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Como é o trabalho de um ufólogo?

Para tentar entender o desconhecido, o trabalho do ufólogo é multidisciplinar e segue uma metodologia diferente para cada caso (Pedro Piccinini/Mundo Estranho)

1) FORMAÇÃO PRÁTICA
Qualquer um pode ser ufólogo, mas não existe curso. O comum é ter outra profissão e investigar óvnis no tempo livre. Na pesquisa, são usados conhecimentos de áreas como física e astronomia. O procedimento parece uma perícia criminal, com entrevistas, coleta e exame de materiais e emissão de um laudo.

2) PRIMEIRAS PROVIDÊNCIAS
O ufólogo geralmente investiga casos de avistamentos relatados por outras pessoas e não vivenciados por ele mesmo. Ao receber um relato de avistamento, o ufólogo instrui a testemunha a isolar o local e não permitir acesso ao ninho (local do pouso do UFO). Como são fenômenos desconhecidos, eles medem a radioatividade, a variação de eletricidade estática e o magnetismo. Tudo precisa ser manipulado com luvas.

3) DOCUMENTAÇÃO
Testemunhas são entrevistadas e evidências registradas. Eventuai…

A história secreta do gato que foi autor de um artigo de física

Infelizmente, nenhum de nós será um gato. A maioria de nós nunca vai escrever ou publicar um artigo de física também, ainda mais um respeitado. Mas de alguma forma, nos anos 1970, um felino fenomenal chamado Chester conseguiu fazer isso tudo sob a tutela do seu humano, o físico Jack H. Hetherington. Ele até tinha um pseudônimo, F.D.C. Willard. Isso mesmo.

Em novembro de 1975, Hetherington, um professor de física da Michigan State University escreveu um artigo sobre o comportamento do átomos em diversas temperaturas chamado “Two-, Three-, and Four-Atom Exchange Effects in bcc 3He”. Antes de mandar o artigo para a Physical Review Letters, Hetherington percebeu que estava escrevendo “nós” em todo o trabalho, mesmo sendo ele o único autor. Em vez de editar o texto, que foi escrito em uma máquina de escrever, Hetherington espertamente acrescentou seu gato como coautor. De acordo com o Atlas Obscura o pseudônimo de Chester foi inspirado no pai do gatinho, Willard, e o nome científico para …

China define local de pouso de sua próxima sonda lunar

POR SALVADOR NOGUEIRA

A China anunciou aonde pretende enviar sua próxima missão lunar não tripulada: o Mons Rümker, uma região rica em rochas vulcânicas quase na divisa entre o lado próximo e o lado afastado da Lua.

Até o fim deste ano, deve pousar lá a sonda Chang’e 5, a primeira do programa chinês a colher amostras do solo lunar e trazê-las de volta à Terra.

A missão é extremamente audaciosa e serve como precursora para o futuro envio de astronautas chineses — ou taikonautas, como se diz no Ocidente — à superfície da Lua.

Isso porque, diferentemente de todas as missões de retorno automatizado de amostras (realizadas até hoje somente pela antiga União Soviética), a Chang’e 5 não envolve um regresso direto do solo lunar à Terra. Em vez disso, o módulo de ascensão da superfície da Lua fará um encontro e acoplamento com um módulo de retorno em órbita lunar — exatamente como foram realizadas as missões tripuladas americanas do projeto Apollo, entre 1969 e 1972.

Os veículos chineses são …

Dois exoplanetas, com características idênticas, são diferentes. Porquê?

Este diagrama compara observações, pelo Telescópio Espacial Hubble, de dois "Júpiteres quentes" em órbita íntima de duas estrelas parecidas com o Sol. Os astrônomos mediram o modo como a luz de cada estrela-mãe era filtrada pela atmosfera de cada exoplaneta. HAT-P-38b tem uma assinatura espectral da água indicada pelo pico da característica de absorção no espectro. Ou seja, a atmosfera superior está livre de nuvens ou neblinas. WASP-67b tem um espectro sem qualquer característica da absorção da água, sugerindo que a maior parte da atmosfera do planeta está mascarada por nuvens de alta altitude.
Crédito: arte - NASA, ESA e Z. Levy (STScI); ciência - NASA, ESA e G. Bruno (STScI)


Com o auxílio do Telescópio Espacial Hubble da NASA, cientistas estudaram dois "Júpiteres quentes" numa experiência única. Dado que estes planetas têm virtualmente o mesmo tamanho e a mesma temperatura, e orbitam duas estrelas praticamente idênticas à mesma distância, a equipa teorizou que as…

Proeminências podem ameaçar a habitabilidade de planetas de anãs vermelhas

Esta ilustração mostra uma anã vermelha e um hipotético exoplaneta em órbita.
Crédito: NASA/ESA/G. Bacon (STScI)

As estrelas anãs e frias são, atualmente, os principais alvos da caça exoplanetária. As descobertas de planetas nas zonas habitáveis dos sistemas TRAPPIST-1 e LHS 1140, por exemplo, sugerem que mundos do tamanho da Terra podem orbitar milhares de milhões de anãs vermelhas, o tipo estelar mais comum na nossa Galáxia. Mas, tal como o nosso Sol, muitas destas estrelas entram em erupção, lançando para o espaço intensas proeminências. Será que as anãs vermelhas são realmente assim tão amigáveis para a vida como parecem, ou será que estas explosões estelares tornam as superfícies de quaisquer planetas em órbita inóspitas?

Para abordar esta questão, uma equipa de cientistas estudou 10 anos de observações ultravioletas da missão GALEX (Galaxy Evolution Explorer) da NASA, à procura de rápidos aumentos no brilho das estrelas devido a erupções. As proeminências emitem radiação ao lon…

ALMA descobre ingrediente da vida em torno de estrelas bebé do tipo solar

O ALMA observou estrelas como o Sol numa fase muito inicial da sua formação e descobriu traços de isocianato de metilo — um bloco constituinte de vida. Esta é a primeira vez que se deteta esta molécula prebiótica em protoestrelas do tipo solar, isto é, estrelas do tipo da protoestrela que deu origem ao Sol e, consequentemente, ao Sistema Solar. Esta descoberta ajuda os astrônomos a perceber melhor a origem da vida na Terra.
Esta imagem mostra a região de formação estelar onde foi descoberto o isocianato de metilo, encontrando-se destacada a estrutura molecular deste composto químico.
Crédito: ESO/Digitized Sky Survey 2/L. Calçada

O ALMA observou estrelas como o Sol numa fase muito inicial da sua formação e descobriu traços de isocianato de metilo — um bloco constituinte de vida. Esta é a primeira vez que se deteta esta molécula prebiótica em protoestrelas do tipo solar, isto é, estrelas do tipo da protoestrela que deu origem ao Sol e, consequentemente, ao Sistema Solar. Esta descober…

Misterioso sinal "Uau" não era de alienígenas, dizem astrônomos

O misterioso sinal foi detectado em 1977. [Imagem: Big Ear Radio Observatory/North American AstroPhysical Observatory (NAAPO)]

Sinal "Uau"

Astrônomos acreditam ter descoberto a origem de um dos sinais mais enigmáticos já detectados pelo homem: o chamado sinal "Uau", que muitos acreditavam ser indício de uma civilização alienígena.

O sinal, com duração de 72 segundos, foi detectado em 1977, quando Jerry Ehman e seus colegas da Universidade do Estado de Ohio, nos EUA, tentavam detectar sinais de civilizações extraterrestres.

O sinal, originado na Constelação de Sagitário, era tão diferente de tudo o que já havia sido detectado que Ehman escreveu "Uau" (Wow) ao lado dos resultados impressos.

Desde então, inúmeros cientistas têm procurado uma explicação para o sinal, mas todos os argumentos que haviam sido levantados até agora foram derrubados, o que incluiu fontes como asteroides, exoplanetas, estrelas e sinais gerados na própria Terra.

Cometas desconhecido…