, que tem apenas 900 km de diâmetro, já se esperava que um espesso manto em seu interior fosse feito de gelo de água. Mas os resultados obtidos pelo detector de nêutrons e raios gama da Dawn mostram que há expressiva quantidade de água já no primeiro metro de profundidade — provavelmente misturado a silicatos numa proporção média de 10% de gelo para 90% de rocha. A concentração do hidrogênio é maio...

"Ensopado" de ingredientes em rochas marcianas é um bom indicador de habitabilidade

O primeiro plano desta cena captada pela Mastcam do rover Curiosity mostra rochas de tom roxo perto da posição do rover no final de 2016. A distância média inclui destino futuros do rover. As variações na cor das rochas realçam a diversidade de composição na parte inferior do Monte Sharp. Crédito: NASA/JPL-Caltech/MSSS O rover Curiosity da NASA está a escalar uma montanha marciana em camadas e a encontrar evidências de como os lagos antigos e ambientes subterrâneos húmidos mudaram, há milhares de milhões de anos atrás, criando ambientes químicos mais diversos que afetaram a sua capacidade para albergar vida microbiana. A hematita, minerais argilosos e o boro estão entre os ingredientes mais abundantes em camadas monte acima, em comparação com camadas mais velhas e mais baixas examinadas anteriormente na missão. Os cientistas estão a discutir o que estas e outras variações dizem sobre as condições sob as quais os sedimentos foram inicialmente depositados, e sobre como a água subte...

Últimas palavras da Rosetta: ciência que desce até um cometa

As "pegadas" das imagens obtidas pela câmara OSIRIS da Rosetta durante a descida até à superfície do cometa. Um dos focos primários foi o poço de nome Deir el-Medina, indicado pelo número de "pegadas" azuis. O rasto de quadrados vermelhos e alaranjados refletem a mudança na orientação da câmara até ao ponto de impacto, subsequentemente apelidado de Sais. A imagem final foi captada a 20 metros da superfície, e o ponto de pouso ficou-se a apenas 33 metros do centro da elipse de aterragem prevista. Crédito: ESA/Rosetta/MPS para Equipa OSIRIS MPS/UPD/LAM/IAA/SSO/INTA/UPM/DASP/IDA A sonda Rosetta da ESA completou a sua incrível missão no dia 30 de setembro, recolhendo imagens e dados sem precedentes até ao momento do contacto com a superfície do cometa. O sinal da Rosetta desapareceu dos ecrãs no controle da missão da ESA às 11:19:37 GMT, confirmando que a nave havia chegado à superfície do Cometa 67P/Churyumov–Gerasimenko, desligando-se cerca de 40 minutos antes e...