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SpaceX começa a testar seu ambicioso projeto de internet por satélite nos próximos dias

Por: George Dvorsky

Com o lançamento inaugural do poderoso foguete Falcon Heavy nos registros, o CEO da SpaceX, Elon Musk, está pronto para focar em um ambicioso projeto conhecido como Starlink. Neste sábado (17), a SpaceX lançará dois minissatélites experimentais – a primeira parte do que Musk espera se tornar uma constelação formada por 4.000 satélites que providenciarão internet de baixo custo por todo o globo.

Anunciado em 2015, o Starlink foi projetado para ser uma enorme rede de telecomunicações baseada no espaço que consistirá em milhares de satélites interligados e diversas estações terrestres dispersadas geograficamente. O CEO Elon Musk diz que a SpaceX vai “tentar fazer para os satélites o que a empresa fez para os foguetes”. O plano é fornecer um serviço de internet global até a metade dos anos 2020, com alguns passos à frente de potenciais concorrente. Caso tudo corra de acordo com o planejado, a receita gerada pelo projeto Starlink poderá ser usada para financiar eventua…

A misteriosa e exclusiva escola criada por Elon Musk para educar seus filhos

Elon Musk decidiu tirar os filhos da escola que frequentavam em Beverly Hills, Califórnia, e elaborou um plano especial para eles (www.rollingstone.com)

Insatisfeito com a educação que seus filhos estavam recebendo, Elon Musk fez o que muitos outros pais fariam: tirou-os da escola em questão.

Mas o que o fundador e diretor da Tesla e da SpaceX fez em seguida está fora do alcance da maioria: ele criou a sua própria escola, a Ad Astra (em latim, "Para as estrelas").

Sem um site ou visitas abertas ao público em geral, a Ad Astra opera há três anos em Los Angeles, na Califórnia, Estados Unidos, rodeada por mistério e segredo.

"Criei uma pequena escola", disse o empresário em entrevista a uma televisão chinesa em 2015, meses após a abertura da Ad Astra.

A atípica empreitada foi uma forma de oferecer uma educação alternativa aos seus cinco filhos, que antes estudavam na renomada escola Mirman, para crianças superdotadas, também em Los Angeles.


Inicialmente, um site da A…

Robô dos Jetsons era um sonho - e continua sendo

A Rosie dos Jetsons e o melhor que conseguimos até agora. [Imagem: Mahmoud/Nasir]

Robô dos sonhos

Já faz mais de 50 anos que a robô Rosie apareceu pela primeira vez na série de TV Os Jetsons, mas a governanta da família do futuro continua sendo a representante arquetípica dos robôs assistentes que todos sonham ter em casa.

Em cima de algo como um patim ligado ao corpo por um suporte único, Rosie aspirava a casa e lavava pratos sem qualquer sinal de desequilíbrio.

Mas qualquer coisa semelhante está muito distante da realidade. Mesmo falando apenas na habilidade de movimentação, os experimentos mostram que a nossa robótica mais avançada provavelmente só produziria mais um obstáculo dentro de casa, em vez de um ajudante.

Ocorre que a versão contemporânea da robô Rosie é considerada altamente instável.

Engenheiros da Universidade Rei Fahd, na Arábia Saudita, estão tentando salvar o projeto, e agora propuseram um sistema de controle para o robô equilibrista que eles batizaram de I-PENTAR …

Aliens: não foi dessa vez que encontramos ETs

Equipe de pesquisadores descobre que suposta megaestrutura alienígena em órbita ao redor de estrela distante é, na verdade, somente pó (ILUSTRAÇÃO: ANA MATSUSAKI)

Em 2015, a estrela de Tabby foi alçada ao estrelato por abrigar algo que parecia muito uma obra de ETs engenheiros. “O ser humano gosta de imaginar coisas assim, fugir para o pouco racional”, diz o astrofísico Eduardo Janot, do IAG-USP. Estranhos eclipses que bloqueavam até 21% da luz do objeto KIC 8462852 sugeriam que poderia haver ali uma Esfera de Dyson — envoltório metálico para sugar a energia da estrela.

Seria apenas mais uma ideia louca se não fizesse muito sentido, pois à medida que uma civilização progride, devora mais eletricidade. “Se a humanidade não se autodestruir até o ano 5000, não haverá usina hidrelétrica ou nuclear que dê conta”, diz Janot. “Chegará um momento em que teremos de apelar para o Sol.”

Apesar do charme da hipótese alien, passamos os últimos anos alertando o leitor incauto de que as oscilações …

Céu da Semana - 12/02 a 18/02/2018

Todas as semanas, Gustavo Rojas, do Laboratório Aberto de Interatividade (LAbI) da UFSCar, apresenta dicas de como olhar para o céu, quais constelações estão em destaque, fases da lua e os principais fenômenos astronômicos.



FONTE: UNIVESP TV

Onde estão e de que são feitos os milhares de asteroides que povoam o Sistema Solar

Concepção artística de um asteroide no cinturão de Kuiper, no limite do nosso Sistema Solar

No dia 19 de outubro passado, os telescópios detectaram um visitante inesperado: o primeiro asteroide interestelar de que se tem notícia a passar pelo Sistema Solar.

Com um formato que lembra um charuto, com cerca de 400 metros de cumprimento e 40 de diâmetro, ele foi batizado de Oumuamua, que em língua havaiana significa "mensageiro distante que chegou primeiro".

O asteroide - que deu meia volta depois de passar por dentro da órbita de Mercúrio e viaja agora em alta velocidade rumo à constelação de Pégaso - é o primeiro até agora a vir de outro sistema, mas não é o único a vaguear entre os planetas do Sistema Solar.

O espaço interplanetário está cheio de todo tipo de pedras grandes, cascalho, bolas de gelo, poeira e fluxos de partículas carregadas. Tanto que em sua órbita ao redor do Sol, a 30 quilômetros por segundo, a Terra passa por centenas de toneladas de meteoros, a maioria mu…

Primeiro satélite brasileiro completa 25 anos em atividade

SCD-1 AINDA ANTES DO LANÇAMENTO, QUE ACONTECEU HÁ 25 ANOS. (FOTO: INPE)

Apesar da expectativa que tivesse apenas um ano de vida útil, o SCD-1 segue coletando dados ambientais do país

No dia 9 de fevereiro de 1993, o avião B52 levantou voo do Centro de Controle de Wallops, na costa leste dos Estados Unidos. Uma hora e meia depois, a 13 quilômetros de altitude, liberou o foguete Pegasus, que partiu em queda livre por cinco metros antes de seus motores serem acionados. Apenas alguns minutos depois chegou estava a 750 km acima do nível do mar. Às 11h41 da manhã, em horário de Brasília, entrava na órbita da Terra o SCD-1, o primeiro satélite brasileiro.

A expectativa era que o SCD-1 - (também conhecido como Satélite de Coleta de Dados) trabalhasse intensamente por um ano, e depois saísse em aposentadoria. Mas, como se adiantasse a reforma da Previdência, nunca saiu de atividade e, 25 anos depois, segue coletando dados ambientais sob controle do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.

É…