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Caso Chico Xavier - Aliens de 3 metros e corpo esquelético

Chico Xavier e Geraldo Lemos Neto, Uberaba, 1988. Por Pedro de Campos Dentre as pessoas que temos a honra de conhecer está Geraldo Lemos Neto. Desde o lançamento de Lentulus, encarnações de Emmanuel – Inquirição histórica, tivemos a satisfação de ver o nosso livro no prestigioso site da editora Vinha de Luz. Depois, por ocasião dos nossos trabalhos sobre a Epístola Lentuli - Parte 1, Parte 2 e Parte 3 - publicados na Espiritismo & Ciência a partir de junho de 2011 (números 87, 89 e 91), Geraldo repercutiu na internet as pesquisas históricas para todos os interessados. Geraldinho, como era chamado carinhosamente pelo nosso saudoso Francisco Cândido Xavier, após a desencarnação do conhecido médium fundou em Pedro Leopoldo, estado de Minas Gerais, um museu com as coisas do Chico. A Casa de Chico Xavier é hoje uma referência turística obrigatória para quem vai àquela região de Minas Gerais. Geraldinho se lembrou de uma frase dos tempos de Cristo: “Se vos falo das coisas terres...

Arquivo Extraterrestre: Australiano afirmou ter feito sexo com ETs e recolhido material para teste de DNA

Peter Khoury teria sido forçado a manter relações sexuais com uma “mulher agressiva, loura e sem pelos pelo corpo”. Khoury disse que deixou sua esposa no trabalho e, ao voltar para casa, foi surpreendido por duas mulheres inteiramente nuas. “Elas pareciam humanas em todos os aspectos. Uma delas tinha aparência asiática com olhos escuros, cabelo preto e liso caído na altura dos ombros. A outra parecia escandinava, com olhos claros e cabelo loiro e comprido, que ia até o meio das costas”. Khoury desconfiou que as mulheres não seriam humanas porque suas formas eram “esculpidas demais”. … a loira o pegou pela nuca, puxando-o contra os seios dela. Ele ainda tentou resistir, mas a suposta extraterrestre insistiu, exigindo uma reação do australiano. “Ela era muito forte. Me puxou com determinação e a minha boca foi parar em cima do mamilo dela. Então eu mordi “. Khoury disse que apesar de ter arrancado um pedaço do mamilo da loura, ela não gritou. Neste momento a extraterrestre loira se v...

Equipe da Rosetta avista brilho que poderá ser módulo desaparecido

Ao ampliar a zona da elipse atual do CONSERT, podemos ver várias manchas brilhantes. Como só uma (no máximo) destas pode ser o Philae, a maioria deve estar associada com características superficiais do núcleo do cometa. Crédito: ESA/Rosetta/MPS para Equipa OSIRIS MPS/UPD/LAM/IAA/SSO/INTA/UPM/DASP/IDA Enquanto a Rosetta continua a estudar o cometa em constante mudança, as equipes da missão têm tentado encontrar a posição do Philae no núcleo usando uma variedade de dados, incluindo imagens, medições do campo magnético e das ondas de rádio. O Philae pousou na zona denominada Agilkia, na cabeça do Cometa 67P/C-G às 15:34 do dia 12 de novembro de 2014 e a confirmação chegou à Terra, via Rosetta, 28 minutos depois. Infelizmente, os arpões do Philae não dispararam e os parafusos revelaram-se insuficientes para segurar o módulo. Como resultado, o Philae ressaltou durante um voo de duas horas antes de finalmente descansar num local agora conhecido como Abydos. Tanto a câmara de navegaçã...

Chandra encontra evidências de erupções sucessivas de buraco negro

Composição do grupo de galáxias NGC 5813 no visível e em raios-X. Crédito: raios-X: NASA/CXC/SAO/S. Randall et al.; ótico: SDSS Os astrônomos usaram o Observatório de raios-X Chandra da NASA para mostrar que várias erupções de um buraco negro supermassivo, ao longo de 50 milhões de anos, reorganizou a paisagem cósmica no centro de um grupo de galáxias. Os cientistas descobriram esta história de erupções do buraco negro através do estudo de NGC 5813, um grupo de galáxias a cerca de 105 milhões de anos-luz da Terra. Estas observações do Chandra são as mais longas já obtidas para um grupo de galáxias, com a duração de pouco mais de uma semana. Os dados do Chandra são vistos aqui nesta composição onde os raios-X do Chandra (roxo) foram combinados com dados no visível (vermelho, verde e azul). Os grupos galácticos são como os seus primos maiores, os enxames galácticos, mas em vez de albergarem centenas ou até mesmo milhares de galáxias como os enxames, os grupos são normalmente comp...

Uma borboleta celeste emerge do seu casulo de poeira

Algumas das imagens mais nítidas obtidas com o VLT (Very Large Telescope) do ESO revelaram pela primeira vez o que parece ser uma estrela velha a dar origem a uma nebulosa planetária em forma de borboleta. Estas observações da estrela gigante vermelha L2 Puppis, obtidas no modo ZIMPOL do recentemente instalado instrumento SPHERE, mostram também de forma clara uma companheira próxima. As fases finais das estrelas continuam a suscitar muitas questões aos astrónomos. Crédito: ESO/P. Kervella Algumas das imagens mais nítidas obtidas com o VLT (Very Large Telescope) do ESO revelaram pela primeira vez o que parece ser uma estrela velha a dar origem a uma nebulosa planetária em forma de borboleta. Estas observações da estrela gigante vermelha L2 Puppis, obtidas no modo ZIMPOL do recentemente instalado instrumento SPHERE, mostram também de forma clara uma companheira próxima. As fases finais das estrelas continuam a suscitar muitas questões aos astrónomos, incluindo a origem de uma nebulos...

Estrelas exiladas explodem longe de casa

Impressão de artista de uma supernova do Tipo Ia a explodir na região entre galáxias num grande enxame galáctico, uma das quais é visível à esquerda. Crédito: Dr. Alex H. Parker, NASA e SDSS Imagens nítidas obtidas pelo Telescópio Espacial Hubble confirmam que três supernovas descobertas há vários anos atrás explodiram no vazio escuro do espaço intergaláctico, tendo sido arremessadas das suas galáxias-mãe milhões ou milhares de milhões de anos antes. A maioria das supernovas são descobertas dentro de galáxias que contêm centenas de milhares de milhões de estrelas, uma das quais pode explodir por século e por galáxia. No entanto, estas supernovas solitárias foram encontradas entre galáxias em três grandes enxames com vários milhares de galáxias cada. As vizinhas mais próximas das estrelas estavam provavelmente a 300 anos-luz de distância, quase 100 vezes mais distantes que o nosso vizinho estelar mais próximo, Proxima Centauri, a 4,24 anos-luz de distância. Estas supernovas ra...

Espaçonave de grafeno pode ser impulsionada por luz

A esponja, formada por folhas de grafeno, é grande demais para estar sendo movida apenas pela pressão dos fótons.[Imagem: Yingpeng Wu et al. - 10.1038/ncomms7141] Empuxo da luz Uma esponja de grafeno fabricada por cientistas chineses consegue transformar a luz em movimento, eventualmente formando a base de uma nave espacial que dispense o combustível dos foguetes tradicionais. A estrutura plana e monoatômica do grafeno é muito forte e conduz eletricidade e calor muito bem. A equipe do professor Yongsheng Chen, da Universidade de Nankai, queria investigar se arranjos maiores de carbono poderiam manter algumas dessas propriedades. Para isso, eles misturaram milhares de pequenas folhas de grafeno para formar uma esponja de carbono puro. Contudo, ao cortar a esponja de grafeno com um laser, eles notaram que a luz impulsionava o material para a frente. Lasers têm sido utilizados para empurrar e até puxar moléculas individuais e nanopartículas - os chamados raios tratores -, mas...