Imagem da Terra e da Lua feita por uma câmera saudita no microssatélite chinês Longjiang-2 / DSLWP-B, uma parte da missão Chang`e-4.
A missão Chang`e-4 pode gerar importantes efeitos na ciência e na política da Terra
A China está, mais uma vez, às vésperas de um primeiro passo histórico em sua acelerada trajetória de exploração lunar.
Tendo enviado três missões anteriores para a Lua desde 2007, incluindo uma que transportou o primeiro módulo de pouso e jipe robótico chineses, a mais recente incursão lunar da China começou na madrugada de 8 de dezembro de 2018, quando o foguete Long March-3B foi lançado do Centro de Lançamento de Satélites Xichang na província de Sichuan, sudoeste da China, transportando a espaçonave Chang`e-4. A missão conta com um módulo de pouso e um jipe robótico e tem como alvo o lado mais distante da Lua, o hemisfério lunar que está sempre de costas para a Terra. Nenhuma espaçonave jamais conseguiu aterrissar lá antes, embora em 1962 a NASA tenha derrubado a son…
A missão Chang`e-4 pode gerar importantes efeitos na ciência e na política da Terra
A China está, mais uma vez, às vésperas de um primeiro passo histórico em sua acelerada trajetória de exploração lunar.
Tendo enviado três missões anteriores para a Lua desde 2007, incluindo uma que transportou o primeiro módulo de pouso e jipe robótico chineses, a mais recente incursão lunar da China começou na madrugada de 8 de dezembro de 2018, quando o foguete Long March-3B foi lançado do Centro de Lançamento de Satélites Xichang na província de Sichuan, sudoeste da China, transportando a espaçonave Chang`e-4. A missão conta com um módulo de pouso e um jipe robótico e tem como alvo o lado mais distante da Lua, o hemisfério lunar que está sempre de costas para a Terra. Nenhuma espaçonave jamais conseguiu aterrissar lá antes, embora em 1962 a NASA tenha derrubado a son…